Condado Portucalense

E um dia essa tripinha de terra iria dominar um pedação de terra...

Condado Portucalense foi um naco de terra da Península Ibérica fruto da Reconquista que os reinozinhos espanhóis estavam fazendo contra os mouros infiéis. Nascido em 868, durou até o Tratado de Zamora ser assinado em 1143, quando nascia o tal de Portugal que existe até hoje, só pra se diferenciar daquele reino de metidos que falam uma língua que é uma versão pobre da língua portuguesa.

HistóriaEditar

O condado foi fundado por um certo conde Vímara Peres após ele mandar uns mouros que viviam no reino de Portucale (a atual cidade de Porto) e de Entre-Douro-e-Minho pra casa do caralho num sentido bem complicado. Presenteado com esse pedacinho de terra, começou a fazer lá um condado perfeito, tão perfeito que ainda no século X, algum tempo depois, eles evoluíram por vontade própria pra um ducado, com o autoproclamado duque Gonçalo Mendes, o que já tornava o nome "condado" uma mera conveniência ou seja, preguiça de trocar o nome.

Apesar disso, eram todos ainda vassalos (isso é, baba-ovos) do reino de Leão, tanto que entre 999 e 1096 ninguém conseguiu governar lá de maneira mais livrezinha como estava até então. Foi justamente em 1096 que o duque Henrique de Borgonha ganhou o condado de presente pelas mãos do rei Afonso VI de Leão, se ele desse uma ajudinha pra detonar o resto dos mouros da região. Com isso, e mais um adicional valioso (a filha do rei, Teresa de Leão), ele saiu conquistando um monte de terrinhas, incluindo aí o condado de Coimbra, Trás-os-Montes e o sul da Galiza (a diocese de Tui).

E assim foi até que rolaria a Independência de Portugal, quando decidiram dar uma banana pro povo de Leão de vez, e daí até a bizarra União Ibérica nunca mais iriam voltar a lamber botas de ninguém (tirando os ingleses, mas ninguém precisa saber disso...).