Eric R. Wolf

Uma imagem nunca antes fotografada de Eric R. Wolf que após exames de fezes na Universidade de Eale descobriu o culto amazônico à Brujeria.

Cquote1.svg Quem??? Cquote2.svg
Busca do Google sobre Eric R. Wolf

Cquote1.svg Nunca ouvi falar... Cquote2.svg
nativo mexicano sobre Eric R. Wolf

Eric R. Wolf é um antropólogo desconhecido, portanto quase ninguém nunca ouvia falar nele e muuuito pouca gente leu alguma coisa ao seu respeito. Sua teoria é insignificante em todos os amplos sentidos do termo insignificância. Muitos duvidam até mesmo da sua existência dentro e fora dos meios acadêmicos intelectualóides de feira de livro.

Reza a lenda contada por uns poucos que R. Wolf teria praticado um estudo contra os mexicanos do México na década de 1970. No entanto seu críticos sempre que conseguem acreditar em sua existência, afimam que àquela época Wolf ainda não teria realizado seus exames de fezes na Universidade de Eale, não sendo por tanto um antropologista até então.

Mais tarde, em 1987, Wolf teria sido visto andando pelado em um posto de gasolina na Cracolândia às três horas da manhã importunando os pivetes fumadores de loló e pedra com questionamentos teórico-metodológicos, relatando em vão suas descobertas de um estranho culto na Amazônia, lugar onde muitos duvidam que tenha visitado.

O Culto Amazônico da BrujeriaEditar

 
Piolho, 14 anos, fumador de crack, é um dos principais suspeito quanto a autoria dos principais boatos sobre a existência de Eric R. Wolf e o Culto Amazônico da Brujeria.

Segundo Piolho, um pivete da Cracolândia que teria ouvido as elocubrações sobre o campo de Wolf, há muito mais coisas insignificantes a serem ditas sobre este assunto.

Os estudos deste antropologista desconhecido estariam centrados no punhado de merda que ele tem entre as orelhas, portanto na cabeça no Culto Amazônico da Brujeria. Trata-se de uma seita residente no estado do Amazonas de ex-seringueiros plantadores de ópio que todo dia 23 dos meses ímpares, se reúnem em meio ao deserto (onde certa vez houvera uma floresta) para invocar o espírito mor da chapação, também conhecido como Brujera e lamentarem ritualmente em comunhão a queda do valor de suas ações na Bovespa.

Piolho acredita ainda que Wolf supostamente acreditava que os adeptos deste estranho culto acreditam que a lamentação em consonância com o transe induzido pelo ópio seria capaz de abrir uma porta em direção a uma misteriosa dimensão elítica. O Portal de Brujera como é conhecido por esta gente imaginária (de hábitos rudes e portadora de mal hálito) se conformado em sua totalidade seria capaz de levá-los a dimensão da Ilha de Caras onde cada ex-seringueiro plantador de ópio teria direito a 40 15 semi-virgens socialaites plastificadas e ciliconadas (todas elas com muito mais de 40 anos), um mordomo, uma toalhinha escrito "Ilha de Caras" e três refeições diárias durante um período ritual de cinco anos.

QuestionamentosEditar

Por outro lado, muitos antropologistas de verdade acreditam que Wolf, o culto amazonico da brujeria e tudo mais aqui relatado jamais tenha existido, sendo produto da mente insanizada de garotos de nove a quinze anos que destruíram seus intelectos ao consumirem pedra como loló e/ou loló como pedra.

Na última Reunião Brasileira de Antropologia foi formado um grupo de trabalhos intitulado "Quem diabos inventou Eric. R. Wolf?!" para investigar antropológica e etnograficamente a verdadeira origem de toda esta merda deste personagem. Os debates no entanto foram inconclusos e muitos se retiraram antes de seu início uma vez que o datashow não funcionou e não existia qualquer vestígio de uma garrafa térmica com café com ou sem açucar no interior da sala.

Veja tambémEditar