Marcelo Valle Silveira Mello

(Redirecionado de Psycl0n)

Nota: Se procura pelo aprendiz de Psytoré, consulte Daniel Silveira.

Nota: Se procura pelo Psytoré da TV, consulte Danilo Gentili.


Trump food.jpg Este artigo trata de uma personalidade mortalmente,
putaqueparivelmente e filhadaputamente odiada!
Isso não deve ser digno(a) nem da merda que caga!

Conheça outros filhos da puta clicando aqui.


Cquote1.svg Você quis dizer: Chupador de piroca preta e culhão roxo Cquote2.svg
Google sobre Marcelo Valle Silveira Mello
Cquote1.svg Uma espécie de Danilo Gentili que deu ruim! Cquote2.svg
Capitão Sarcasmo sobre Psytoré
Cquote1.svg O PCC e o Comando Vermelho aguardam Marcelo Valle Silveira Mello para boas vindas na cadeia! Cquote2.svg
Lola Aronovich sobre Marcelo Valle Silveira Mello
Cquote1.svg Vai virar sabão mulherzinha na cadeia! Cquote2.svg
Hitler Mussolini sobre Psycl0n
Cquote1.svg Se um cara como você aparecesse na minha frente, levava um tiro no meio da testa! Cquote2.svg
namoradinho de Hitler da Schutzstaffel sobre Psytoré
Cquote1.svg Cuzão guloso! Cquote2.svg
Negão da cadeia sobre Psytoré
Cquote1.svg Pintinho pequenininho! Cquote2.svg
Prostituta sobre Psytoré
Cquote1.svg Bateu punheta com a revista do Arnold Schwarzenegger vestido de Conan, o Bárbaro! Cquote2.svg
Presidiário sobre Psytoré
Cquote1.svg Bateu punheta com a revista do Sylvester Stallone sem camisa! Cquote2.svg
Policial Penal sobre Psycl0n
Cquote1.svg Tem uma coleção de G Magazine! Cquote2.svg
Presidiário sobre Psytoré
Cquote1.svg Tem a G Magazine do Alexandre Frota! Cquote2.svg
Presidiário sobre Psytoré
Cquote1.svg Cadeia nele! Cquote2.svg
Alborghetti sobre Psycl0n
Cquote1.svg Mais cadeia nele! Cquote2.svg
Siqueira Júnior sobre Psycl0n
Cquote1.svg Cadeia é pouco! Ele mexeu comigo! Uma gorda idiota feminista! Cquote2.svg
Lola Aronovich sobre Marcelo Valle Silveira Mello (Batoré)
Cquote1.svg Bandido! Cquote2.svg
William Bonner sobre Psytoré
Cquote1.svg Bandido sim, mas isso não significa que vossa excelência tenha o direito de humilhar ele na delegacia Desciclopédia! Cquote2.svg
Advogado defensor dos Direitos Humanos sobre Psytoré
Cquote1.svg Na cadeia eramos nós dois. Eu fugi e #EleNão. Cquote2.svg
Lázaro Barbosa de Souza sobre Psytoré
Cquote1.svg Piroca de negro não é chupeta e não tem sabor de chocolate! Cquote2.svg
Policial Penal sobre Psycl0n
Cquote1.svg Marcelo: Pinto de bofe não é pirulito e não tem gosto de uva! Cquote2.svg
Pablo Vittar sobre Psytoré
Cquote1.svg Piiruuliitooo! Grrrrr! Errrrr! Cquote2.svg
Homer Simpson sobre Dr. Pirula
Cquote1.svg 41 11 anos é muito tempo de cana! Cquote2.svg
Capitão Óbvio sobre Psytoré
Cquote1.svg Se tivesse feito balé não tinha virado esse delinquente! Cquote2.svg
Feminista sobre Psytoré
Cquote1.svg Pêra, uva, maçã, salada mista! Cquote2.svg
Xuxa sobre sabores de camisinha
Cquote1.svg Bumbum guloso! Cquote2.svg
Luiz Mott sobre Psytoré
Cquote1.svg Tire a mão do meu grelinho! Socorro! Tarado! Estou sendo estuprada por um maníaco! Socorro! Polícia! Alguém me ajude! Cquote2.svg
Pablo Vittar sobre Psycl0n
Cquote1.svg Ai meu cu! Tá doendo! Não pare! Não pare! Vou gozar! Ah! Que delícia! Cquote2.svg
Psycl0n sobre Pica do Negão
Cquote1.svg Arrombado! Cquote2.svg
Canal do Otário sobre Psycl0n

