Albânia

Republika e Shqipërisë
Republic of Albania
República da Albânia cu da Europa
Bandeira da Albânia
Brasão de Armas da Albânia
Bandeira Brasão
Lema: Águia de duas cabeças vai nos proteger
Hino nacional: Ninguém sabe quem somos nós!

Localização de República da Albânia cu da Europa

Capital Tirana
Cidade mais populosa Ninguém conhece
Língua Albanês (dialeto em extinção)
Religião oficial Crenças locais
Governo Vandalização albanesa
 - Chefe da Máfia Srthdmwd
Heróis Nacionais Enver Hoxha (Rocha)
Área  
 - Total Desconhecida km² 
 - Água (%) 18
Analfabetismo 25 
População A mesma que a da Sibéria 
PIB per Capita 5,4 
IDH 0,7 
Moeda EURO (almeja)
Fuso horário (-1)
Clima Fresco de mediterrâneo
Website governamental Não tem


Albânia (Albanês: Shqipëriasta) é um país inventado por Max Cavalera e Igor Cavalera para sediar sua grife de roupas estilosinhas que os posers adoram vestir. Por isso, todas as bandeiras da Albânia exibem a marca da Cavalera, e não o contrário. Hoje, a Albânia é considerada a república mais rica do mundo, deixando para trás países como o Nauru, a Somália e o Brasil, mas como eles são muito humildes e simples, gostam de aparentar que estão sempre esfarrapados, pobres e fudidos, daí a má impressão de que são um país subdesenvolvido. Ao longo de sua gloriosa e orgulhosa história, a Albânia foi invadida mais de 93 vezes por cerca de 27 nações, reinos e tribos diferentes de todos os sete continentes, por isso é difícil falar da história e cultura deste pitoresco país.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Albânia

Como dito anteriormente, a Albânia, ao longo de sua gloriosa e orgulhosa história, foi invadida mais de 93 vezes por cerca de 27 nações, reinos e tribos diferentes de todos os sete continentes, por isso é difícil falar da história deste pitoresco país.

Por volta de 168 a.C., essa região ainda era conhecida como Ilíria, e ela foi dominada pelo reino da Botsuana após uma inesquecível disputa que envolvia o tamanho do pênis (que os africanos sempre venciam, mesmo com a flacidez causada pelo frio). Como a competição era sempre injusta, os futuros albaneses invadem a quadra de tênis real e começam a Revolução Albanesa. A Rede Globo foi inventada pelos albaneses no ano de 295 como um plano para se separarem do Império Bizantino. Com raiva disso, os brasileiros fabricam uma bomba de metano e destroem a população local. Mas no ano de 1447 o Império Otomano importa colonos microscópicos, que repovoam a Albânia.

No ano de 1510... Nada de interessante acontece em toda a Albânia. Em 1777, metade da população morre de tédio. Já em 1803, nada continua acontecendo...

O país só fica conhecido mundialmente em 1836, quando entra na Tricentésima Vigésima Sexta Guerra Mundial a favor do reino da Antártida. Após a derrota, os pinguins se revoltam contra o governo albanês e transformam o país numa pedra de gelo montanhosa.

Já na Segunda Guerra Mundial, Benito Mussolini anexa a Albânia só para dizer que a Itália ganhou alguma coisa naquela guerra, mas como a Albânia ainda tinha um exército de três mendigos das Filipinas, estes a reconquistaram em cerca de três fases lunares (medida de tempo usada por lá).

Depois da guerra e animados pelos ideais da Revolução Francesa (a notícia demorou algum tempo para chegar lá devido à falta de telefones celulares), os albaneses criaram a "República Federativa do Congo". Mudaram para "República Federativa da Albânia" duas décadas depois, quando descobriram que já existia uma "República Federativa do Congo".

