Homem da Meia-Noite

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Foto atual do Homem da Meia Noite, aguardando o próximo carnaval pra entregar flores para a Dona Florinda desfilar pelos Quatro Cantos de Olinda.

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Google sobre Homem da Meia-Noite

O Homem da Meia-Noite ou Clube Carnavalesco de Alegoria e Crítica O Homem da Meia-Noite é o mais famoso boneco de Olinda de todos os tempos, tão famoso que inspirou até mesmo Roberto Bolaños a criar um certo personagem de chapéu, terno, paletó e gravata, charuto, bigodão e buquê de rosas para poder tomar uma xícara de café e a buceta de uma senhora de bobis nos cabelos. Ele é conhecido como o grande inaugurador do carnaval de todos os anos na cidade de Olinda, por falta de um boneco melhor e porque a Mulher do Dia, sua esposa por alguns míseros minutos a cada ano, é muito feia, o que faz com que seu jeitinho polido e seu paletó cheguei dos infernos com muita lantejoula, torne-se o portador por alguns dias da chave da cidade de Olinda, uma honra impressionante que ao mesmo tempo nos lembra que a chave do Rio de Janeiro está eternamente numa das mãos do Cristo Redentor, o que explica porque todo mundo entra lá e faz o que quer, o boneco não impede ninguém tomar as chaves e fazer o escarcéu que der na telha... Isso também explica porque no carnaval Olinda vira uma baderna maior, beeeeeeeeeeeeeeeeem maior do que já é (e olhe que ela já é ruim pra caralho sem o carná, imagina no período dele...).

Historinha de sua vida atribuladaEditar

O bloco foi criado em 2 de fevereiro de 1931 por um grupo de serviçais de casa: um pintor de paredes e portas igual ao Pedro Paulo Pereira Pinto, um carpinteiro que pegaram pra Cristo, uns encanadores que viram que o problema do boneco era só lá na mangueira e um sapateiro que gastou muito couro e cola de sapateiro pra poder fazer os gigassapatos do bonecão.

Os garotos ficaram putos que a diretoria de um outro bloco que costumava abrir o carnaval da cidade, o Cariri Olindense, não permitiram eles fazerem servicinhos durante o desfile do bloco. Com isso, criaram esse boneco inspirado na macumba, um calunga, que causou uma treta maligna no carnaval, e eles viviam dando porrada um no outro, até que enfim fizeram um acordo e o Homem da Meia Noite entregava a chave da cidade depois de fazer a festança toda pro Cariri. Ok, no fim das contas, o Homem da Meia-Noite virou Patrimônio Vivo de Pernambuco (vivo?), já o Cariri só aqueles saudosistas doentes de carnaval lembram que existe mesmo (eu só postei essa merda porque vi na Wikipédia, desculpa!).

FamíliaEditar

Em 1967 o Homem da Meia-Noite conseguiu uma namorada: Mulher do Dia, só que eles só se encontravam pra uma rapidinha, e assim até hoje só se pegam bem rápido. Por incrível que pareça, nessas rapidinhas nasceriam dois filhotes: O Menino da Tarde em 1974 e A Menina da Tarde em 1977. Nem Chucky ou Tiffany conseguiram um triunfo desses na rapidinha que deram em A Noiva de Chucky, huehaheuah