Marcelo Valle Silveira Mello (Psytoré) na cadeia: Raça pura ariana ou caboclo de merda?
Psy quando se fodeu foi dar uma voltinha com os guardas camaradas

Marcelo Valle Silveira Mello (Psy, Batoré, Psytoré, Psycl0n, Travequeiro, Marcelo Maluco ou Passivo do Grindr) (Brasília, 9 de agosto de 1985) é o nome abominado de um otaku débil mental mais fedido que e-girl que resolveu se vingar da sociedade e de todos os seus pretensos inimigos, que no geral nem ligavam para quem ele era. Preso nas operações Intolerância e Bravata da Polícia Federal, Marcelo tem uma longa trajetória criminosa. Incel (frustrado que não consegue pegar mulher), Marcelo começou atacar negros, mulheres, homossexuais e outras minorias nas redes sociais e em chans na deep web e acabou preso por racismo, terrorismo e pedofilia. Agora está na cadeia. O advogado de Marcelo alega insanidade mental para tirar o retardado de dentro do presídio (mas sabemos que a Justiça vai manter o vagabundo preso no xadrez).[1]

Marcelo sempre gostou da cultura japonesa. Leitor de mangás e telespectador de animes, virou um otaku e viajou para o Japão. Marcelo considera os japoneses um povo superior ao povo brasileiro. Frustrado sexualmente por não encontrar uma namorada japonesa, Marcelo virou um incel e começou a sentir ódio, ojeriza e nojo de todas as mulheres e principalmente das feministas e feministas negras, mas começou a sentir uma atração sexual irresistível por travestis, crossdressers, drag queens e transexuais, assim como por pré-adolescentes e crianças, se especializando nas mais ingênuas e bobinhas, criando um gosto especial por aquelas que não podem se defender ou que já estão na prostituição infantil.[2][3][4]

Atualmente Psycl0n, um dedicado aluno dos cursos do professor Sidi Muhammad de Carvalho, do Nando Moura e do Brasil Paralelo, tenta sair da cadeia através da remissão penal pela leitura dos clássicos da literatura mundial como Crime e Castigo. Psycl0n conseguiu através de advogados caros reduzir sua pena de 41 anos de cadeia para apenas 11 anos e através da progressão de regime do fechado para o semi-aberto deve voltar para a internet deep web em alguns anos. Isso se o Ministério Público Federal não recorrer até o Supremo Tribunal Federal para aumentar o tempo de cadeia e o processo não cair nas mãos do ministro Gilmar Mendes ou do ministro Edson Fachin (que inocentou o Lula). Aí fudeu tudo! Para dar certo o processo precisa cair nas mãos do Xandão do PCC, que é um ministro mais linha dura, com cara de mau e que vai comer gostoso o cu do Batoré.

FamíliaEditar

Psytoré é descendente dos reis da Prússia, da Baviera e da Grã-Bretanha, primo de Suzane von Richthofen, Champinha, Alexandre Nardoni e Guilherme de Pádua e sobrinho do Maníaco do Parque, Homem do Saco, Bandido da Luz Vermelha, Aécio Neves, Jair Bolsonaro e Eduardo Cunha. Em sua árvore genealógica encontramos uma grande quantidade de delinquentes e marginais, como o próprio Sidi Muhammad, seu vovôzinho, podendo sua predisposição para a criminalidade ser genética, conforme os mais avançados e recentes estudos das ciências nazista e soviética. Também encontramos uma grande quantidade de políticos corruptos, doentes mentais, prostitutas e presidiários em sua estirpe, o que explica os constantes surtos psicóticos de sua mãe internada em um hospício e amarrada em uma camisa de força em Brasília. Batoré é um legítimo membro do clã Bolsonaro e da família de macacos babuínos do Olavo de Carvalho, tendo em seu DNA o sangue de Adolf Hitler, Manfred von Richthofen, Xica da Silva, de guerreiros quilombolas e escravos negros da África. Brincadeiras a parte, um estudo das universidades de Oxford, Harvard, Cambridge e Stanford descobriu que 89% dos trisavós de Marcelo vieram da Itália fascista e 90% dos tetravós vieram da Alemanha nazista. A pesquisa é coordenada pelos doutores Pirula e Yuri Grecco.

