Coroa da Meia-Noite

Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Piroca de Vidro: A Puta da Meia-Noite
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Capa do livro
Autor Sarah J. Maas
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Gênero Fanfic de fantasia
Editora Editora Suruba
Lançamento 2013


Coroa da Meia-Noite é um livro infanto-juvenil repleto de todos clichês imagináveis, de romances mamão com açúcar à intrigas de desfechos óbvios passando por combates sem inspiração contra monstros incrivelmente genéricos. O livro é a primeira continuação de Trono de Vidro, quando acompanhamos a sequência da história de Celaena Sardothien que agora é puta oficial do rei. A técnica narrativa de Sarah J. Maas é visível nesse livro, pois em momento nenhum achamos estar lendo um livro de fantasia com elementos medievais, a sensação é que estamos sempre acompanhando uma garotinha mimada e chiliquenta do século XXI que por acaso é detentora do poder do protagonismo que garante a ela a capacidade de poder matar qualquer adversário com incrível facilidade, por mais fatigada e ferida que esteja.

EnredoEditar

Parte I: Campeã do ReiEditar

Agora Celaena é a nova campeã do rei, pois no primeiro livro venceu o concurso de Miss Bumbum e agora se tornou escrava sexual do rei com um contrato de 3 anos de serviços. Como o rei está ocupado demais em apenas fazer maldades, ele não tem tempo para ter uma ereção, então passa a designar Celaena para fazer missões sem nexo de assassinar pessoas cujas quais o rei nem conhece a face, porque Celaena não matou nenhum de seus alvos, apenas os mandou para a Vila do Chaves e pegou a cabeça de um cadáver qualquer.

O livro é repleto de mistérios sem resposta, fatos estranhos que aparecem sem explicação e são simplesmente esquecidos, como por exemplo, quem é a figura encapuzada que perambula na biblioteca, ou como uma porta fala. Aliás, o livro tem basicamente 3 cenários: A biblioteca, a masmorra secreta do palácio e a cidade. Celaena não sai desses três lugares, usando o seu quarto como um ponto equidistante entre esses três cenários onde ela atua. Foi uma boa sacada de Sarah J. Maas, que sonha ter seus livros adaptados para série de TV, e esses cenários reduzidos poupam orçamento.

A amizade fofa entre Celaena e Nehemia continua, com as duas se comportando feito garotinhas de 15 anos, comendo na cama e falando de putaria, enquanto eventualmente estudam símbolos da maçonaria e conversam em código usando o idioma tiopês.

A nova missão de Celaena é matar um go-go-boy chamado Archer. Diz o rei que este homem é o oposto do Velhinho que comeu e não pagou, porque pagam para comê-lo, mas ele foge sem entregar o serviço. É bissexual assumido e não esconde sua vontade louca de dar o cu pra Celaena usando um cintaralho, por isso mesmo sabendo que a assassina do rei quer sua cabeça, não sai de perto dela, puxando o saco da protagonista sem parar e seduzindo-a fortemente. Ele só não sabia que o príncipe já havia comido Celaena, então agora ela não vai ceder pra qualquer um.

Celaena pegou foi o Chaol, com quem formou um improvável par romântico. Tudo bem século XXI (esqueça que esse livro é uma fantasia medieval), primeiro eles dançam, depois se beijam, e então já estão transando loucamente. E não apenas um dia de sexo normal, no dia seguinte já estão metendo feito dois adolescentes no cio no horário de expediente do Capitão Chaol, fodendo dentro de um armário de vassouras.

Mas Sarah nem pode explorar muito suas habilidades com contos eróticos, porque logo Chaol é burramente capturado do modo mais clichê possível (paninho envenenado na fuça) o que atrai uma furiosa Celaena para resgatar o seu princeso em apuros, ela com seu corpo franzino fatiando dezenas de homens fortemente brutos treinados para resgatar Chaol do cativeiro. Mas tudo aquilo era só para afastar Celaena da Princesa Nehemia, que foi assassinada como se fosse um boneco de Lego, toda fatiada.

Parte II: A Flecha da RainhaEditar

Com a morte da única amiga, Celaena entra fúria, e num gesto desesperado de luto por sua amiga, ela decide que vai virar lésbica, e para tal tenta assassinar o seu agora ex-namorado Chaol. Celaena é impedida de cometer masculinicídio e vai presa. Na prisão passa os dias se drogando e se lamentando, e depois que foi solta passa uns dias em depressão, arrependida por não ter conseguido salvar Nehemia.

