Obra Arquitetônica de Frank Lloyd Wright

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Obra Arquitetônica de Frank Lloyd Wright é um conjunto de 8 construções inabitáveis projetadas por Frank Lloyd Wright e que representam o ápice de sua arquitetura orgânica, uma variação da firula modernista na qual o que importa é o visual dos edifícios e não a funcionalidade de se viver ou frequentar seus interiores (não a toa todos esses edifícios não servem como habitação). Todos esses edifícios destacam-se por não se importar nem um pouco com cadeirantes ou cegos, para esse público Frank Wright está pouco se fodendo.

Estas obras caracterizam-se sobretudo por: Telhados que não são devidamente reforçados e acabam tendo risco de cair com o tempo; Cômodos sempre cheios de goteiras; Fundações de concreto que são frequentemente muito fracas; Uma crença de que seus edifícios nunca precisarão de manutenção; Gastos exagerados de energia; Os sistemas de drenagem nunca suportam a quantidade de água que realmente precisam drenar; Priorização da estética acima de todo o resto; E um profundo desejo de que cadeirantes jamais visitem seus edifícios.

Museu Solomon R. GuggenheimEditar

 
O Museu Solomon R. Guggenheim, um prédio em formato de xícara de café. Grandes merdas.

Localizado em Manhattan em Nova York, foi um museu encomendado por Roberto Salomão Gugenhão, um excêntrico artista plástico e bilionário que não sabia onde desperdiçar sua grana então decidiu financiar e construir no coração de Nova York o prédio mais feio possível. Ele contratou para tal missão o famoso Frank Lloyd Wright, porque ninguém era melhor que esse arquiteto em projetar os edifícios mais horrorosos possíveis. Frank Wright recebeu uma ordem clara: "Você precisa projetar o museu mais ridículo possível, algo nunca antes visto", e foi então que ele precisou utilizar toda sua criatividade em pensar num prédio em formato de Chiforínfola (molusco da espécie Thatcheria mirabilis). O resultado final foi um prédio em formato de xícara de café gigante e branca que a cada semana já está completamente coberta de fuligem necessitando de limpeza. Há uma certa obsessão por formatos cilíndricos nas formas desse museu, como uma alusão de que na arte moderna os preços exorbitantes daqueles quadros mal-feitos são como uma piroca cilíndrica enfiada no seu rabo, dói mas você adora mesmo assim.

Como museu de arte moderna, é estritamente proibido no interior do Museu Solomon R. Guggenheim qualquer quadro bonito, sendo permitindo apenas uma enorme variedade dos quadros mais feios que o modernismo já produziu, quadros feitos por pessoas com Mal de Pharkinson e quadros pintados com o cu em geral. As piores artes possíveis podem ser encontradas lá.

Casa da CascataEditar

 
Bem vindo ao Fallingwater, ou em português, "Casa do Fungo e do Mofo".

Isolada no centro da Pennsylvania, é uma casa repleta de problemas estruturais, mal feita, gelada, longe de tudo e completamente tomada por mofo em toda parte, é o exemplo mais marcante e mais mundialmente conhecido sobre como a arquitetura modernista é uma grande porcaria que só faz é seus residentes sofrerem. São quartos pequenos com tetos baixos (com a desculpinha de que é para incentivar as pessoas a irem socializar na ampla sala de estar e varandas), uma cozinha com fogão a lenha, umidade e barulho por toda parte, uma casa absolutamente impossível de usar como residência (ou seja, o modernismo em sua expressão máxima).

Não bastasse o ambiente insuportável, ainda tiveram ideia de projetar as cascatas de tal forma que podem ser vistas apenas por quem está fora da casa no meio do mato, de forma que os residentes só possam ser atormentados pelo som, sem poder enxergar tal beleza das cascatas.

Originalmente a casa pertencia a um tal de Edgar Kaufmann, mas era tão insuportável ficar ali que nenhum de seus descendentes quis continuar na residência, que logo virou um museu que ninguém visita.

Casa Frederick C. RobieEditar

Um dos primeiros trabalhos de Frank Lloyd Wright, uma casa qualquer lá em Chicago. Está listado como patrimônio mundial porque é o típico trabalho de arquiteto, que desenha qualquer porcaria e vai embora para a Europa deixando os engenheiros se virando pra conseguir erguer aquele troço horroroso. Esta casa é amplamente caracterizada pelas enormes marquises e telhados que cobrem vastas porções de área inútil. Muitas linhas horizontais e verticais compõem o visual, porque Wright considera que assim é melhor para manter a sustentação de um edifício.

Templo UnityEditar

Localizado no vilarejo de Parque dos Carvalhos, é mais uma das sandices de Frank Lloyd Wright que possui grande importância e vanguarda para a história da arquitetura, porque ele conseguiu projetar um edifício que fosse arquitetonicamente horroroso e sem graça por fora mas belíssimo e incrivelmente bem detalhado por dentro. Afinal é uma igreja do unitário-universalismo (religião que você nem conhece) e esse tipo de arquitetura expressa bem que o importante é o que temos dentro de nós, e não nossa aparência exterior (a vaidade).

Casa Herbert e Katherine JacobsEditar

Uma casa em Wisconsin, que sempre chama atenção mais pelo gramado bem aparado do que pela casa em si. Foi a primeira casa em que Frank Lloyd Wright utilizou o adjetivo "usônia" para classificá-la, palavra inventada por ele para definir uma arquitetura genuinamente americana, mas ele não queria usar a expressão "arquitetura americana" porque aí pode confundir, Brasil também é América e é um país fudido, então fica melhor dizer que essa casa foi criada em estilo usônio. Mas o que seria o estilo usônio? É quando uma casa é visivelmente inspirada naqueles estacionamentos de trailers (os famosos "Trailer park"), só que ao invés de ser móvel, o desconforto é estático naquele casebre de madeira.

Taliesin EastEditar

 
  Cadeirante nem é gente  
Frank Lloyd Wright antes de ter ideia para mais uma casa bizarra

Talvez a única obra realmente boa de Frank Lloyd Wright, mas sabe por que? Porque é a casa em que ele foi morar com a amante, então como era uma casa para ele mesmo, não iria fazer uma porcaria nada funcional como todas seus outros projetos. A casa de verão está em Spring Green, isolada no interior de Wisconsin, é a única obra de Wright que é plenamente habitável.

Foi palco de um episódio macabro em 1914, quando um dos empregados da mansão, Julian Carlton, deu o louco e incendiou a casa para matar a amante de Wright, porque ele como era um corno bravo, odiava aquela promiscuidade.

Wright nãos e abateu, uma amante a menos ou a mais não impediriam dele projetar o Taliesin II, embora em 1925 outro incêndio destruísse a casa, porque ele é arquiteto, então nunca se preocupou sobre por onde passa a fiação elétrica, e o pedreiro fez uma gambiarra que deu curto circuito.

Então criou o Taliesin III, sem fiação elétrica, bem modernista assim, simbolizando que a noite é para dormir e ficar no escurinho. Desde então, passou a usar a própria casa para testar suas loucuras, fazendo reformas todo mês.

Taliesin WestEditar

Construído no meio do deserto do Arizona, mantendo o seu estilo "eusônico", é outra das casas de Wright que são impossíveis de se morar, até porque o lugar é um forno inabitável, servindo apenas como enfeite porque usa rochas da região para a construção das pilastras.

Casa HollyhockEditar

Escondido na periferia de Los Angeles, está incluída nos patrimônios mundiais só para fazer número mesmo, porque não passa de um cubo cinza, feio e sem graça.