HistóriaEditar

 
Marcelo Valle Silveira Mello é tão bandido que recebeu na cadeia os apelidos de Batoré e Psytoré

Marcelo nasceu em uma família de classe média-alta de Brasília, até porque ser classe média em Brasília é quase sinônimo de ser pobre mesmo, dado que é lá que rola o alto das maracutaias que envolvem corrupção, burocracia e enriquecimento ilícito, sendo que foi nesse ambiente muito saudável que o mesmo veio a dar os seus primeiros passos em sua vida de playboy mal resolvido na vida.

Para piorar o nível de desmoronamento de sua base familiar, o pai de Marcelo morreu quando o mesmo ainda era uma criança e sua mãe acabou sendo internada por conta de problemas psiquiátricos, sendo que ao fim o mesmo foi criado pela avó, que ficou responsável por assumir as broncas de lidar com o mesmo, apesar de estar quase na hora de pedir a própria aposentadoria por não aguentar mais dar no couro.

Como toda criança criada pela avó e mantida a base de leite com pera, Marcelo sempre foi muito mimado e teve tudo que queria, até mesmo quando o que queria fosse algo meio que absurdo para uma criança normal, sendo que essa falta de limites viria a apresentar problemas mais tarde, quando o mesmo teve de se relacionar socialmente com outras pessoas.

Estudou nos melhores colégios particulares de Brasília, onde foi constantemente vítima de bullying de outros playboys mais cheios de marra do que ele e por fim se isolou, indo pros estudos universitários na área de ciência da computação, pela qual se graduou na Universidade Católica de Brasília, sendo que no seu auge, também chegou a morar na Asa Sul de Brasília e tinha uma vida suntuosa o suficiente para ter condições de frequentar os melhores restaurantes da cidade.

Mais tarde conheceu Lola Aronovich, uma estudante do mestrado da Universidade Federal de Santa Catarina e começou a se envolver com drogas pesadas como maconha, crack e cocaína, mas isso é uma longa história. Só posso adiantar que Psycl0n precisou ser internado em uma clínica de recuperação de usuários de drogas em Brasília, enquanto sua ex-amiga passava no concurso público para professora da Universidade Federal do Ceará junto com outros comunistas. Também por influência das más companhias, como o ex-colega Marco Fonseca, que Marcelo conhecia das paradas gay, Psycl0n se tornou alcoólatra, tabagista e usuário de drogas sintéticas importadas da Holanda de Holambra. Conheceu o ópio através de um traficante de drogas conhecido como "Cuzão da Cracolândia" (mas não temos certeza se é o Emerson Eduardo Rodrigues) e precisou ser internado em um manicômio amarrado em uma camisa de força em Goiânia depois de surtar e agredir uma policial militar que estava fazendo o seu trabalho.

Encrencas no OrkutEditar

 
Psytoré depois de tomar um esculacho de uns maluco na rua.

Inicialmente, o mesmo, como típico wannabe de Danilo Gentili, digo, como típico playboyzinho querendo aparecer, foi começar a postar fotos no Orkut pra querer impressionar, sendo que as primeiras fotos que o mesmo postou pra se posar de ultramegafodástico foi de uma festa onde ele teria espancado a então namorada e lá postou fotos da mesma com um monte de hematomas no rosto e também pelo corpo na intenção de impressionar outros pobres de espírito como ele na terra sem lei que era tal ambiente.

