Photo finish


Tomadinha do poder.jpg Photo finish tem PODER!
E te levará para qualquer lado da Força.
Photo finish sendo aplicado em uma corrida de carroça, provavelmente no Império Romano ou no Nordeste Brasileiro.

Cquote1.svg Você quis dizer: Photoshop Cquote2.svg
Google sobre Photo finish
Babel fish.gifTraduzindo: Acabamento da Foto
Babel Fish sobre Photo finish
Cquote1.svg Que porra é essa? Cquote2.svg
Você ao cair de paraquedas neste artigo.
Cquote1.svg Foto Fish Cquote2.svg
Português ao tirar uma foto de um peixe si mesmo.

Photo finish é uma tecnologia inventada para ver milimetricamente quem ganhou uma corrida, e que também serve para aqueles atletas espertinhos que gostam de se atirar na linha de chegada, muitas vezes fazendo os juízes tomarem no cu por não conseguirem ver quem chegou primeiro. Fazendo assim, menos empates e mais frustrações.

Essa façanha foi utilizada pela primeira vez no atletismo nos Jogos Olímpicos de 1932, porém como os EUA ainda amargava na pobreza e jogada na sarjeta sem mais nem menos, acredita-se que a tecnologia nem mesmo foi utilizada, até porque nem TV e computador direito essa gente tinha.

FuncionamentoEditar

 
Competidor utilizando a técnica do pulo do gato, para alguns ele está levantando voo.

Em uma corrida qualquer onde bêbados correm do inicio do cu do mundo até o final dele, duas câmeras são postas na linha de chegada para capturar a baderna nos últimos segundos da corrida. Contudo, o que poderia ser simplesmente uma diversão, ou simplesmente uma pergunta a Mãe Dináh sobre o chitoso que cruzou a linha primeiro, acaba por ser uma verdadeira incógnita na vida da plateia. Visto isso, as imagens finais da competição são transferidas para um computador com Windows XP (porque apenas essa versão do Ruindows é capaz de rodar esse vírus), e assim podem ser deturpadas com sucesso.

HistóriaEditar

 
A briga pelo primeiro lugar é sempre cheia de esforço.

No início do século XX, a vida só podia ser uma bosta, porque nem privada tinha naquela época. Contudo, as câmeras fotográficas que pareciam verdadeiros elefantes, ascenderam na sociedade e agora todos queriam ser fotógrafos. Muitas tecnologias e mecânicas foram inventadas para as câmeras, uma delas foi que poderia se ver por debaixo da saia das belas moças da época. E agora a análise de fotografias ficou ainda mais exitante.

Essa análise disfarçada de xeretagem, também vingou nas câmeras de gravação, e aí alguém muito esperto achou que poderia usar essa análise de gente desocupada para dar fim aos inúmeros empates que ocorriam em uma corrida de lesmas, por exemplo.

Inicialmente, a tecnologia era uma verdadeira porcaria, porque a resolução de uma câmera da década de 1910 não era lá as mil maravilhas, e pior, tudo era preto e branco, o que dava muita dor de cabeça e epilepsia nos editores, ou qualquer um que fizesse essa tortura.

 
Não adianta, se você não abaixar a cabeça, você não ganha.

Em 1908, junto com a patente da câmera fotográfica panorâmica, a patente do photo finish foi leiloado a preço de banana para grandes organizações de corridas usarem em conjunto, é claro que esse conjuntinho não prosperou e deu no que falar. No fim para terminar essa galinhagem, o COI e suas delegações fizeram um grande de um complô contra a indústria cinematográfica, e adivinha, com o sucesso dos Jogos Olímpicos, dinheiro era o que faltava para o COI, assim ganhando esse fuzuê de uma vez pro todas.

Historicamente o photo finish é usado desde os jogos de 1912, embora haja a contradição (pela Wikipédia) que ele foi usado nos jogos de 1932, então na dúvida, pode-se dizer que tudo não passou de pura ilusão do pessoal de 1912 a 1932, e olha que naquela época nem LSD existia.

Todavia, tudo isso não importa, porque foi apenas em 1968 que os resultados tirados do photo finish foram considerados. Foi também nesse ano que os Mexicanos declararam publicamente estarem com medo de espiões estadunidenses, depois de uma declaração falsa onde um piazinho americano diz ter colocado um vírus na rede de computação mexicana.