Bósnia e Herzegovina

Peпyблика Босна и Херцеговина
Bósnia-Herzegovina
Bosta bem novinha
Bandeira da Bósnia e Herzegovina
Brasão de Armas da Bósnia e Herzegovina
Bandeira Brasão
Lema: Odiamos a Sérvia!
Hino nacional: Guerra e Injustiça

Localização de Bosta bem novinha

Capital Sarajevo "Capital Mundial da Guerra"
Cidade mais populosa Todas são pequenas
Língua Bósnio
Religião oficial Islamismo
Governo Ditadura
 - Ditador Pinochet
Heróis Nacionais Edin Džeko
Área  
 - Total Alguns km² km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Alto  
População 200 pessoas 
PIB per Capita 5 reais 
IDH 002 
Moeda Uns trocados
Fuso horário Chato e confuso
Clima Quente (cheio de fumaça)
Website governamental Os servidores da Bósnia foram destruídos durante a guerra


Bósnia e Herzegovina (bósnio: Bosta Bem Novinha; raramente chamada de BH - pode perceber - porque Belo Horizonte já patenteou esse código) é um país europeu formado pela aliança temporária entre a Bósnia e a Herzegovina e portanto único país do mundo que tem nome e sobrenome desde que a Sérvia e Montenegro se divorciaram. O país assim como todo ex-iugoslavo tem muitas pessoas com nome de doença terminados em ić, além de ter três presidentes, causando uma baderna infernal no governo que têm mais uns 666 representantes. O antigo nome era Bosta Zégovina, referência histórica ao 145º golpe ocidental de Vukašin Brajić.

A Bósnia e Herzegovina é chamada de "Fígado da Europa" porque seu mapa tem esse claro formato de fígado. Um país marcado por belas paisagens repletas de minas terrestres, rios paradisíacos cheios de lix, seus famosos 14 km de praias e a melhor comida intragável do mundo.

HistóriaEditar

Bósnia romanaEditar

Os primeiros a chegarem na Bósnia foram os romanos, sempre eles, um povo que odiava tanto a Itália que viajaram até o Egito procurando um lugar melhor para dominar (e nunca encontraram). Os romanos passaram pela Bósnia mas obviamente não planejavam ficar, só tinha maluco ali fazendo guerra por uns pedaços de terras que nem eram tão grandes assim. Por isso quando um legionário romano foi perguntado se iria ficar ele prontamente respondeu a famosa frase "ficar aqui? Uma pinoia!", o que foi entendido como ele dando o nome da região, a Panônia. Não demorou muito e os bósnios logo fizeram o que mais amam fazer, que é subdividir-se em regiões sem o menor sentido de existirem, por isso primeiro criaram a Panônia Superior e a Panônia Inferior, mas insatisfeitos dividiram ainda mais e criaram a Panônia I, a Panônia II, a Panônia Valeria e a Panônia Savia, tudo inútil, e só não se dividiriam ainda mais porque o Império Romano faliu, o que obrigou a Panônia se unir no final.

Bósnia bizantinaEditar

Na época do Império Bizantino a Bósnia era só um território tampão que ficavam solto por ali, mas foi justamente isso a semente para essa cultura bizarra de fazer guerras com os outros e de se subdividir insistentemente. Isso porque os bizantinos fizeram os bósnios acreditarem que a única coisa que existia na face da Terra era a Bósnia, e como resultado disso os bósnios guerreavam ferozmente pelo território, uma tradição que se mantém até hoje.

A primeira tentativa de uma Bósnia independente e muito subdividida ocorreu no início do século XII com a criação do Banato da Bósnia (o que diabos é um banato?), um reino criado para provar que a Sérvia era uma nação heroica e que a Croácia era uma nação cultural, pois os bósnios se tornaram o mala ser eliminado pelos bósnios enquanto os croatas podiam criar essa cultura de massacres mútuos periódicos e limpeza étnica. Tudo isso sem afetar os territórios da Croácia e da Sérvia respectivamente. O Reino da Bóstia que existiu de 1377 a 1463 recebeu esse nome por ser a parte mais bosta daquela região.

Aliás, é nessa época que criaram por ali o tal do Ducado de San Sava, que seja onde for foi em algum local mais escondido que o Acre. Esse tal de San Sava de alguma forma está relacionado com a criação dos lendários herzegovinos que nunca foram vistos até hoje. Agora não me pergunte porque o nome do país não é "Bósnia e San Sava".