Além disso, ele teria arrumado encrenca no Orkut com todos os alunos negros e pardos da Universidade de Brasília usando como pretexto para tal a questão das cotas raciais, chegando a responder por crime de racismo por conta disso, sendo que segundo as más línguas, algumas das tretas teriam sido motivadas pelo mesmo ter perdido uma peguete para o Motumbo, que na época também frequentava aquele ambiente , sendo que tal peguete teria preferido participar de um gangbang a ficar com ele, dada a forma bruta com a qual o mesmo tratava eventuais parceiras do sexo oposto.

Nesse ambiente, o mesmo teria arranjado também encrencas com gays e principalmente com feministas, enquanto se pagava de SANCTO, ainda que não passasse de um mero santo do pau oco.

Relação com Emerson Eduardo Rodrigues SetimEditar

 
Psycl0n e sua esposa: Vejam a cara de pedófilo!

Em meio a esse ambiente tumultuado, Marcelo conhece Emerson Eduardo Rodrigues Setim, um outro piá de prédio que atuava como técnico de informática, mas que fingia ser engenheiro pra posar de bacana e impressionar nas redes sociais, sendo que nessa época o Marcelo mudou para um condomínio de luxo onde Emerson morava enquanto mantinha a sua vida de bon-vivant as custas de papai, de mamãe e de dorgas em geral, mas que também andava tendo grande insucesso com o sexo oposto, a ponto de ter de se contentar com menininhas pra satisfazer o desejo de uma foda.

Juntos os mesmos montam um site com o nome de Silvio Koerich - O Perdedor mais foda do mundo, onde usavam de uma argumentação digna de Revista Veja para convencer outros perdedores sem vida social dos supostos males do feminismo e do quanto o mesmo era um movimento fracassado (apesar de até então o feminismo mal passar de uma manifestação de Centro Acadêmico), com vistas a tentar tirar desforra das feministas, que segundo ele, sempre atrapalharam a vida do mesmo nas frustradas tentativas dos mesmos no sentido de tentar pegar mulher, até pela tendência de quererem forçar paradas como poliamor e lesbianismo para as que não eram iniciadas nisso.[5]

Com vistas a manter o contato com seu miguxo íntimo Emerson, o mesmo se muda para Curitiba, onde tempos depois é pego na Operação Intolerância da Polícia Federal por conta da obra podre deixada em seu sitezinho mequetrefe baseado no Blogspot, sendo que na época já havia informações ainda não confirmadas do envolvimento do mesmo no Massacre do Realengo e em outras tentativas de atentado a moda Columbine com vista a tocar o terror no meio escolar e universitário.

Constam informações que depois da prisão, a relação de Emerson e de Marcelo nunca mais foi a mesma, em especial pelo Marcelo ter supostamente sido vítima de abusos contra o seu esfincter anal, o que até o momento não foi confirmado pelo fato de ninguém aqui ter tido contato com eventuais carcereiros ou companheiros de cela do mesmo, sendo que ao fim o Marcelo conseguiu livramento da prisão alegando insanidade, o que colou naquele momento, até por se tratar de um piá de prédio então bem situado financeiramente.

Há inclusive quem diga que Psytoré teve uma treta com seu comparsa Emerson Eduardo Rodrigues Setim com trocas de acusações pelo fato de que Psytoré tem curso superior e Emerson então não tinha e por isso Psytoré teve algumas regalias na cadeia, como receber visitas íntimas de um negão traveco uma vez por semana, assistir televisão (Jornal Nacional, Sessão da Tarde e novelas do SBT), ouvir rádio (Jovem Pan), assistir a missa da pastoral carcerária aos domingos e tomar banho de sol todos os dias, enquanto Emerson quebrava pedras, descascava batatas e limpava os banheiros da penitenciária para ter direito a remissão da pena. Emerson também entrou no programa de leitura de livros, criado por Olavo de Carvalho, para ter direito a remissão da pena, mas não conseguiu terminar de ler Crime e Castigo de Dostoiévski nem com a ajuda de um dicionário e tirou nota zero na prova para saber se ele leu o livro (na verdade Emerson só sabia ler gibis da Turma da Mônica e revistinhas em quadrinhos).

