Peixinho-dourado

Peixinho-douradinho-bonitinho
Um peixinho-dourado em seu habitat natural
Um peixinho-dourado em seu habitat natural
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Acordados
Superclasse: Aquáticos
Classe: Peixes com espinha
Ordem: Cyforímpolas
Família: Cipriotas
Gênero: Caralhus
Espécie: Peixinho-douradinho-bonitinho
Caralhus caralhus

Peixinho-dourado, chamado de peixinho-vermelho por pessoas daltônicas, peixe-japonês no Japão e kinguio no Brasil, são um tipo de criaturas aquáticas de água, doce dóceis e domésticos que são peixes e são dourados. Eles são frequentemente mantidos como animais de estimação por pessoas que não gostam da natureza excessivamente carinhosa de cachorros. Aqueles que afirmam que os peixinhos-dourados são animais chatos ou inúteis também são do tipo que afirmam que os cães têm inteligência quase robótica e que os gatos possuem um arisco espírito independente, e de qualquer maneira essas pessoas devem ser evitadas a todo custo. O tempo de vida de um peixinho-dourado pode variar de zero a vários séculos, dependendo de como o animal foi bem cuidado.

Graças à engenhosidade humana de criar aberrações e sentir-se deus, há hoje 25 sub-espécies de peixinhos-dourados espalhadas pelo mundo, a maioria dessas sub-espécies artificiais são medonhamente deformados, as vezes com o corpo parecendo ter sido atropelado, as vezes cabeçudos, as vezes de olhos esbugalhados, como numa grande brincadeira de Spore.

EvoluçãoEditar

O peixinho-dourado moderno é o resultado de séculos de reprodução seletiva. Tudo começou na China Antiga, durante o período conhecido como Dinastia dos Exércitos dos Xing-Ling Shaolin Kung Fu. As pessoas começaram prendendo grandes carpas em barragens como um aterrorizante método de tortura medieval, ao arremessar prisioneiros em tanques repletos de carpas para que essas pessoas sofressem com as cócegas desferidas pelos peixes. Com o passar do tempo, estas carpas começaram a se habituar ao pouco espaço e à falta completa do que fazer da vida, tornando-se meros ornamentos para aquários. Os chineses ficaram contentes com suas novas decorações, e passaram a basear a maior parte de seus escritos, religião e cultura em torno da preservação de peixinhos-dourados, o que explica como um ser tão fraco e besta como um peixinho-dourado tenha sobrevivido à seleção natural. Então, um dia, eles começaram a notar que algumas das carpas de cativeiro haviam desenvolvido uma mutação que deixava-nos com escamas douradas. Cruzando cuidadosamente estas carpas-douradas com carpas-elétricas, eles foram capazes de criar uma criatura semelhante ao peixinho-dourado conhecido dos aquários de hoje.

AnatomiaEditar

O peixinho-dourado é um dos poucos animais do mundo desprovidos de cérebro, pois ao longo de sua evolução os humanos deram preferência aos peixinhos-dourados mais estúpidos que não reclamariam de viver num aquário das dimensões de numa taça de vinho, o que explica a inexistência de memória destes seres, que dura apenas 3 segundos.

Em média, os peixinhos-dourados atingem 500 gramas e 30 centímetros de peso e tamanho, sendo eles classificados como seres frágeis e irrelevantes.

O que realmente chama a atenção nestes pequenos peixinhos-dourados é a cor dourada de suas escamas, porque se não fosse isso o seu nome seria "peixinho-marrom" ou qualquer coisa do tipo. A coloração dourada do peixe e seu nome "peixinho-dourado" leva muitos leigos a suporem que estes peixinhos são de fato feitos, parcialmente ou totalmente, do elemento ouro (símbolo Au e número atômico 79 na tabela periódica). Na verdade, a coloração dourada das escamas do peixinho-dourado nada tem a ver com ouro, mas sim com a presença de pequenos cristais de alumínio, claro, anodizados, que geram a cor dourada, resultando na criação de células que geram pequenas descargas elétricas que os peixinhos-dourados utilizam para auto-defesa. Como os peixinhos-dourados são conhecidos por serem ferozmente territoriais, eles precisam dessa capacidade de dar eletrochoques para proteger as suas crias de predadores como lobos e hienas.

HabitatEditar

No início do século XX o peixinho-dourado encontrava-se em crítica ameaça de extinção, pois vivia nos rios da China onde qualquer outro peixe maior os comia na maior facilidade. Então, para evitar a catástrofe de sua extinção, os bondosos humanos então capturaram os peixinhos-dourados da natureza, proporcionando-lhes um novo lar bem mais confortável e seguro, que seriam aquários redondos de hipsters espalhados pelo mundo, aquários estes medindo cerca de 30 centímetros de diâmetro por 20 centímetros de altura, espaço mais do que o suficiente para os peixinhos-dourados fazerem o que sabem fazer de melhor, que é absolutamente fazer porra nenhuma o dia inteiro.

São peixes extremamente burros, por isso os donos de seus aquários devem ter cuidados especiais, como evitar enfeites nos quais os peixinhos-dourados podem esbarrar e se ferir, e evitar areia no fundo, pois os peixinhos-dourados comem a areia achando ser amendoim, se engasgam e morrem.