Bósnia otomanaEditar

Sempre que observamos o mapa do Império Otomano percebemos que em seu auge eles dominaram todo os Bálcãs. Mas a verdade é que o único país que os otomanos realmente dominaram por ali foram os bósnios porque o resto nem soube que eles foram dos otomanos em algum momento. Já os bósnios levaram essa dominação estrangeira a sério, ficaram usando bandeiras com estrelinha e lua crescente, vestiram turbantes, passaram a falar árabe, e colocaram burcas só nas mulheres feias fazendo parecer que na Bósnia só tem gostosa.

IugosláviaEditar

Como os bósnios nunca foram bons em serem independentes, o Império Austro-Húngaro assumiu o controle após a saída dos turcos e transformaram a Bósnia num condomínio, exatamente, por isso Francisco Ferdinando estava sempre ali tirando umas férias. A gestão austro-húngara não deu certo porque os bósnios não queriam ser um condomínio, eles queriam ser um país, um país chamado Estado dos Eslovenos, Croatas e Sérvios porque chamar de Estado dos Eslovenos, Croatas, Sérvios, Bósnios e Herzegovinos ficaria longo demais e os bósnios são muito gentis em não precisarem serem nomeados, enquanto os herzegovinos nem existem mesmo.

Mas para o país não ficar chamado esse novo país de "Estado dos Eslovenos, Croatas, Sérvios, Bósnios, Herzegovinos, Macedônios do Norte, Albaneses, Kosovares e Montenegrinos" um cara muito inteligente chamado Josip Broz Tito decidiu simplificar e fazer um acrônimo disso e chamar o país apenas de "Iugoslávia", momento quando foram banidos para o território da Bósnia todos muçulmanos que fossem encontrados perambulando na Europa, enquanto na Herzogovina foram trancafiado todos os ciganos da Europa. E aquele território foi completamente ignorado por longos anos de governo iugoslavo.

DesagregaçãoEditar

Com o fim da Iugoslávia em 1991, originalmente os planos eram de Bósnia e Herzegovina seguirem cada um para seu lado, mas depois de tantas décadas de opressão ambos território sentiram que não conseguiriam ficar sozinhos e distantes um do outro. Assim a Bósnia e Herzegovina foi criada oficialmente em outubro de 1993, quando, os bósnios e os herzegovinos atacaram a República Democrática da Madre Tereza para roubar todos as sexlandesas da região. Vendo como juntos aquele bando de muçulmanos e ciganos poderiam dar certo, o país decidiu se manter unido. Estes povos doaram, em dezembro do mesmo ano, todas as prostitutas adquiridas para a Sérvia como gesto de amizade, conseguindo assim barganhar sua independência. E em janeiro de 1994, a Bósnia e Herzegovina declara a independência.

Em fevereiro de 1994, como forma de fixar a aliança, estes povos se uniram e formaram a república da Bósnia-Herzegovina, como forma de (tentar) controlar a Europa.

Guerra da BósniaEditar

 
Bósnios prontos para o jihad durante a Guerra da Bósnia.

Em 1999, a Bósnia já dominava o mercado de gado e esterco, e começava a ameaçar a hegemonia holandesa na Europa. Em 2001, os Países Baixos temendo uma nova rival poderosa, manda exércitos para acabar com o concorrente, entretanto, perdeu feio, graças a tecnologia militar adquirida da Herzegovina que possuíam prostitutas baratas o que dava muita moral para os soldados bósnios que saíram vitoriosos da Guerra da Bósnia e ainda expulsaram o resquício de sérvios que ainda haviam por lá.

A Holanda começou a mandar ataques em massa, e em 2003 concedeu auxílio ao recente estado da Sérvia e Montenegro para adquirir novas armas. Em 2004, conseguiu fazer um ataque em massa e destronou a Bósnia-Herzegovina. Que, em agosto de 2004, vendo a crise, decidiu se separar em dois reinos: o Reino da Bóstia e o Reino Sérvio da Herzegovina.

E assim que em 1996 são realizadas as primeiras eleições do país, mas todos os candidatos são condenados pelo Tribunal Penal Internacional e o país ficou vários anos com presidentes fantoches.

Fatos recentesEditar

Em 2005 os dois reinos da Bóstia e Herzegovina dominam a cidade de Neum. E em 2008 vão 3 soldados para lá manter os preciosos 14 quilômetros de praia que eles conseguiram.