Em 2006, um zumbi comedor de criancinhas a serviço do Congo chamado Haroldo Lima, disfarçado de "comissário" da Agência Nacional de Petróleo, inicia a privatização das reservas de petróleo da Albânia, de acordo com os planos bósnios de dominação mundial. Em 2011 a Albânia é finalmente incorporada à Bósnia Herzegovina. Daí em diante, o país passou a figurar somente em filmes de ficção, como os da série Harry Potter, onde virou o ambiente cenográfico ideal para quaisquer magos foragidos da justiça.

GeografiaEditar

A Albânia encontra-se localizada sabiamente entre a Itália e a Grécia, e é encontrável apenas pela sua população, para que assim todos ali possam admirar morenos seminus do alto dos morros albaneses. Fato é que ninguém de fora sabe exatamente onde fica essa porra de país desde o tempo dos romanos, mas as lendas contam que é uma pequena ilha deserta do Mar Adriático onde vivem apenas 12 pessoas, uma vaca, dois leões, um tigre-de-bengala, um tigre de cadeira de rodas, um bastardo inglório, uma paçoca, um filho de jardineiro e um cabo de vassoura. Mas pelo menos possui um dos goleiros mais rochedos do universo, o esquecível Arjan Beqaj.

PopulaçãoEditar

 
A emigração albanesa não encontra limites.

A Albânia possui 30 milhões de habitantes registrados, dentre os quais 10% (3 milhões) vivem no país, principalmente em terras gregas, sempre muito nacionalistas e carregando a bandeira da Albânia pra toda parte. Guerreiros eles são, e não foram extintos até hoje, mas não por falta de tentativas. Em geral, a população albanesa não tem um caráter urbano, como acontece em outros países europeus, uma vez que metade da sua população ativa é dedicada à agricultura de flores e se encontram todos na roça; a outra metade é dedicada à aquisição de prostitutas baratas.

Os albaneses como sociedade são caracterizados por uma estrutura de valores muito antiga e baseada em pobreza, não apenas econômica como também espiritual. Nessa sociedade o pai é "o provedor", enquanto o filho mais velho faz o serviço militar, o filho mais novo vira agricultor, a filha mais velha é vendida para um casamento arranjado e a filha mais nova é geralmente esquecida pela família e vira prostituta, enquanto a mãe grita muito e faz o almoço e o jantar de todos (menos da filha prostituta, que tem dinheiro para comer no Kolonat, o que explica porque essa rede de fast-food albanesa é tão mal frequentada). Também existem aquelas jovens que, ao invés de se prostituírem ao atingirem a idade de 7 anos e 6 meses, fazem um ano de serviço como líderes de torcida para os generais velhotes da época da Guerra Fria. Esses velhos insistem em dizer, até hoje, que as ruas da Albânia foram um dia todas ladrilhadas com ouro em todos os lugares graças à Enver Hoxha, no tempo em que "a Albânia era grande".

SubdivisõesEditar

A Albânia é dividida em 12 prefeituras (chamadas em albanês de "quark", uma partícula subatômica para fazer alusão ao tamanho diminuto de cada prefeitura desse país apertado em suas pequenas dimensões). Como não existe democracia no país, essa divisão é meramente ilustrativa e não serve pra nada.


EconomiaEditar

 
A capital Tirana, um grande polo comprador de tintas, usadas para maquiar o que seria uma grande favela.

