Culto à Apple

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Cquote1.svg Você quis dizer: Cultos da iGreja iNiversal? Cquote2.svg
Google sobre Culto à Apple

Cquote1.svg Steve Jobs é meu pastor e nada me faltará! Cquote2.svg
Seguidor do Culto a Apple sobre Steve Jobs

Cquote1.svg Ainda não recebi minha carteirinha! Cquote2.svg
Bill Gates sobre Culto a Apple

Cquote1.svg E eu também não! Cquote2.svg
Linus Torvalds sobre a citação acima

Cquote1.svg Só aceito ser seguidor se disponibilizarem o código-fonte da iBíblia. Cquote2.svg
Richard Stallman sobre Culto a Apple

Cquote1.svg É incrível as pessoas acharem que eu sou um Deus. E eu amo isso! Cquote2.svg
Steve Jobs sobre Culto a Apple

Cquote1.svg Porra! Eu ajudei a criar a Apple e só lembram do Jobs? Cquote2.svg
Steve Wozniak sobre Culto a Apple

Cquote1.svg Developers! Developers! Developers! Cquote2.svg
Steve Ballmer sobre Culto a Apple

Cquote1.svg Eu curti. Cquote2.svg
Mark Zuckerberg sobre Culto a Apple

Cquote1.svg Em breve surgirá a Apple Store do Reino de Steve Jobs Cquote2.svg
Edir Macedo sobre Culto a Apple

Steve Jobs, o Profeta segurando a Apple.

O Culto a Apple é um grupo de seguidores fanáticos que devotam a todas as coisas relacionadas a Apple, Macintosh, iPod, iPhone, iPad ou qualquer coisa que tenha uma maçã mordida estampada. Este grupo leva o seu fanatismo a um nível absurdo que eles mesmo começaram a acreditar na Apple como um Deus, e que Steve Jobs é o profeta que trouxe toda a inovação para o mundo da tecnologia como conhecemos hoje. Para o restante da população, são simplesmente um bando de idiotas.

Até hoje, O Culto a Apple é um mistério ainda não solucionado e ninguém que faz parte d'O Culto sabe o que realmente acontece durante o mesmo. Diversos jornalistas da Desciclopédia foram enviados para tentar infiltrar e descobrir o que acontece durante o misterioso Culto. Diversos nos traíram e nunca mais voltaram e processaram a Desciclopédia, outros morreram por rituais macabros por que usavam PCs e celulares com dois chips. Só um conseguiu retornar a Desciclopédia, mas ele só lembra de apenas uma coisa e anda com as pernas arqueadas até hoje.

O impacto dos seguidores d'O culto a Apple foi tamanha, que estes seguidores tentaram evangelizar cada pessoa a converter-se para esta pseuda-religião. Estas pessoas que passaram por uma lavagem cerebral, tentam convencer o resto do mundo a pensar diferente (Think Different), sendo uma completa ironia já que eles só ouvem as palavras do profeta Steve Jobs, fazendo os levarem a pensarem igual, repetindo argumentos já introduzidos nas suas mentes e agindo como zumbis, só que com dinheiro para comprar iPods e iMacs.

A históriaEditar

 
Apple odeia a Microsoft e vice-versa

O Culto foi criado em meados de 1976, baseado em referências que Doutor Roberto encontrara, enquanto ele estava em um banheiro de um restaurante chinês em Nova Iorque. Um encardenado de aproximadamente 958 paginas esquecido ao lado do vaso sanitário precariamente limpo, mostra a história d'O Culto e a base da religião (termo que é usado para se referir ao Culto neste encardenado).

Segundo a história contada no que os seguidores se referem de iBíblia, Steve Jobs caiu dos céus como o mensageiro onisciente, onipotente do Deus Apple, para levar o mundo a uma nova era, uma era épica, aonde computadores não teriam mais erros, telefones seriam fáceis de usar e aparelhos de MP3 seriam perfeitos, usando todo o conhecimento que ele trouxe do paraíso maçãnesco.

Há relatos que quando Steve Jobs ouviu esta história, achara O Culto uma grande piada. Mas que ao passar do tempo, percebendo que O Culto se popularizava após seus clientes criarem uma áura de fanatismo e devoção aos seus produtos e a ele mesmo, ele levou esta piada muito, mas muito a sério.

Estrutura d'O Culto e seus rituaisEditar

O Culto possui uma estrutura bem parecida com outros cultos bem familiares como a Herbalife chamado de Pirâmide. Na parte inferior estão os Iniciados, no meio está o Conselho Exterior e no topo, As mãos da Apple.

IniciadosEditar

 
Iniciados do Culto a Apple. O Culto dá as boas vindas a aqueles que acreditam n'Apple e que possuem uma situação financeira estável.

São os novos usuários, aqueles que saíram do caminho azul da malígna Microsoft ou das linhas de texto do abominável, comunista e com design horrível Linux. Somente iniciados que possuem fontes estáveis de renda ou com contas bancárias afortunadas são bem-vindos. Você que comprou o seu iPhone em 48 vezes sem juros no carnê das Casas Bahia, pare de ler este artigo agora e esqueça. Ninguém mandou você ser pobre.