Em 2009 eles tentam se classificar para a Copa do Mundo de 2010 mas falham miseravelmente. A classificação só viria em 2014 porque nas eliminatórias jogou em um grupo onde haviam as fortes seleções da Lituânia, Letônia e Liechtenstein.

GeografiaEditar

 
A famosa praia da Bósnia, cedida gentilmente pela Croácia após o desmantelamento da Iugoslávia.

A Bósnia é um país cheio de florestas impenetráveis e desfiladeiros profundos inacessíveis tornando-se um terreno ideal para a prática de limpeza étnica. O que chama a atenção na paisagem são as muitas montanhas e os muitos espaços verdes muito incomuns na Europa. Muito embora estes vastos espaços verdes não sejam fruto nem da consciência ambiental e nem de nenhum bom senso paisagístico, mas simplesmente devido ao atraso da economia do país. Mesmo assim os bósnios falam com orgulho da floresta Perućica que é tratada como se fosse o lugar mais verde e mais extraordinário do mundo só porque tem umas árvores de 300 anos (que sinceramente nem é tão velho assim para o padrão de árvore), é só um bosque bem vagabundinho pra falar a verdade, pior até que o Parque da Tijuca.

Já o relevo é marcado por montanhas altas por toda parte, mas nenhuma montanha é tão alta que se destaque ou que valha a pena cancelar a viagem para os Alpes Suíços, exceto aquela montanha em formato de pirâmide que os bósnios, loucos em tentar ser algo relevante, afirmam ser uma pirâmide feita por humanos antigos e não uma formação natural. Esquiadores de todo o mundo (ok, esquiadores apenas da Croácia e Sérvia, e nem Eslovênia que preferem a Áustria) passam as férias de inverno nas montanhas da Bósnia.

Outro fator tem um grande impacto na paisagem da Bósnia são seus campos minados semeados durante a Guerra Civil (porque foram confundidas com sementes de flores), até porque nasceram mesmo muitas flores ao redor de algumas minas terrestres que aleijaram muitas gurias retardadas que foram aos campos colher flores.

Agora o destaque do mapa da Bósnia é perceber como a Croácia abraça a Bósnia de conchinha e não deixa litoral nenhum para os bósnios. Por camaradagem foi cedido 14 quilômetros de praia onde os bósnios criaram a cidade chamada de Nenhum, pois na real a Bósnia tem nenhum litoral mesmo.

PopulaçãoEditar

O caldeirão étnico-cultural-religioso da Bósnia e Herzegovina é povoada por bósnios, sérvios, croatas, albaneses, eslovenos, macedônios, turcos, gregos, alemães em viagem, fuzileiros navais italianos e turistas japoneses. Estranhamente nenhum herzegovino, ninguém nunca viu um herzegovino. Na época da independência do país a Bósnia tinha 8 milhões de habitantes, no entanto uma boa metade da população foi para a Alemanha (por isso 4 milhões de pessoas na Alemanha não sabem ler e escrever corretamente) de modo que a Bósnia e Herzegovina agora tem não mais que 4 milhões de habitantes. Além disso, não existe um povo da Bósnia e Herzegovina como tal, mas sim povos das nações vizinhas que acabaram por ali na Bósnia.

O povo bósnio (já que herzegovinos não existem e não precisam ser mencionados mesmo) muitas vezes erroneamente são considerados como uma mistura de albanês-croata-moldavo-caucasianos, mas isso não parece ser muito preciso. Os antropólogos não chegaram a um consenso, mas a teoria mais aceita é que os bósnios são árabes astuciosamente infiltrados nos Bálcãs cujo objetivo é causar baderna no mundo ocidental.

PolíticaEditar

A Bósnia e Herzegovina é o único país do mundo cujo mandato de presidente é de apenas 1 ano. Isso ocorre como uma forma do próprio sistema político local evitar que o país termine governado por algum ditador sérvio, afinal os sérvios ainda são tolerados dentro do país (na verdade estão em metade do território). Por ser uma união de dois países, a Bósnia indica o seu representante e a Herzegovina indica o seu para concorrer às eleições. Mas como a Herzegovina não existe, o indicado da Bósnia sempre vence.

É o único país do mundo que possui três presidentes simultâneos, como forma proposital de deixar tudo muito confuso, sem ninguém saber exatamente quem está mandando, para evitar que os sérvios recriem uma Iugoslávia por não saberem qual dos três presidentes eles tem que subverter, assassinar, ou qualquer coisa do tipo.

