São José de Piranhas

Cquote1.svg O ano que vem vou para Faculdade Santa Maria Cquote2.svg
Quenga-mirim sonhando em se torna quenga profissional e expandir seus negócios a nível estadual
Cquote1.svg Ele é feio, mas tem moto Cquote2.svg
Quenga mirim em busca de investimentos
Cquote1.svg E vamos beber aonde? Cquote2.svg
cachaceiros em dúvida em qual dos inúmeros bares da cidade beber
Cquote1.svg Vou pra São Paulo, e vou trazer uma moto Cquote2.svg
trabalhador do corte de cana

São José de Piranhas é um vilarejo miserável localizada na represa do Boqueirão, mais ou menos nas pregas do ânus da Paraíba, já que Cajazeiras já detém o título de maior cu propriamente dito do estado.

História

A história desta corrutela começa de baixo d'água, já que o antigo açude estourou e varreu boa parte da população para Cajazeiras, e a outra parte, insistente, foi morar num sítio onde hoje é a atual São José de Piranhas. Fato ocorrido em 1885, por incrível que pareça depois de décadas do fato ocorrido, continua sendo um sítio. O motivo de tal nome é uma homenagem ao antigo cafetão que governava o principal cabaré daquelas sertanias, conhecido como "Seu Zé das Piranhas", nome posteriormente adaptado pela única pessoa da história do município que um dia foi letrada, ficando "São José de Piranhas", para ficar mais ortograficamente aceito.

 
Uma obra megalomaníaca que não serve para nada, não ajuda São José de Piranhas em absolutamente nada, serve apenas para o governo federal lavar dinheiro à rodo, mas o povo local se acha importante ao ver tantos caminhões abrindo esse imenso buraco inútil para a transposição do Rio São Francisco.

Em 2014 chegou na cidade o megalômano projeto de transposição do rio São Francisco. Ainda é um grandiosíssimo mistério quem teve essa ideia imbecil, uma vez que antes a cidade era adequadamente abastecida pelo açude Boqueirão, mas depois que as obras do governo federal chegaram ali com o pé no peito de todo, famílias foram desapropriadas, matutos do meio do sertão foram obrigados a ir morar no meio da mundiça (centro da cidade) e água começou a faltar. Hoje é o único município-temporário do mundo, já que 80% da população passa 8 meses no corte de cana fora da cidade.

Economia

A população cajazeirense escapa da seca bebendo a água do açude Engenheiro Ávidos (popularmente conhecido como Boqueirão) que faz parte do município de São Jose de Piranhas, sendo basicamente explorar da sede dos outros a única fonte de renda da prefeitura (embora nunca se veja essa verba revertida para o povo miserável).

Para o cidadão médio que decide não ir para a criminalidade, a realidade é trabalhar no corte de cana feito um condenado e comprar uma moto sem placa quando chegar na cidade.

Política

Se você tentar chutar o saco do prefeito você sempre acertará a obturação de um eleitor fiel. Não existe política em São José de Piranhas, apenas torcidas de futebol, pois uma vez que não existem times decentes na cidade (e nem no resto da Paraíba), as pessoas tem que se contentar em adotar e torcer para um político predileto, e nunca mais na vida trocar na vida.

Em dias de eleição a taxa de mortalidade aumenta em 30%, pois peixe e bacurau possuem uma rivalidade tremenda na política, por muitos considerados um clássico como Corinthians X Palmeiras.

População

O censo nunca soube qual é a verdadeira população piranhense, pois a cidade possui uma população temporária que se modifica diariamente. É a única cidade que possui mais motos (sem placa) que pessoas.

Educação

Cajazeiras ficou famosa por ser a cidade que ensinou a Paraíba a ler e escrever, mas quanto à São José de Piranhas ensinou só a beber, na cidade só tem analfabetos e analfabetos funcionais.

Para ser professor na cidade você não precisa ter curso de pedagogia, basta escolher um candidato e torcer para que ele vença, assim ele te coloca na escola municipal.

Saúde

Não há dados relevantes sobre a saúde na aldeia, que é considerada virtualmente inexistente. A última pesquisa feita, porém, constatou que a idade média do fígado do cidadão piranhense é de 17 anos.

Cultura

A rotina em São José de Piranhas é bem simples, e consiste em dormir das 2:00 às 7:00, trabalhar (se for babão do prefeito eleito) das 8:00 às 11:30, almoçar rapadura das 11:30 às 12:00, dormir das 12:00 as 15:00, e beber cachaça das 15:00 as 2:00. Nos sábados, domingos e feriadoss, esqueça tudo e coloque só beber cachaça.

Algo tipicamente são-joseénse é a capacidade de conseguir ficar vários dias sem comer para comprar roupas, perfumes, bebidas alcoólicas, ir a festas, e claro colocar gasolina na motinha sem placa.

Outra curiosidade bem comum é que na cidade, nos últimos anos, vem aumentando os casos de homossexualidade. Muitos jovens vem trocando o cu, e depois dizem que a culpa é da cachaça. Muitos homens na cidades estão preferindo os melhores amigos (trepar) do que as próprias namoradas, eles alegam que o amigo tem uma atenção toda especial para com eles, já que a namorada geralmente não tem pênis.

Esportes

Praticamente inexistente, as poucas quadras esportivas durante o dia até se pratica esporte, mas a noite servem apenas como motel gratuito a céu aberto. Dizem se você jogar bola descalço nessas quadras você pode pegar AIDS.

Turismo

 
Panorama da mundiça avistada no Micaranhas, momento em que o município procura fazer jus ao seu nome, ao organizar a festa que mais reúne piranhas num mesmo lugar em todo o mundo.

Ficaria melhor "pontos bebísticos", mas deixa pra lá, os principais pontos turísticos da cidade, são:

  • Praça Municipal - Onde existem a maior quantidade de cachaceiros e putas por metro quadrado de todo o universo.
  • Coreto - Possui tudo aquilo do item acima, com muito mais cachaça.
  • Igreja Matriz - Aonde as quengas aprendizes dizem que vão para seus pais, mas na verdade estão todas a viçar na praça.
  • Ginásio Poliesportivo - Principal motel noturno e gratuito, onde o piso é repleto de camisinhas e esperma.

As principais festas são:

  • Malhação do Judas - Onde inúmeros meninos e marmanjos se vestem de mulher com um chicotinhos, pedindo alimentos nas casas dizendo que vão malhar o Judas, mesmo que todos já saibam que na verdade vão malhar outra coisa.
  • Micaranhas - Conferência do sertão paraibano de quengas e cachaceiros onde eles buscam festejar e trocar ideias de putaria e cachaça. Ressalta-se também o comparecimento da grande massa populacional desocupados, pobretões, vadios e mais quengas advindos de Cajazeiras, onde ali eles se sentem no paraíso.