Simbolismo

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Olavo Bilac sobre Simbolismo


O Simbolismo foi um movimento artístico, predominantemente literário, que teve origem na europa de fins do século XIX. Foi criado pelo macumbeiro francês Charles Baudelaire, meio que sem querer, durante uma sessão de incorporação do caboclo chupa-rolha, uma entidade afro-negona da Grécia; o vocabulário incomum e as sentenças doidonas proferidas por ele, altamente inovadoras, viraram hit entre os franceses da época.

O Simbolismo só foi criado porque não havia o movimento hippie nem LSD na época. Ainda bem que havia cachaça e ópio, que propiciavam as maiores viagens literárias possíveis. Camilo Pessanha, poeta e maconheiro português, descreveu inúmeras dessas pirações nos seus poemas. Camilo, aliás, morreu de causas até hoje não muito bem esclarecidas, sendo encontrado desfalecido no chão de sua casa, com os olhos vermelhos vidrados, no meio de mais ou menos 300 guimbas de bagulho do brabo.


Principais RepresentantesEditar

 
Típico cenário estranho simbolista

Stephane Mamaomé - foi um dos mais representativos poetas do Simbolismo. Pena que era viciado em jogo e em cachaça, tendo inclusive escrito um tratado sobre o tema: Um Lance de Dados Jamais Abolirá o Acaso (mais tarde reformulado, quando ele estava Drogado inspirado, para Um Dado de Lances Abolirá o Jamais). Mamaomé acabou preso por dívidas de jogo e terminou a vida trabalhando no cabaré como cafetão, deixando a literatura de lado.

Arthur Roubou - uma das maiores poetizas loucas, bichas loucas e porra-loucas da história, Arthur Rimbaud foi um transexual metido a poeta que escreveu Uma Temporada no Inferno e as Iluminuras, a primeira obra narrando suas experiências lisérgicas no mundo dos Teletubbies e a segunda sobre qualquer coisa sem a menor importância. Virou pirata e acabou afundando com o Titanic, o barco ébrio, durante um saque. Mas ficou famoso mesmo por ser namorada de Pau Verlaine, uma bicha enrustida de menor talento.

Cruz e Credo - único brasileiro entre os maiores poetas da estética simbolista, Cruz e Credo era afro-negão e queria valorizar as suas raízes. Praticante maior de voodoo católico no Brasil, foi autor de Broquéis e Faróis, duas inovadoras e imprescindíveis obras para o desenvolvimento da estética simbolista, principalmente para os gladiadores, no primeiro caso, e para os marinheiros, no segundo.

O Simbolismo no BrasilEditar

 
Que arte admirável não? Quanta emoção esta arte nos passa...

O simbolismo no Brasil teve início quando Cruz e Credo publicou "Missal" e "Broquéis", cansado de todo aquele fru-fru e demais veadagens dos chatíssimos parnasianos. Ao invés de se esbaldar na boemia carioca e ficar tomando chá com bolinhos nos botecos da época, Cruz e Sousa e seus amigos preferiam diversões mais saudáveis, tomando chás-de-cogumelo e cheirando gatinhos, por exemplo.

Mas os simbolistas eram marginalizados da sociedade brasileira. O que era natural, já que o nível de analfabetismo funcional no Brasil daquele tempo era exorbitante, e as pessoas não conseguiam entender nada que não fosse cartilhas, letras de funk e descrições de inutilidades como vasos chineses, além de outras bobagens.

Geralmente os simbolistas trabalhavam nos jornais, onde publicavam manuais do tipo: Como levar uma vida saudável: cheire crack 100 vezes ao dia e sobreviva! e outros artigos de função filantrópica. Também se dedicavam a tarefas mais degradantes, como a de agente penitenciário do Além, conforme nos pode confirmar um dos expoentes do movimento, Cruz e Credo, em "Cárece das Almas".

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