In Utero

In Utero
In Utero pombo 2.jpg
Capa
Lançado em 1993
Gênero Música grande e garrancho sonoro
Gravadora Cquote1.svg The biggest pieces of shit I ever met Cquote2.svg
Steve Albini


In Utero é um álbum quase póstumo de Kurt Cobain com participação especial dos outros membros Krist Novoselic, Dave Grohl e Pat Smear. Saiu em 1993 quando eles se cansaram de enfiar dinheiro no cu depois do sucesso de Deixa pra Lá e decidiram gravar material novo, que resultou no álbum mais aclamado pelos fãs desde "Illiteracy Will Prevail". Esse álbum é muito mais grande que o anterior, os membros cansaram de fazer música pop pra ter alguma relevância (Kurt amava a fama) e gravaram esse álbum que é bem sujo, já que não passaram água sanitária nele. É composto de 12 músicas, com uma extra com um nome extremamente amigável ("Gallons of Rubbing Alcohol Flow Through the Strip"), que inclusive foi gravada no Rio de Janeiro antes daquele fatídico show na Praça da Apoteose. Apenas 6 músicas são realmente ouvíveis para quem não tem um "gosto refinado".

HistóriaEditar

Os membros gravaram In Utero enquanto estavam perdidos nas geleiras de Minnesota. Estavam pensando em Jack "The Ripper" Endino e Steve Albini (em português: Estevão Albino, por isso eles gravaram em Minnesota!) pra produzir o álbum, Jack Endino já tinha produzido o álbum Bleach, mas estavam cansados dele pois ele não fez a música deles ser boa automaticamente, e Steve produziu alguns álbuns que Kurt gostaria de copiar, então resolveram escolher Steve Albini. Tiveram duas semanas para fazer o álbum, em 13 dias eles teriam que ter pelo menos 4 músicas e inventar alguma tendência de moda grunge, o resto eles improvisavam no último dia. Eles usaram vários microfones para captar até mesmo os mais lindos sons eruditos e harmônicos dos instrumentos, que definitivamente não imitavam o grito de uma diarreia de feijoada do almoço de domingo. Eles não entenderam que não adianta enfiar jóias preciosas em um colar de merda, ele continuará sendo um colar feito de merda. Kurt disse que ficou orgulhoso do que se tornou In Utero, pois teve um pouco mais de liberdade pra fazer a merda que quiser sem nenhum produtor mala falando pra ele parar de injetar guitarra na heroína.

CançõesEditar

 
O pessoal do Oriente Médio não perde tempo mesmo...

1. "Serve the Servants" – 3:34: Instrumental digno de salões de dança do tempo de nossas avós. Refere-se á vida de Kurt Cobain, mostrando que não é só desgraça e que não odeia mais o próprio pai, o que é algo raro pois ele odiava até a si mesmo. Diz ele que está cansado de ser o popstar que tocava modão nos barzinhos por aí, que já tem mais dinheiro do que pode desperdiçar e que qualidade não é a praia da banda, referindo-se aos críticos que insistiam em não entender isso... E claro, como sempre, está defendendo a esposa dos comentários mais que certos.

  I tried so hard to have a father, but instead I had a dad  
Letra de Serve the Servants
  E o Quico?  
Ouvinte sobre letra acima

