Mudanças entre as edições de "Absolutismo"

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[[ImagemArquivo:Henrique VIII.jpg|thumb|right|200px|Monarca absolutista europeu clássico, gordo e feioso.]]
{{Você quis dizer|Reinado}}
{{Experimente também|Feudalismo}}
 
==Teoria==
[[ImagemArquivo:Maria antonieta new version.jpg|thumb|left|Vantagem de ser um monarca absolutista é a rainha.]]
Na teoria absolutismo indica poder do absoluto, sendo que se é absoluto ele tem poder, vindo sua própria característica absoluta que é a ideia de absoluto. à parte teorias linguística e sofismos, no campo político-social o termo absolutismo refere-se a um sistema de governo onde o rei tem totais poderes para qualquer coisa, ele é um semideus, sendo que alguns acreditam nessa historinha para boi dormir.
[[ImagemArquivo:Palacioversalhes f 005.jpg|thumb|right|Rei francês, esse cabelo é peruca.]]
O rei dentro do Absolutismo, não só pode tudo como tem poder para definir a economia de seu país, por isso que os portugueses viviam endividados com os ingleses, o rei comprava, mas não sabia fazer contas, o rei também podia matar quem quisesse, mas óbvio que era bom ele não se meter com a nobreza, afinal, independente do país, a corte nunca passou de um bando de cobras afim de abocanhar o trono, traições, mortes e balas perdidas sempre foi algo comum por baixo dos panos dos reinados absolutistas.
 
{{C|Então os estados do Brasil descendem do Absolutismo, não sabia que esse era o nome do pai da [[Bahia]].|[[Carla Peres]]|a ideia anterior.}}
 
Um exemplo prático e doméstico dos poderes ilimitados do rei sobre um país é a relação entre você, [[sua mãe]] e a sua casa. Na sua casa você é obrigado a obedecer de forma incontestável as ordens de uma outra pessoa que tende a mandar você fazer tudo o qual ela não esteja afim, você obedece, com medo de uma represália, de castigos físicos na base da vassourada a sanções econômicas como o corte da mesada.[[ImagemArquivo:Rei11.jpg|thumb|left|Monarca absolutista de uma [[Minas Gerais|região da América]].]]
 
==Monarquias absolutistas pelo mundo==
Na Idade Média, não haviam países, apenas aglomerados de reinos, a unificação desses territórios sob uma única bandeira, u único líder incontestável é o que gerou as monarquias absolutistas, tudo isso acompanhado de muito sangue, mortes e diversas cenas dignas de aparecer em [[300]] e com torturas de deixar os diretores das sequências aterrorizantes, de tão ruins, de [[Jogos Mortais]] com o estômago revirado.
 
O primeiro país a se ajuntar foi [[Portugal]], com as conquistas de D. Manuel e seu exército composto de outros Seus Manuéis, todos com bigode típico e munidos com seus pasteizinhos de Belém. Após expulsar os mouros com a ameaça dos filhos dos mouros que ali nascessem herdarem a inteligência dos habitantes os portugueses se ajeitaram e criaram seu estado.[[ImagemArquivo:Bouncy castle 2.jpg|thumb|right|Castelo de um rei absolutista.]]
 
Depois foi a vez da [[Espanha]] se absolutizar, por meio de um casamento arranjado entre um príncipe e uma princesa, mas nada de purpurina e fadas como os desenhinhos da [[Disney]], o casamento foi por puro interesse, com a unificação da Espanha, uma das consequências foi o [[Descobrimento da América]], a maior merda já feita pelos europeus.
 
A Inglaterra, após várias reuniões com muito chá acabaram entrando na onda desses países unificados e montou seu reino sob as mão de um rei gordo, essa história de rainhas mandando é coisa recente, na época da unificação a política era ainda mais machista, lugar de mulher era no fogão à lenha.
[[ImagemArquivo:Prince machiavelli.jpg|thumb|right|Típico apoiador do Absolutismo.]]
==Apoiadores dessa loucura==
 
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