Báctria


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●Babaca-sim-bactéria-batata
●Bacterianos

GeneralBacteria.jpg
Bandeira
Lema: Cadê os analgésicos?
Hino: Tô doentão
Super-bacteria-2010.jpg
As inúmeras báctrias
Capital Balkh
Língua língua persa antiga
Tipo de Governo Tribos Unidas
Chefe tribal Tio1.jpg
Moeda cigarros de ópio
População ?



Báctria foi um anti-higiênico reino que existiu a trocentos milhares de anos atrás, liderado por um enorme conjunto de bactérias, prosperou por milênios até em 550 a.C. com a invenção do sabonete, álcool gel e talco para sapatos, momento em que marca o fim da Báctria e a ascensão do Império Persa.

HistóriaEditar

 
Camelo Bacteriano do Ópio, espécie atualmente extinta por overdose, antigo símbolo da Báctria.

Os bacterianos, como são chamados, foram os primeiros moradores do Afeganistão, e já em 2200 a.C. as coisas por lá não eram muito diferentes da merda que é hoje, embora com muitas terras férteis, a única coisa que fizeram foram plantar papoulas e Artemisia absinthium e viver num mundo de alucinações com dragões, fadas, duendes e a Xuxa, e por isso não conseguiram construir nada de marcante como uma pirâmide que duraria 5000 anos.

Como os primeiros moradores do Afeganistão, os báctrios não tinha história para aprender, e seus reis passavam os dias praticando a cultura local, que era a de coçar o saco. Destaca-se o Rei Oxyartes, que perdeu todas guerras que travou por W.O. pois ele tinha um péssimo senso de cartografia e sempre mandava seu exército para os lugares errados.

CulturaEditar

Sua única contribuição para a história do Afeganistão foi o aprimoramento do cultivo de efedrina, para fabricar o precioso haoma.

LínguaEditar

Os báctrios não deixaram registros escritos porque eram todos analfabetos, igual o que o Afeganistão ainda é hoje em dia, mas deixaram algumas obras em argila feitas com o cu (a escrita cuneiforme), que revela traços de um idioma persa antigo onde os estalos do esfíncter gerados pela evacuação de gases intestinais eram determinantes na comunicação.

ReligiãoEditar

Foi na Báctria que nasceu e viveu o grande sábio e vidente Zaratustra, o inventor da arte milenar de lavar o sovaco na pia e disfarçar que já tomou banho, assim desenvolvendo uma tese filosófica sobre as bactérias, posteriormente adotada por praticantes de yoga como "zoroastrismo".