Colaboração com Wellington Menezes de Oliveira e outras investigações da Polícia FederalEditar

 
Carinho de um miguxo de outros tempos no chan para cima do psytoré

Marcelo também é acusado de ter ajudado o assassino do massacre de Realengo, Wellington Menezes de Oliveira, que frequentava o Dogolachan e pedia dicas para executar o atentado, sendo que Marcelo teria utilizado Wellington como uma espécie de sock puppet, digo, meat puppet para os seus objetivos.

Anos mais tarde, Marcelo também ajudou na execução de outro atentado em Suzano, no estado de São Paulo. O objetivo dos dois atentados em escolas públicas era matar crianças e adolescentes indefesos e desarmados. A Polícia Federal também investiga a ligação de Psycl0n com grupos neonazistas que atuam em Brasília desde 1982.

Um desses grupos organizou uma festa de aniversário para uma menina de 5 anos e fez um bolo no formato de uma suástica (um crime TERRÍVEL de apologia ao nanismo, digo, ao nazismo). O comparsa de Marcelo, Emerson Eduardo Rodrigues Setim, conhecido como Pedola por sua preferência por "coroinhas", também é investigado por diversas agressões contra a ex-esposa, como chutes e socos, além de assassinatos de negros em Curitiba por motivação racista e pela morte de Rogério Gaspar.

Além disso, quando da primeira prisão do Marcelo junto a seu miguxo Pedola, havia um plano de uma execução a moda Columbine contra a UnB, que não foi adiante pelo fato de ambos terem sido pegos com a boca na botija, além de um plano de atentado contra a vida da Lola Aronovich, além é claro de um bocado de DORGAS (RIARRIRRIRI! DORGAS MANO!) que seria suficiente para indiciá-los por envolvimento com o narcotráfico, sendo que os mesmos escaparam dessa por terem bons ADeVOGADOS e um bom lobby em Brasília que só não superava o batalhão de advogados envolvidos no jogo sujo de tentar livrar o Lula da prisão no caso da Operação Lava Jato.

Criação do DogolachanEditar

 
Marcelo Maluco no Profissão Repórter da Rede Globo: "Se eu for preso vou sair logo logo!"

Depois de sair da cadeia, Marcelo passou a frequentar diversos chans na internet, mas foi expulso de todos eles por conta de seu comportamento tóxico, criando o seu próprio chan, o Dogolachan, um site de ódio inicialmente na surface, mas que hoje jaz na deep web, com vistas a assim buscar vingança em relação a seus desafetos, em especial contra a Lola Aronovich, uma espécie de Olavo de Carvalho do feminismo tupiniquim, chegando-se nisso ao ponto grotesco de fazer sites fakes com o nome da mesma com o objetivo de difamá-la, o que ao fim acabou apenas levantando mais e mais a fama da Lola a ponto de hoje se ter uma lei a "homenageando" e que no fim acabou sendo bem útil para levá-lo a cadeia novamente.

Além disso, o mesmo, a exemplo do que fazia nos tempos de Orkut, continuou a ostentar com as coisas erradas que fazia, tais como clonagem de cartão e armava outros golpes se utilizando de seus conhecimentos de computeiro com vistas a manter a boa vida, sendo que isso acabou não dando muito certo, pois mesmo com seus eventuais patrões não o mandando de volta pra cadeia por conta de suas lambanças, o mesmo ficava cada vez mais e mais queimado com seus eventuais empregadores, a ponto de ao final de sua carreira fora das grades, o mesmo se dar por feliz por ganhar um salário pouco maior que o de um pedreiro atuando na condição de pejotizado.

Ao fim de tudo, Marcelo foi preso novamente na Operação Bravata da Polícia Federal e desde então encontra-se preso em um presídio de segurança máxima em Campo Grande no Mato Grosso do Sul, sendo que além de ser condenado a mais de 40 anos de prisão, ele foi condenado à reparação de danos de R$ 1 milhão e ao pagamento de 678 dias-multa (no valor de um décimo do salário mínimo vigente em dezembro de 2016. O valor da reparação de danos, segundo o despacho, será destinado a programas de combate aos crimes cibernéticos e programas educativos da área.

