Cultura da Libéria

Libéria é um país artificial, e portanto sua cultura é artificial também, pois como se sabe a população desse país é feita de renegados negros expulsos do racista Estados Unidos, e eles tentam de todo jeito copiar os norte-americanos no seu gosto ruim pra música, literatura e costumes, mas falham miseravelmente pois moram na África onde não existe qualquer chance de desenvolver qualquer tipo de cultura mainstream.

ArquiteturaEditar

 
Liberiano vestido numa pele de Wookiees, roupa típica do país.

Com uma arquitetura clássica, a Libéria é reconhecida por suas tradicionais ocas feitas de palha seca nas aldeias adjacentes à capital Monróvia. A cidade em si é famosa entretanto inspira-se na arte das casas feitas de madeira, palafitas, tábuas e tijolos no reboco, tudo numa caótica harmonia de uma urbanização deliberadamente não planejada visando uma naturalidade única da disposição dos barracos.

ArteEditar

Basicamente a arte da Libéria consiste na confecção manufaturada de sinistras esculturas de rostos humanos talhados em madeiras geralmente com expressões de seriedade/fome, e também a arte de fabricar bonequinhos de vudu a partir de restos de folhas de espigas de milho.

MúsicaEditar

A música tradicional africana é muito presente na Libéria, aquela focada no uso contínuo e incansável de tambores e qualquer coisa que sirva para batucar para produzir os mesmos ritmos cansativos de coisa batendo. É dessa música que se dança o mambo-jambo, o ritmo mais típico da Libéria.

O povo liberiano é muito ligado à música gospel, e quanto mais desafinado e mais gritado forem as músicas, melhor. Eles imitam isso da cultura musical do Missouri.

LiteraturaEditar

Se alguém diz que a literatura da Libéria possui algum destaque, está sendo bonzinho demais. Com muita pesquisa árdua você pode encontra o autor Edward Wilmot Blyden ou o livro de domínio público Assassinato da Minha Tia por Radicais Doidos, um clássico para quem sabe ler naquele país.

VestuárioEditar

Aceitando-se que a Libéria é um país da África que não conhece até hoje a tecnologia do tecido, usando todos retalhos de pele de texugo. Outra peculiaridade da indumentária liberiana é o acréscimo de uma AK-47 de boleira no ombro, que no país, por lei, é considerado apenas acessório e não arma de fogo.

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