Baía Shark

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


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Marco Bianchi sobre Baía Shark

Baía Shark (Português: Tubarão Baiano) é uma baía na Austrália Ocidental e o ponto mais próximo da Austrália para o Brasil.

Acredita-se que foi naquele lugar que houve o primeiro contato dos europeus com a ilha australiana, o que é mentira pois os primeiros registros são os de Pernalonga que descobriu a Tasmânia.

GeografiaEditar

 
Essas pedras coberta por musgos são os interessantíssimos estromatólitos da Baía Shark.

A Baía Shark é uma baía como outra qualquer, localizada a 800 km da civilização, reúne como se fosse uma armadilha todos animais e lixo desavisados que vem do Oceano Índico, se tornando a única poça naturalmente verde capaz de ser vista do espaço, e por isso, considerado um patrimônio mundial pela UNESCO.

EcossistemaEditar

O ecossistema único da Baía Shark abriga animais raríssimos e endêmicos, esse local aparece em absolutamente qualquer documentário do Discovery Channel que fale sobre a origem da vida, espécies raras ou lugares onde humanos não tem vez.

Abriga 4.800 km² das mais naturais ervas marinhas, o que explica porque os peixes que vivem ali são todos doidões.

O nome da baía é devido as centenas de espécies diferentes de tubarões que ali vivem, a sua principal refeição são surfistas e cientistas.

O seu litoral também abriga uma série de mamíferos ameaçados de extinção, como Dodongos e outros repteis raros.

O destaque do ecossistema da baía, porém, são os estromatólitos (WTF), considerada por cientistas do mundo inteiro, uma espécie de rocha mutante que possui vida, consciência e pretende dominar o planeta. Esses estromatólitos guardam segredos sobre o início da vida na Terra e dos pokémons do tipo terra e pedra.