SubdivisõesEditar

 
A mítica entrada da Herzegovina.
 Ver artigo principal: Bósnia e Herzegovina.

As subdivisões da Bósnia e Herzegovina são uma verdadeira putaria. O que se esperava de um país chamado "Bósnia e Herzegovina" é que ele fosse dividido entre uma parte chamada "Bósnia" e outra parte chamada "Herzegovina", mas na verdade o país é dividido entre Bósnia e Sérvia, vai entender. E a tal Herzegovina na verdade nem existe. É como se o Brasil fosse uma nação que se chamasse "República do Brasil e Acre" e ao invés de se dividir em 26 estados, se dividisse em Brasil e Argentina. Em suma, a Bósnia-Herzegovina localiza-se próximo a fratura quântica do espaço-tempo causada pelo buraco no ozônio na atmosfera e por isso seu território experimenta uma sobreposição de realidades paralelas e, portanto, é impossível fazer um quadro completo das subdivisões administrativas desse país.

O governo da Bósnia e Herzegovina é conhecido como uma Ditadura Teocrática Absolutista em que o poder executivo é dado exclusivamente à pessoa que está mais próxima ao profeta Jesus. Essa pessoa é conhecida como o Senhor Divino e nomeia um conselho de 16 sacerdotes que elegem um sumo sacerdote para a todos governar. Estes sacerdotes são os responsáveis pela administração da Bósnia no que é conhecido como o Triunvirato do Inferno. Pois primeiramente o país se divide em três regiões: Federação da Bósnia e Herzegovina, Republika Srpska e o Distrito de Brčko.

A Republika Srpska, como já se percebe, na verdade não é Bósnia, é Sérvia, e a Sérvia se subdivide em distritos.

Já a Federação da Bósnia e Herzegovina se subdivide em 10 cantões, e percebemos que a criatividade não é o forte desse povo quando um desses cantões se chama meramente de "Cantão 10".

O distrito de Brčko é uma pequena região no norte da Bósnia e Herzegovina conhecida por ser menor do que as outras, recebendo assim o nome de "pequena cidade". Os residentes deste distrito, no entanto, não são fãs de seu apelido e, na verdade, declararam guerra ao resto da Bósnia para remover seu apelido de "pequena cidade" várias vezes. Estas são conhecidas como Guerras da Bósnia (que não devem ser confundidas com as Guerras da Bósnia que foi o conflito que levou a nação a obter sua independência que se chamam Guerras Iugoslavas).


EconomiaEditar

Como a Bósnia e Herzegovina sobrevive de esmolas da ONU eternamente se vitimizando de guerras passadas e por isso necessita de auxílio, esta seção sobre a economia da Bósnia e Herzegovina poderia estar em branco. Mas por que a Bósnia e Herzegovina é tão pobre? Montanhoso demais para a agricultura, antiquado demais para a indústria, orgulhoso demais para os serviços.

A maioria dos bósnios tem interessante apenas em empregos de meio período e são popularmente conhecidos na sua língua nativa como "aljkava". Ser um "aljkava" significa ir trabalhar, odiar seu chefe, odiar seu trabalho, odiar seu salário baixo e odiar falar sobre trabalho. Por isso por mais que o bósnio ame o seu país e faça guerras pela independência dele, na hora de ter um futuro brilhante eles preferem mesmo mudar-se para o estrangeiro onde podem abrir um simples pub e ficarem mais ricos do que jamais ficariam na Bósnia. O bósnio típico, afinal, é um grande empresário que conseguiria vender até a própria avó! Pois na Bósnia existe esse ditado que diz que "o que importa é ter comida quente na mesa todos os dias", embora para fazer isso, no entanto, o bósnio precisa da avó. É por isso que os bósnios nunca são muito bem-sucedidos economicamente.

TurismoEditar

Cercada por países muito mais maravilhosos como Croácia, Eslovênia e Montenegro, não sobra muito para a Bósnia e Herzegovina que em questão de turismo está mais pra Sérvia, só lugar destruído pra visitar e algumas cidades medievais. De toda forma há muita diversão e aventura para os turistas que visitam a Bósnia e Herzegovina. Quem quiser passar férias na Bósnia e Herzegovina vai encontrar gente simpática, cidades lindas, comida esquisita, ciganos que pedem esmola e bondes nos quais ocorre um assassinato a cada 2 meses.