Ameaças de morte ao ex-deputado federal Jean Wyllys e aos ministros do STF e ameaças de bombas nas universidadesEditar

 
Marcelo no jornal

Marcelo também é acusado de ameaçar de morte o ex-deputado federal Jean Wyllys, que segundo a Polícia Federal fugiu do Brasil com medo das ameaças de morte do Marcelo, que incluía nomes de ex-namorados e os bares e boates gays que o parlamentar frequentava, provando que Marcelo é um excelente detetive e que sabe tudo sobre suas vítimas

Marcelo também ameaçou de morte os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) através do grupo terrorista UR-MV (que significa Unidos do Realengo - Marcelo Valle), sendo que por conta de seus enormes tiros no pé, foi incapaz até mesmo de tentar tirar algum proveito que fosse da onda do bolsonarismo, o que se formos ver bem, foi um bem pra sociedade, pois assim o Brasil fica livre de mais um trolha metendo seu dedo podre nos rumos políticos do país.

Mesmo preso e condenado a 41 anos de reclusão, Marcelo continua sendo investigado no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura ofensas e ameaças aos ministros da suprema corte, provando que Marcelo não é apenas maluco e sem noção, mas maluco e perigoso e que faz ameaças aos magistrados que julgarão seu habeas corpus, impetrado por seu advogado que sempre é o último a saber das presepadas do cliente doidão.

Marcelo também ameaçou explodir bombas nas universidades. Daí o nome "Operação Bravata" da Polícia Federal, que prendeu Marcelo por terrorismo.

Tentativa de incriminar pessoas inocentesEditar

Marcelo tentou incriminar diversas pessoas inocentes em seus blogs e mensagens de e-mail, como o blogueiro Robson Otto Aguiar, o youtuber Izzy Nobre, o ex-estudante de química e administrador de chans Cauê Felchar, o analista de sistemas Ricardo Wagner Arouxa, você, tua mãe, tua prima e seu ex-comparsa Emerson Eduardo Rodrigues, que brigou com Marcelo depois de sair da cadeia (porque Marcelo teve regalias na cadeia por ter curso superior e o Pedolão não teve por ser um técnico de informática que finge ser engenheiro). Marcelo usou a identidade falsa de seus desafetos com o objetivo de direcionar as investigações, inquéritos e indiciamentos da Polícia Federal e da Polícia Civil para eles. Lola Aronovich sempre omitiu esse fato nos artigos de seu blog feminazi (Escreva Lola Escreva), demonstrando que não tem imparcialidade, sua falta de compromisso com a verdade, seu cinismo e sua natureza caluniadora, já que muitos inimigos do Psytoré também são inimigos dela e do movimento feminista, por serem machistas, misóginos, homofóbicos, transfóbicos ou simplesmente por terem nascidos homens.

DepoimentosEditar

  • Fernando Holiday: - "Racista?? Quem é racista? O Marcelo?? Ele é meu amigo!! Não é racista! Esses comentários que ele faz sobre os negros (que ele chama de crioulos) é brincadeirinha!! Trollagem de internet!! Marcelo é brincalhão!"
  • Pablo Vittar: - "Bem, ele primeiro passou a mão na minha bunda, apertou meus peitos e enfiou o dedo no meu cuzinho. Eu deixei. Eu sempre deixo meus fãs passarem a mão boba. Mas aí ele enfiou a mão na minha calcinha e segurou o meu grelinho. Aí eu gritei, pedi ajuda, gritei por socorro! Chorei. Nojo do senhor Marcelo Valle Silveira Mello. Travequeiro e estuprador!"
  • Policial feminina: - "O bilau dele é muito pequeno. Ele baixou as calças, tirou a cueca e todo mundo na corporação deu risada. Ha ha ha ha ha! É pequenininho!"
  • Perito criminal: - "Encontrei muitas fotos de pênis e de homens pelados e sem camisa nos computadores e celulares apreendidos no apartamento do Marcelo."
  • Colega de escola do Marcelo: - "Ele sofria bullying e não gostava das meninas, por isso está solteiro até hoje. Gay? Dizem que sim. Marcelo passava o recreio jogando Magic: The Gathering com os colegas e ou sozinho jogando Game Boy Advance. Era um nerd."
  • Jair Bolsonaro: - "Não sei quem é, Tá Okay? Presidiário? Ameaçou a biba louca do Jean Wyllys? Criador do BolsoCoin? Chega!! Eu já disse: Desconheço!!" - "Sei que o Marcelo é amigo dos meus filhos, mas DESCONHEÇO!!"
  • Severino (zelador do prédio onde Psycl0n morava com a avó em Brasília): - "Doutor: Isso é uma BICHONA!"