2. "Scentless Apprentice" – 3:47: Inspirado em um livro chamado "Perfume". Isso mesmo, não parece, mas Kurt sabia ler! Rara ocasião em que outro membro da banda participou da criação da música. Dave Grohl apresentou uma parte da guitarra e da bateria, Kurt achou uma bosta (no Nirvana isso é um bom sinal) e trabalharam na música até que ficasse "apresentável". Pra gritar nessa música, o desgraçado criou uma tática: enfiar o microfone na boca e beliscar o mamilo direito. Não se sabe como, mas funcionou.
3. "Heart-Shaped Box" – 4:39: Música mais pop e poser do álbum e que mais uma vez mostra seu lado gado. É um About a Girl parte 2, mas o alvo é outra mulher, a Cu de Ney. Tentam decifrar a música há muito tempo, e chegaram á conclusão que foi mesmo a Courtney que o matou na tentativa de roubar a caixa de chocolates com formato de coração. Heart-Shaped Box atingiu n° 1 em várias paradas de sucesso, com a oposição da banda. É uma música que dá sono, e críticos adoram músicas que dão sono.
4. "Rape Me" – 2:49: Mais uma música pop pra não xingarem muito eles. Em Rape Me, Kurt pede pra ser estuprado (?). As pessoas pensavam que era uma música que fazia apologia ao estupro, mas era exatamente o contrário. É que as pessoas não entendiam o que ele falava na letra pois o microfone ainda estava na boca desde Scentless Apprentice. Essa música praticamente criou o conto "Chapeuzinho Vermelho", pois incentivou o Lobo Mau a fazer coisas obcenas com a vovozinha.

5. "Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle" – 4:07: O título se refere a uma camponesa francesa que foi para Seattle para vender boqu... quero dizer, baguete e cacetinho. O que de interessante há nisso?
 
Fã maluco, depois de terminar de ouvir o álbum pela centésima vez

6. "Dumb" – 2:29: É sobre pessoas que ficam o dia inteiro no computador jogando MMORPG xingando no microfone e que não estudam, não tem namorada e nem mesmo boneca inflável mas mesmo assim são felizes, além de mostrar na letra que gostava de pegar um solzinho.
7. "Very Ape" – 1:55: Inveja de macacos pois sabem fazer mais música batendo em pedras do que eles, além de cantar melhor. Além disso, é sobre machos escrotos que se acham o rei da cocada preta mas que não sabem nem tocar Smells Like Pipi no ukulele.
8. "Milk It" – 3:52: Pelo título, dá pra deduzir que é sobre masturbação grupal com os brodi. Mas não, é uma música de premonição do suicídio do vocalista prevista pelos maias, além de afirmar que é um parasita que veio diretamente do jogo Spore.
9. "Pennyroyal Tea" – 3:36: Sobre tomar um chazinho ás 4:20 com Leonard Cohen. Para mais informações, disque 0800-777-666.
10. "Radio Friendly Unit Shifter" – 4:49: Música feita pra competir com Britney Spears na rádio. Nada demais.
11. "tourette's" – 1:33: Não, não é sobre alguém enfiando três pepinos no cu, é sobre pessoas com a Síndrome de Tourette, que costumam xingar até o Papa por motivo nenhum. Música totalmente punk e que precede instrumentos quebrados.
12. "All Apologies" – 3:50: Aqui, Kurt pede desculpas por ser homem e culpa a si mesmo por ter fimose. Conta com pérolas como   What could I say? Everyone is gay   que mostra que ele escrevia qualquer merda pra fazer a letra, além de um final repetitivo que dá sono.
13. "Gallons Of Rubbing Alcohol Flow Through The Strip" – 7:33: Provavelmente a melhor música do álbum. Improvisação tosca que ficou como um extra no álbum somente pra encher linguiça, é só olhar o título. Parece que os membros estão morrendo lentamente ou com preguiça.

RecepçãoEditar

 
Mãe solteira dando a luz ao seu 300º filho

A cagada foi muito elogiada por críticos, alguns deles, com mais pique 'Raul Seixas' de música, não gostaram do álbum porque não era poop o suficiente pra agradar todas as etnias. Tirando essas pessoas, o planeta Terra inteiro se curvou a essa genialidade de álbum e todos deram um tiro de espingarda no céu da boca como homenagem. E claro, a maior indicação que seu álbum foi bem-sucedido, muito mais que vender 100 milhões de cópias, que é ter alguma(s) música(s) do álbum em algum Guitar Hero.

Fetos expulsos do úteroEditar

  • Trezentos microfones: Captou tudo com elegância
  • Kurt Cobain: Fez o álbum
  • Krist Novoselic: Bixa
  • Dave Grohl:  
  • Kera Schaley: Aquele trambolho gigante chamado Cello em "Dumb" e "All Apologies"
  • Steve Albini: Administração da cagada