Línguas semíticas

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As línguas semíticas são a família de línguas do norte da África e do Oriente Médio que fazem parte das línguas camelo-xing-ling. Esta região, como se sabe, é um lugar seco pra caralho, cheio de árabe, judeu, palestino e hauçás (o que é isso?), enfim, esse povinho que gosta de deserto e os bejas, que talvez gostem de deserto também se soubermos onde eles ficam. São eles que são os semíticos e falam essas línguas que nazistas em geral não gostam.

As línguas semíticas mais comuns faladas hoje são o árabe, o maltês, o hebraico, o amárico, o aramaico e o tigrínia (sim, essa porra existe, também só soube agora pesquisando). Elas derivaram todas do hebraico, como toda língua, por causa da Torre de Babel, como podemos ver na Bíblia.

O termo "semítica" para essas línguas é etimologicamente errado de algumas formas, mas é o termo padrão em linguística, então foda-se.

Essas línguas são idiomas asiáticos e africanos misturados que ninguém mais é capaz de entender além deles próprios, com fonética engasgada e alfabetos sempre em rabiscos que fazem qualquer um achar que eles estão fazendo sons aleatórios quando falam e rabiscando aleatoriamente quando escrevem. Ou sejua, primeiro elas não tem vogais, depois são escritas com alfabeto klingon.

Como o a Bíblia e o Alcorão foram escritos nessas línguas, não é de se estranhar que ninguém entenda o que está escrito nesses textos sagrados e todo mundo se mate até hoje (literalmente) pra interpretá-los.

Eis aí para vós um reles exemplo de uma frase escrita numa língua semita: לבנון היא מדינה מצפון לישראל, מדרום ומערב לסוריה וממזרח למים. מקור השם לבנון הוא בגבינה הלבנה ירודת האיכות שיוצרה בה. Como ela fala sobre a profissão da tua mãe, eu não vou traduzir. Pra isso serve o Google tradutor.