Criação do BolsoCoinEditar

 
BolsoCoin

Marcelo também é o criador do BolsoCoin, uma criptomoeda usada no Dogolachan como forma de pagamento por crimes cibernéticos, cujo objetivo inicial era de concorrer com criptomoedas como a BitCoin e a Monero no submundo da lavagem de dinheiro, que ao fim serve pra manter as aparências de anarcoscammers como o Daniel Fraga que espalham tais scams para os incautos como um investimento confiável, se achando super revolucionários por estarem passando seus recursos por fora do sistema fiduciário dos bancos centrais dos governos mundo afora, desconsiderando que cédulas bancárias já eram emitidas nos tempos do Barão de Mauá.

O nome vem de Jair Bolsonaro, o presidente poser que pra apelar se juntou a neonazistas e que foi denunciado por genocídio e crimes contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional por Lulistas que se aproveitaram da inação do mesmo na questão do Coronavírus para tentar jogá-lo em uma cilada no campo político, uma vez que o joguinho sujo de sair acusando os outros de neoliberal, fascista, nazista, racista, homofóbico, transfóbico ou o que o valha já estava dando com os burros n'água.

De qualquer forma, tal criptomoeda acabou por ser utilizada em fóruns anônimos na deep web como forma de pagamento para atividades chamadas de doxxing e swatting. A primeira diz respeito a usurpação de dados privados no BR para que os mesmos sejam expostos a outras pessoas (em especial, estelionatários) e a segunda é usada para uma espécie de trote a serviços de emergência. O objetivo da primeira é chantagear a pessoa ou tirar vantagem as custas da mesma, enquanto a segunda pretende apenas constranger a vítima.

O BolsoCoin também seria usado para a compra de drogas na deep web em sites parecidos com o Silk Road, sendo que tal criptomoeda, disponível na plataforma GitHub, foi criada pelo usuário Psycl0n, que se identifica em sua página como Marcelo Mello. Uma reportagem do jornal Correio Braziliense informa que trata-se de Marcelo Valle Silveira Mello. Não foi difícil para os jornalistas descobrirem a identidade do Psytoré.

Os planos iniciais eram de que Psytoré e sua patota enriquecessem em cima de tal criptomoeda a ponto de estarem livres da Polícia Federal, sendo que em tal intento, tal projeto foi um retumbante fracasso.

Vida de presidiárioEditar

Mesmo preso, Psytoré e sua quadrilha continuam aprontando, invadindo reuniões virtuais de feministas e professores negros e semeando o caos na internet, sendo que o grosso dos discípulos do mesmo estão em liberdade, gozando da impunidade e rindo da sociedade. Teoricamente Marcelo não tem acesso à internet, telefones celulares ou computadores, mas no Brasil presídio de segurança máxima é presídio de segurança mínima, onde um telefone celular entra com facilidade na cela.

Também enviaram ameaças de morte para o pedreiro de peruca Duda Salabert e para as vereadoras negras Carol Dartora e Ana Lúcia Martins, as primeiras parlamentares negras de Curitiba e Joinville, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Fantasias sexuais com outros homensEditar

Nem precisa sonhar. Marcelo está sempre tomando no cu, ouvindo e dançando as músicas do Pabllo Vittar, Anitta, Lady Gaga, Beyoncé e Madonna enquanto rebola sua bunda gorda e empinada no pau grande e grosso dos seus colegas negros de cela. Tem até fila no presídio para comer o Batoré. Seus apelidos na penitenciária de segurança máxima de Campo Grande no Mato Grosso do Sul são "Passivo do Grindr", "Passivo Guloso", "Passivo do Cuzão Rosa", "Marcela Traveca", "Rainha do deserto" e "Traveca da peruca loira". Alguns de seus namorados são chefes do Primeiro Comando da Capital, do Comando Vermelho e de quadrilhas de assalto a bancos. Batoré fez até uma tatuagem de passivo na bunda: Uma linda rosa vermelha desabrochando representando seu cu guloso piscando quando pensa no abdômen sarado e nos braços fortes do ator Arnold Schwarzenegger interpretando Conan, o Bárbaro na televisão. Ou quando pensa em sua boca beijando a linguiça com ovos do Tarzan. Marcelo chega a imaginar que é Xena sentada na cobra do Baphomet pedindo para não ser estuprada por Moloch.