Estes, maravilhados após a aquisição de seus iTrecos, começam a frequentar sites e fóruns, compram livros e revistas e começam a só a falar da Apple, Steve Jobs e seus produtos. Nesta fase, o iniciado perde seus amigos, sua namorada e sua vida social pois ninguém o aguenta mais ouvir falar de iPhones e iMacs.

Após buscarem e aprofundarem o seus conhecimentos, os membros do Conselho Exterior dão três dicas para buscarem as relíquias da Apple. Elas são as seguintes:

  No ataque do tigre e do leopardo manchado, você vai encontrar o livro sagrado da Apple.  

  No olho da vagem de ervilha, você vai encontrar o hino sagrado da Apple.  

  Através das águas, das torres de arame, você vai encontrar a voz da Apple.  

No final das contas, a busca pelas relíquias da Apple acabam na compra de um MacBook Pro, um iPod e um iPhone. Através de um método não descrito no encardenado, um membro do Conselho Exterior desbloqueará o Livro no MacBook, o Hino no iPod e a Voz no iPhone. Após ler o livro que é um PDF de 2469 páginas, cantar o hino que é um MP3 em baixa qualidade ao som de Funk Carioca e ouvir a voz que é uma mensagem na caixa postal com mensagens subliminares, o membro deverá concluir o processo de iniciação sacrificando um usuário Windows em lealdade ao profeta Steve Jobs e a Apple gritando com toda a sua força "EU SOU UM MAC, VOCÊ É UM PC!". Após isso, o membro iniciado poderão tentar subir de nível e ser um membro do Conselho Exterior.

Conselho ExteriorEditar

 
Apple Store, um grande lugar de perigrinação para os Seguidores. Pra o resto das pessoas, é apenas uma loja.

O Conselho Exterior lida com vários assuntos cotidianos d'O Culto. Angariar custos, punir os iniciados que traíram o movimento e invocar certos rituais que envolvem a abertura para portais de outras dimensões, e o principal: se responsabilizam pelo design de produto.

O Conselho Exterior também é responsável em redesenhar os produtos da Apple. Foram eles que criaram as sete gerações do iPod clássico, as duas gerações do iPod Mini, as três gerações do iPod Nano, que substituiu o Mini, as duas gerações do iPod Shuffle, e o iPod Touch, assim como as muitas variações do iPhone ao passar dos anos.

Todas as três de suas funções se resumem a redesenhar os produtos da Apple sempre. A renovação dos produtos são a renovação da fé na Apple. Com isso, aqueles que não acreditam serão punidos, tendo um produto defasado. Aqueles que o acreditam, oferecem o seu dinheiro em troca de outro produto, mesmo que ele seja igual ao anterior. Especialistas afirmam que esta técnica agressiva de marketing só pode ter sido obtida por um demônio de outro plano. O famoso parapsicólogo Padre Quevedo afirmou que "Nada desso non eciszte."

Entrar no Conselho Exterior é uma tarefa árdua, sendo a vitória restrita para poucos. Somente quem decifra o seguinte enigma, consegue entrar no Conselho:

  Ide, fiel até a larga e abrangente rede pelo o mundo inteiro,

Ide, à guerra contra os infiéis com a chama e a chave

Enfrentará-los e vencerá os que defendem os alicerces da rede

E a passagem para uma autoridade superior estará ao alcance.  

Especialistas afirmaram que após a descoberta deste poema enigmático, os membros que desejam ir para o Conselho Superior, são os principais responsáveis pelos diversos flamewars e brigas de Mac contra Windows pela Internet afora.

As mãos da AppleEditar

As mãos da Apple são o grupo mais secreto d'O Culto a Apple. Pouco se sabe sobre eles, de qual a sua finalidade ou se eles realmente existem. Alguns afirmam que eles são os anjos da Apple, chamados pelo profeta Steve Jobs para guiar o mundo para um novo futuro. Outros acreditam que não existe nada físico neste grupo, já que eles transcederam para uma forma mais elevada, elevando o seu KI em mais de oito mil devido a sua fé intensa e verdadeira a Apple.

Estes membros se comunicam uma vez ao ano com o restante d'O Culto em um evento de importância incrível chamado Macworld, porém eles se escondem através de avatares de gatinhos pelo iChat. Algumas pessoas afirmaram que estes membros se apresentam em várias partes desse Culto e suas identidades verdadeiras são Steve Jobs e seus clones SteveJobs1, SteveJobs2, SteveJobs3 e SteveJobs4. Atualmente, estes clones foram rebatizados e recriados com outras identidades chamados de Scott Forestall, Jonathan Ive, Phill Schiller e Tim Cook.

A Apple como divindadeEditar

 
A Apple que veio dos céus.

