Bleach (álbum)

Certificação Vendas
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Este álbum/single recebeu disco de Platina por
vender mais de 250 mil cópias pirateadas
Bitch
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Capa oficial
Lançado em 1989
Gênero Rock grande
Gravadora Sub Pop


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Melhores momentos do álbum
Cquote1.svg Ei, eu não autorizei os direitos do título! Cquote2.svg
Tite Kubo sobre Bleach e Bleach

Bleach é um álbum subestimado da banda superestimada Nirvana lançado em 1989. Os riffs de uma corda, power chords genéricos e gritos de cabra morrendo de fome marcam esse álbum, embora a ruindade de Kurt Cobain na guitarra tenha dado um toque especial a eles. Bleach tem 13 músicas, número que é referência ao azar de Cobain por ter nascido sem a bola esquerda [carece de fontes]. Do álbum, somente as músicas "About a Girl" e "School" foram ouvidas por aquele "fã" poser que achava há pouco tempo atrás que Nirvana era marca de roupa.

Tinha vendido apenas 40.000 cópias antes do lançamento do Nevermind. Foi aí que esse álbum surfou no sucesso do álbum citado, vendendo mais de 2 milhões de cópias, sendo comprado por vários fãs modinhas que conheceram a banda por aquele álbum digno de uma banda pop e por Smells Like Suvaco, que tocava a cada 10 minutos na MTV antigamente.

HistóriaEditar

Primeiro álbum da banda, estavam querendo fazer algo realmente grande ao invés de brincar de punk por aí e tocar em alguns botecos fedidos de Aberdeen e das profundezas redondezas de Seattle. Esse álbum não mudou muito a situação deles, que continuaram tocando para os bebuns que pediam para eles tocar algo de tiozão, como Iron Maiden, mas pelo menos eles puderam dizer pra família que tinham um álbum e que não ficavam só usando droga por aí (o que não chega a ser mentira). O vocalista escreveu vários garranchos das letras um dia antes das gravações, um dia depois ele foi ler o que escreveu e não entendeu nada, improvisando qualquer merda de letra ali na hora, letras essas que os fãs achariam muito foda alguns anos depois e tentariam entender o sentido, apesar de não haver porra de sentido nenhum.

Esse álbum custou 600 dólares no total, pagos por um troxa chamado Jason Everman, que era creditado como segundo guitarrista mas só porque Kurt não queria perder um cara que bancasse o álbum, a heroína e as putas como Jason. Kurt começou a usar heroína na época desse álbum pois estava na moda, até o cachorro do vizinho era viciado. Aliás, existem teorias que o título ou faz referência á água sanitária, usada pra limpar a casa (Kurt era muito limpinho), ou que significa Bitch, homenagem á Courtney Love, embora não se conheciam ainda, ou ao anime Bleach, mas isso só é dito pelos otakus.

CançõesEditar

 
A banda, na 36ª tentativa de gravar o álbum

1. "Blew" – 2:54: Da série "músicas revoltadas porque minha família me obriga a tomar banho", Kurt demonstra seu ódio ás pessoas dizendo que se eles não se importassem, ele gostaria de explodi-las (?), vide o título da música. É um "foda-se" pra todo mundo que gostaria que ele tomasse rumo na vida, mas ele preferia tomar algo melhor, álcool.

2. "Floyd the Barber" – 2:17: Essa música é literalmente sobre um barbeiro que tem tendências homossexuais e que abusa de uma pessoa, que parece gostar da coisa. Aqui Kurt tenta fazer humor, falhando miseravelmente. O único motivo que alguém ouviria é por causa do riff e dos gritinhos finos, que eram tão estranhos que quem estava no estúdio achou que o vocalista estava se engasgando com o microfone.

3. "About a Girl" – 2:48: Uma música bem light e diet com claro plágio dos bitos. Genérica música sobre uma namorada aleatória de Kurt que revela o lado gado dele. Enquanto ele estava pensando nela, ela estava com algum músico mais interessante que ele. A mina só ficou sabendo que a música era pra ela 4 anos depois.