Tentativa de suicídioEditar

Disposto a migrar para o presídio feminino, com o cu todo arrombado, sem pregas e com uma tatuagem de passivo submisso, de quem gosta de uma suruba gay, tatuada na bunda, Marcelo pediu autorização para ser submetido a uma cirurgia de mudança de sexo, mas o pedido foi negado pela Justiça. Inconformado e deprimido, Marcelo tentou o suicídio, mas não foi homem o suficiente para cumprir suas ameaças e se matar. Cada vez que olhava para seu bilau pequenininho e para a jeba dos companheiros de cela, Psytoré se convencia cada vez mais de que nasceu no corpo errado e que queria se vingar das mulheres jogando no mesmo time que elas. Agora seu nome seria "Marcela", a "traveca chupadora" e sua profissão seria profissional do sexo (prostituta). Seria o fim da dinastia de criminosos, marginais, delinquentes e doentes mentais da linhagem e pedigree do Psytoré. Só que não. Tudo não passou de um sonho e Psycl0n acorda na cadeia cercado de presidiários negros na cela como Fernandinho Beira-Mar e no meio de uma rebelião no presídio. Então Psytoré foi tomar banho com outros presidiários e deixou o sabonete cair no chão. Psytoré começou a peidar com seu cu arrombado e agachou para pegar o sabonete com medo de que alguma coisa pudesse acontecer. Pensando bem, nada que não estivesse habituado, como tomar no cu, mesmo assim tinha medo (ou desejo). Batoré olhou para cima e para os lados e viu um monte de pênis. Com água na boca, como uma bicha louca, pegou o sabonete do chão e se levantou.

Rabo de cavalo gayEditar

Para atrair mais a atenção dos machos Batoré adotou um novo corte de cabelo com um rabo de cavalo gay e um brinquinho na orelha, ganhando uma enrabada do cabelereiro da penitenciária que tem um pênis avantajado em sua bunda branquela e empinada. Marcelo gritou "Ui!" e com um sorriso no rosto rebolou o bundão na cadeira e disse "Que delícia! Abaixa na frente e pica bem atrás meu deus grego!". Piscou o olho, passou a mão no pau do cabelereiro e foi o início do namoro entre os dois. O cu do Psytoré piscava só de imaginar o pau preto e o culhão roxo de seu companheiro. Foi quando ele descobriu que seu deus grego era uma drag queen. Psytoré broxou e chorou como uma menininha.

Na cultura popularEditar

Marcelo é aquele vilão de desenho animado que sempre se dá mal no final da história, com a diferença que Batoré se deu bem na vida amorosa e está com o cu arrombado.

Projetos para quando sair da cadeia (daqui longos anos)Editar

Reportagem do Profissão RepórterEditar

MúsicaEditar

Namorados famososEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

ReferênciasEditar

  1. Minha filha Judia ou Alemã? Engenheiro EER.
  2. Marcelo Valle Silveira Mello: Culpado ou inocente? - Professor FH.
  3. A verdade sufocada sobre o Dogolachan. Engenheiro EER.
  4. Minha luta na deep web. Psycl0n.
  5. Assassinaram minha reputação. Volume 1. Emerson El Capataz.
CAPTURADO

 

Anunciamos que Marcelo Valle Silveira Mello não fará(ão) mais mal a ninguém,
pois se encontra(m) preso(s), morto(s) ou/e finalmente derrotado(s).

Agradecemos à(s)/a(o)(s): Polícia Federal pela sua captura.
Obrigado, Polícia Federal, certamente as pessoas poderão
dormir mais tranquilas graças a você(s).


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