Para a grande maioria da população mundial, as ações dos deístas e aqueles que participam d'O Culto são considerados muito bizarras. Eles acreditam que a Apple é uma simples maçã onisciente, onipotente e onibenevolente. Se isto fosse verdade, a maçã da Apple seria a melhor maçã em todo o cosmos, já que a maioria das maçãs são conhecidas e agraciadas por todos pelo seu gosto adocicado ou ácido e sua suculência e menos pela sua sensibilidade e benevolência. A Mulher Maçã neste caso é só cultuada pela sua gostosura, mais precisamente na República que acaba tudo em Pizza das Bananas

Além disso, os membros d'O Culto praticam rituais místicos estranhos protegidos por uma coisa chamada "Criptografia Mac" e só os escolhidos podem o praticar. Estes seguem alguns mandamentos impostos pela Apple:

  Confirme a ti mesmo que tu pode comprar de teu Senhor Apple.  }

  Compra tu de teu Senhor Apple e regojizai-te.  }

Os membros d'O culto desfrutam destes mandamentos simples da Apple, bem como seu plano simples para a felicidade eterna, ao contrário de algumas outras divindades, cujos planos para os seus seguidores são difíceis e tem um preço elevado para o fracasso.

O Armagedoom segundo a AppleEditar

Há textos neste encadernado, referido como a iBíblia, que descrevem uma batalha final bem parecida com o Apocalipse. Assim como várias religiões, será uma batalha entre o bem e o mal.

O início do fimEditar

O início do fim começa quando a raça humana descobre a origem da Apple. As pessoas começaram a acreditar que a Apple era apenas uma empresa e que Steve Jobs não era o criador de todos os Macs, iPods, iPhones, iPads e da própria Apple. Como as pessoas iSinuaram da verdade e duvidaram da sua fé, Steve Jobs decidiu punir o mundo com um sistema operacional mal-feito e cheio de falhas conhecido como Lion. Como o poder de Steve Jobs, conhecido como o "Campo de distorção da realidade" foi diminuitndo, Bill Gates, fundador e manda-chuva da Microsoft, junto com Steve Ballmer, atual presidente da Microsoft, travaram uma guerra final contra Steve Jobs.

A GuerraEditar

 
O iPod que foi usado durante a guerra.

A Guerra Santa começou com o Conselho Exterior atacando totalmente os Microsofitianos. Em contra-ataque, os membros da Microsoft lançaram um ataque em que alguns Iniciados foram dizimados, porém As Mãos da Apple intercederam e começaram a tocar Funk Carioca, Forró, Brega, Pagode, Axé e todo o tipo de músicas ruins em seus iPods até os Microsofitianos sofressem graves danos cerebrais e se debatessem em agonia, permitindo O Culto da Apple dominar Redmond.

Porém os Microsofitianos contra-atacaram com uma arma muito poderosa: Eles lembraram O Culto da Apple que em 1998, Bill Gates os Microsofitianos salvaram a Apple da morte, conhecida como falência. Com bilhões de dólares, a Microsoft foi a tábua da salvação da Apple, porém Steve Jobs sendo ingrato, voltou com todo o poder e destruiu o império de Bill Gates. As pessoas então achavam que Steve Jobs era um homem mau e ingrato.

O fimEditar

Ao comemorar a sua vitória, os Microsofitianos decidiram dar um golpe de misericórdia e usar a sua arma secreta: Cydia. Eles conseguiram achar a Maçã e a jailbrekearam, fazendo que o poder de Steve Jobs enfraquecera, causando muitas críticas ao iPhone 4S e a morte de Steve Jobs. Com isso, O Culto da Appple foi derrotado e acabou com muitas brigas internas.

A influência no mundoEditar

 
A influência em que O Culto criou na concorrência.

Desde a sua criação em 1976, O Culto da Apple tem tentado muitos planos em tentar a Dominação Mundial, mas conseguiu em alguns variados graus de sucesso.

O plano principal de influenciar outros projetos eletrônicos teve grande sucesso, mas de uma forma inesperada. Ao invés de influenciar sutilmente outras empresas para melhorar seus produtos, enquanto ao mesmo tempo fodendo o consumidor com limitações e preços altos, elas começaram a copiar a estética dos produtos Apple. Agora, os produtos eletrônicos devem ser projetados com um estilo minimalista, com acabamentos de plástico em branco brilhante e com botões estéticamente bonitos e agradáveis.

O plano d'O Culto gerar uma horda soi bem sucedido. Enquanto os membros d'O Culto são geralmente pessoas indesejáveis socialmente, os produtos tornaram-se uma espécie de tendência. É só sair andando por alguma rua que você irá ver muitos playboys exibindo orgulhosamente os seus fones de ouvido brancos que são uma "assinatura" da Apple, como se estivessem dizendo "Ei pessoal, olhem pra mim! Olha como eu gosto das mesmas coisas que todo mundo gosta. Sou foda, não?!"

Embora o poder de penetração (ui!) dos produtos da Apple seja grande, a participação no Culto da Apple não tem aumentado proporcionalmente com as vendas da Apple. Isto acaba sendo mais do que provável, devido ao elitismo que os membros d'O Culto possuem e a sua tendência a afastar potenciais Iniciantes aumenta porque o membros começaram a acreditar que eles não são realmente os verdadeiros adoradores da Apple.