4. "School" – 2:42: Pelo título, dá pra saber do que se trata. Fala sobre a saudade de Kurt Cobain da escola, onde ele tomava Skol (título da música) e fumava cigarro atrás da cantina. O problema é numa parte do refrão, "no recess", que indica que Kurt não se matou, e sim entrou num portal interdimensional em que não existe intervalo nas escolas. Uma realidade triste, eu sei. Música que mostra a "criatividade" do sujeito, com apenas 4 linhas de letra.

5. "Love Buzz" – 3:35: Um cover de alguma música de uma banda que ele gostava, nada importante. Mostra de novo o lado gado de Kurt e sua tendência a morder fronhas.

6. "Paper Cuts" – 4:05: Segunda música da série "músicas revoltadas porque minha família me obriga a tomar banho". Com riffs que assustam até a sua tia, Kurt provavelmente se arrependeu de fazer uma música tão juvenil como essa, mas adorada pelos fãs (ou não). Única música em que ele fala "Nirvana" e tem uma diarreia fodedora de cus no meio da música, mas como ia custar mais pra regravar, ele aguentou até o fim.

7. "Negative Creep" – 2:55: Versão bitch da música corna do Radiohead. A letra é tão "boa" que ele escreveu no caminho para o estúdio, mostrando seu comprometimento com a qualidade das músicas. Mais uma música em que os gritos de cabrito e a guitarra esquizofrênica salvam.
  AMANEGARIVCRI! AMANEGARIVCRI! AMANEGARIVCRI AND I'M STONED!  
Kurt sobre Negative Creep

 
Nirvana se esbaldando em sangue de menstruação na época desse álbum

8. "Scoff" – 4:10: Nessa música, Kurt mostra seu amor ao álcool depois que algum guardinha da praça pegou o líquido sagrado, mas ao invés de falar "seu guarda, eu não sou vagabundo, não sou delinquente", gritou pro policial   GIVE ME BACK MY ALCOHOL!  , levando uma chapuletada com o cassetete, que mexeu algum parafuso de Kurt e é por isso que ele era meio doidão. No mais, é uma música com riffs animadinhos dignos de jogos de corrida trash.

9. "Swap Meet" – 3:02: Como a anterior, guitarra digna de algum jogo de corrida tosco. A letra fala sobre um casal hippie que vende iguarias verdes na praia ou algo assim.

10. "Mr. Moustache" – 3:23: Conversa do vocalista com seu psiquiatra. Dentre outras baboseiras, diz que come carne e não se orgulha disso. Provavelmente o psiquiatra é um macho desconstruído vegano LGBT. Uma daquelas músicas que tem trocentos significados e que ele admite que é um bosta.

11. "Sifting" – 5:22: Com uma guitarra que dá sono e ainda por cima por 5 minutos, foi um teste pra saber por quanto tempo alguém iria aguentar escutar essa música sem cair no sono. Aqui a banda tenta passar seu ódio por figuras autoritárias como a família, a moral e os bons costumes, professores, igrejas, Guns n' Roses e Varg Vikernes.

(B)ÔnusEditar

12. "Big Cheese": Instrumentos dignos de algum filme trash. Kurt mostra sua tendência a queijos grandes e home office, detonando todos os produtores de música do mundo, que não gostavam da (a)berração no estúdio. A inspiração foi o produtor da Sub Pop na época que julgava quando a banda quebrava o estúdio e os instrumentos na cara dos outros, vê se pode?

13. "Downer": Música mais curta que meu pau. Tentativa de Kurt de fazer uma música politizadinha que virou isso aí, ele sussurrando alguma abobrinha e sua guitarra de costume.

Membros (que tocaram)Editar

  • Kurt Cobain: Boca e guitarra rouca
  • Krist Novoselic: Bixo Baixo
  • Chad Channing:  
  • Dale Crover: Membro dos Melvins, tocou   em "Floyd the Barber", "Paper Cuts" e "Downer", chutado logo em seguida (ou Dale chutou a banda...).
  • Jason Everman: Creditado como segundo guitarrista mas foi porque a banda era interesseira, ele não fez porra nenhuma.
  • Jack "o Estripador" Endino: Produtor (produtor do que, afinal?)