Quando Celaena sai para ação, ela encontra um vilão secundário do primeiro livro chamado Cova, de modo que o assassino da princesa é só um qualquer, seguindo o estilo narrativo de Sarah em jamais criar surpresas. Cova, claro, é morto por Celaena, porque ela é a protagonista, não importa o quão brucutu ele seja.

Um pouco mais calma após vingar a amiga assassinada, Celaena continua dando gelo no Chaol e decide visitar uma velha nojenta chamada Baba Pernas Amarelas, uma antiga puta detentora de uma vasta experiência de seus tempos áureos. Pernas Amarelas falou sobre três chaves que possuem a capacidade de abrir portais para uma outra dimensão perigosa onde vivem tanto cariocas, quanto paulistanos e também acrianos (esses, apelidos de "valg"). Só que depois de revelar informações valiosíssimas, a velha e Celaena simplesmente lutam, e claro que a velha morre.

Como Celaena já está há vários dias sem transar, devido à sua greve de sexo, ela não consegue se aquietar, tem que estar andando de um lado pro outro para pelo menos ficar roçando suas coxas uma na outra. Isso a levou para o calabouço secreto da biblioteca, onde ela encontrou um monstro genérico, e só não morreu porque o príncipe stalker estava por perto. Depois dos dois matarem o monstro juntos, Celaena simplesmente volta a dar mole para o príncipe, abrindo toda a possibilidade de um triângulo amoroso.

Por fim, Celaena decide abrir um portal para o Acre, onde ela acredita que a alma de Nehemia possa estar. Só que ela faz merda e invoca acidentalmente mais um monstro gigante, irracional e genérico. Ao mesmo tempo ela descobre que o culpado de tudo era Archer. Então ela vira Super Sayajin, mata o monstro e depois mata Archer.

O livro termina com Celaena recebendo a nova missão de assassinar elfos gays no distante reino de Wendlyn e a grande revelação de que Celaena na verdade é Aelin Ashryver Galathynius, a Rainha da Cocada Preta.

PersonagensEditar

  • Celaena Sardothien - Protagonista da história, não amadureceu nem um pouco em relação ao primeiro livro, continua se comportando feito uma patricinha, gastando seu dinheiro em vestidos e doces. Em momento nenhum está treinando ou levando as coisas a sério, mas mesmo assim é capaz de matar qualquer um com enorme facilidade, sempre utilizando o poder do protagonismo para tal. É uma vadia ingrata também, seduz os caras e depois os descarta como pedaço de lixo depois que já se saciou. Se no primeiro livro usou e deu pro príncipe, nesse segundo livro usou e deu pro Chaol.
  • Dorian Havilliard - Príncipe do Reino Malvadão para qual Celaena trabalha. Embora seja rodeado de pretendentes, o príncipe na verdade é um escravoceta e ainda não digeriu o fora que tomou de Celaena. Ele descobre que tem os poderes da Elza de congelar as coisas, mas não vê utilidade em ser uma geladeira ambulante.
  • Chaol Westfall - Capitão da guarda, depois de um livro inteiro na friendzone, finalmente consegue dar uns pegar na Celaena e meter a rola na vadia. Infelizmente não temos muitas páginas disso, porque logo Nehemia morre e Celaena faz greve de sexo, ameaçando virar lésbica, o que deixa o homem cheio de ideias erradas, em dúvidas se seu pau era pequeno, e ele como é um frouxo e um gado da protagonista, passa o restante da história calado.
  • Nehemia Ytger - Princesa do reino inimigo que não faz muita coisa além de ser brutalmente assassinada.
  • Mort - Tentativa frustrada de alívio cômico, afinal é uma porta falante, mas não para de fala merda, não ajuda e só enche o saco.
  • Archer - O vilão do livro, um prostituto cansado de ter que viver só dando o cu, ele organiza então um grupo para dar um golpe no rei malvadão, mas seu plano consiste em abrir um portal para o Rio de Janeiro e trazer um exército de funkeiros, um plano terrível que Nehemia não compactou, e por isso foi assassinada a mando de Archer. No final acaba morto pela protagonista.