Bacteriófago

Bacteriófago é um tipo de vírus que foi repaginado pelo famoso famoso (ou seja, ele somente é famoso, ninguém sabe porquê, apenas que ele é famoso) Luciano Huck, em um de seus quadros do Caldeirão do Huck, o lata-velha, que deu a ele toda essa aparência diferentona e exótica. O bacteriófago se alimenta apenas a base de bactérias, por ser vegano e não querer maltratar os animais. Graças a essas duas coisas: se alimentar somente de bactérias e ter uma aparência maluca, o bacteriófago conquistou trilhares de milhões de fãs ao redor do corpo humano, principalmente do glóbulos brancos, que não terão mais de lidar com bacterioses em excesso...

DescriçãoEditar

 
É um robô, é um alien? Não, é o bacteriófago...

O bacteriófago foi descoberto em 1909, pelo virólogo inglês Sherlock Holmes Jr., filho de Sherlock Holmes, que por sua vez era filho de um aficionado pelo detetive inglês, Jô Soares, mas como o cara era analfabeto e não sabia escrever, acabou escrevendo Sherlock Holmes... Quando ele viu o vírus pela primeira vez em seu microscópio, e na época não tinha nada de grande qualidade para a visualização, ele o nomeou de microfonecompatinhasvirus. Entretanto, mas tarde, nos laboratórios da NASA, eles puderam ver o vírus com mais detalhes, e como a comunidade cientifica é sempre sem graça e sem criatividade, decidiram renomeá-lo para o que conhecemos hoje: bacteriófago.

O dito cujo vírus é constituído em três partes: a cabeça de cearense, grande como uma porra, a cauda, mas conhecida como barriguinha tanquinho, e as patinhas, que cientificamente se chamam de fibras de fixação. Dentro de sua cabeça oca, mas nem tão vazia assim, encontra-se seu material genético, que pode ser tanto DNA, RNA ou um Krang que nem das Tartarugas Ninjas. Na cauda não encontra basicamente nada, e serve apenas para ligar a cabeça com as patas. E as próprias patas servem para o vírus grudar-se na bactéria quando for partir para a infecção, caso contrário ficaria igual um cotoco, e não sairia do chão, desse modo sendo eliminados pela seleção natural...

Modo de vidaEditar

Como todo vírus, os bacteriófagos são parasitas intracelulares obrigatórios, ou seja, para poderem aprontar as mil e uma confusões que até Deus duvida, é preciso estar parasitando célula, sendo que nesse caso ele irá parasitar uma bactéria. Cada tipo de bacteriófago parasita uma espécie de bactéria. Os tradicionais, aqueles hexagonais, parasitam as bactérias do Yalkult, desse modo azedando o leite, transformando-o em porra. Já os bacteriófagos obesos roliços fagocitam as bactérias que ajudam na formação da paçoquinha, e etc.

E o processo de fagocitose é deveras simples e entendível. O bacteriófago sai flutuando por ai, até trombar com uma bactéria. Nesse instante, o folgado inicia sua traquinagem serelepe, se fixando com suas hastes na vítima, depois ele solta o barro e caga o DNA/RNA viral dele na bactéria, a peste se mistura com o material genético da bactéria, e o bacteriófago simplesmente foge de cena, pois ele sabe o que está por vir: uma explosão da bactéria, já que a mesma não é uma grávida de Taubaté, e não aguenta tantos inquilinos em seu interior, sendo assim, papoca-se todinha, espalhando o vírus pelo espaço...