O turista médio que visita a Bósnia precisa ter apenas duas coisas consigo: Um pouco de coragem e muito dinheiro. A coragem serve para andar nos bosques do país que são repletos de minas terrestres enterradas. E o dinheiro serve para os bósnios que gostam de extorquir os turistas. E nem adianta reclamar dos preços roubados das coisas oferecidas nesse país, os bósnios são jovens e precisam de dinheiro.

O destino turístico mais particular de toda Bósnia, não se deixe enganar pelos cartões postais, não é Mostar onde só tem uma ponte bem vagabundinha. A cidade que merece a visita é Visoko, pois é ali que se encontra a maior pirâmide fake do mundo, claramente uma montanha que está claramente coberta por bosques verdejantes, mas cujo formato permite que os cidadãos locais aceitem esse delírio coletivo.

CulturaEditar

A Bósnia e Herzegovina é um país cujas tradições permitem você dar tiros pro alto em casamentos, aniversários e celebrações em geral. Nesse país deveras peculiar é comum ver mulheres vestindo cortinas ao lado de mulheres seminuas, bem como homens armados com fuzis russos AK-47 ao lado de hippies desarmamentistas, e isso define a Bósnia, um país multicultural tão multicultural que eles nem sabem qual é a cultura deles, eles não sabem nem quem são esses tais de "herzegovinos" que são obrigados a pôr no nome do país. Obviamente não há informações de como seria a cultura herzegovina por causa disso.

CulináriaEditar

 
O baclava, um bolinho de kibe inspirado na vagina da Suzana Vieira.

Por falta de comidas típicas próprias, os bósnios adotaram o café como principal especiaria local. Tudo possível eles coloca café no meio, sendo eles os inventores daquele chocolate de café que tem gosto horrível. Os bósnios ainda fazem jus ao seu nome ao apresentarem uma das culinárias mais bostas da Europa, com destaque para o grande apreço por kafta, aquela carne em formato de tolete fecal.

Para sobremesa, um pouco de café e um baclava, um bolinho muitas vezes servido em formato de vaso sanitário cujo recheio lembra fezes com milho.

ReligiãoEditar

A Bósnia e Herzegovina é um país muito religioso no qual 50,7% são muçulmanos, 5% são cristãos ortodoxos, 5% são cristão católicos, 5% são agnósticos, e 34,3% tem muito medo de responder com sinceridade que são ateus.

A principal razão pela qual a Bósnia possui uma porcentagem tão alta de muçulmanos em seu país é devido às rígidas leis religiosas que não permitem que um cidadão possa gozar de seus direitos se pertencer a qualquer outro grupo religioso. No entanto, muitas pessoas contornam essa lei mentindo para o governo, algo que o governo recentemente tentou resolver banindo as mentiras sobre sua real crença.

Essas religiões, no entando, são apenas uma cortina para o que os bósnios (não os herzegovinos) realmente adoram: conhaque, café e tabaco.

  Bósnia e Herzegovina
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
Ex-Repúblicas Iugoslávas
Bósnia e Herzegovina ~ Croácia ~ Eslovênia ~ Macedônia ~ Montenegro ~ Sérvia (Kosovo - Vojvodina)
Europa
v d e h

Países: Albânia | Alemanha | Andorra | Armênia | Áustria | Azerbaijão | Bélgica | Bielorrússia | Bósnia e Herzegovina | Bulgária | Cazaquistão | Chipre | Croácia | Dinamarca | Eslováquia | Eslovênia | Espanha | Estônia | Finlândia | França | Geórgia | Grécia | Hungria | Irlanda | Islândia | Itália | Letônia | Liechtenstein | Lituânia | Luxemburgo | Macedônia do Norte | Malta | Moldávia | Mônaco | Montenegro | Noruega | Países Baixos | Polônia | Portugal | Reino Unido (Escócia - Inglaterra - Irlanda do Norte - País de Gales) | Romênia | Rússia | San Marino | Sérvia | Suécia | Suíça | Tchéquia | Turquia | Ucrânia | Vaticano

Territórios: Abecásia | Açores | Akrotiri e Dhekelia | Åland | Chipre do Norte | Crimeia | Gibraltar | Ilhas Canárias | Ilhas do Canal | Ilhas Faroé | Ilha da Madeira | Ilha de Man | Jan Mayen | Kosovo | Ossétia do Sul | País Basco | República de Artsaque | Svalbard | Transnístria