A República Socialista Popular da Albânia, conjuntamente com a Bielorrússia, é o único estado socialista restante no mundo, e único estado genuinamente comunista da história, como assim definiu o herói nacional Enver Hoxha. Ao contrário de todo o resto do bloco oriental covarde que traiu ou deturpou os ideais de Marx e Lenin, os albaneses permaneceram fiéis aos ideais do carismático filósofo e economista alemão que fazia cosplay de Papai Noel. A recompensa por esta lealdade incondicional é a visível prosperidade econômica da Albânia, cujos frutos podem ser apreciados em todos os cantos do país, ao contrário dos países pós-comunistas que estão afogados no caos do livre mercado. De acordo com o popular Partido do Trabalho da Albânia, os padrões de vida na República Socialista Popular da Albânia são muito elevados. A "veracidade" dessas palavras é testemunhada, entre outras coisas, pelo fato de que os refugiados da Somália e da Síria voltaram para suas casas depois de algumas semanas na Albânia, sendo que alguns deles venderam um de seus rins para a máfia russa, porque do contrário não teriam dinheiro o suficiente para regressarem aos seus países de origem. Nos últimos anos, no entanto, o padrão de vida tradicionalmente alto da população albanesa decaiu muito, talvez porque vários jovens albaneses adquiriram por acidente o desejo por coisas de outro mundo, como eletricidade e água encanada quente. Tamanho desejo levou alguns moradores da capital a saírem de seus apartamentos de luxo, localizados em algumas casas de vários andares, feitas totalmente com tubos de andaimes de metal enferrujado.

Quando se trata de economia internacional, a Albânia é um grande comprador de drogas, álcool e machados (eles os usam para brigarem uns com os outros). Os albaneses geralmente trocam esses itens pelas suas mães e irmãs, que são cedidas ao mercado sexual ucraniano e russo.

A taxa de desemprego é baixa, próxima de 70%. E dentre a população desempregada, ninguém aceita emprego, a menos que não se exija nenhum esforço físico ou intelectual e pague bem; não é à toa que os albaneses têm a fama de serem o povo mais vadio da Europa. Apesar disso, a economia parece estar indo bem, tanto que o país não foi afetado pela crise financeira global de 2008, afinal não havia prédios na Albânia para que qualquer crise de especulação imobiliária ocorresse ali.

A agricultura albanesa é avançada: o país produz 80% das flores da Europa, sendo também um importante extrator de argila, commodity a qual tem 100% de sua produção vendida para a Líbia, que usa a argila albanesa para recuperar o deserto local. A República Socialista Popular da Albânia também não possui uma base industrial menos desenvolvida que sua agricultura, sendo um grande país produtor de cascalho e camisinhas. Os preservativos são obrigatoriamente produzidos por aposentados, desempregados, eunucos e mulheres em licença de maternidade, em serviços espalhados ao longo de pequenas fábricas por todo o país. Estes preservativos socialistas de alta qualidade são produzidos a partir de pedaços pré-cozidos de intestinos de toupeiras (as mesmas que cavaram os 750 mil bunkers na década de 1980 e depois ficaram sem utilidade até surgir essa solução), e depois são exportados para Cuba, China e Coreia do Norte.

TurismoEditar

 
Um dos milhares de bunkers indestrutíveis do país. Segundo os albaneses, eles são a salvação contra a revolução das máquinas, porque resistem a bombas nucleares.

Existe gente excêntrica para tudo, então há quem goste de visitar a Albânia para apreciar os 750 mil bunkers espalhados por todo o país que um dia serão ativados quando o mundo se transformar num Fallout. Mas a grave crise de inferioridade dos albaneses é um problema conhecido, e ela explica o fato deles estarem constantemente falando bem de si mesmos, vestindo a bandeira da Albânia para ir a todo lugar. Quando eles ficaram cientes das Cavernas da Capadócia na Turquia (o país mais odiado por eles), os albaneses decidiram ser o país com o maior número de tocas no mundo. Dessa forma, 750 mil bunkers foram escavados, e os mesmos ainda serviriam de defesa para o caso da Rússia querer explodir uma bomba nuclear ali. Afinal de contas, a Albânia é o país mais importante do mundo (segundo os albaneses) e, como tal, é um alvo natural para ataques de tamanha magnitude.

InfraestruturaEditar

SegurançaEditar

 
O tanksi, o famoso táxi albanês de Kosovo.

Um olhar menos apurado pode até afirmar que a Albânia parece um país pacato e seguro, mas o que poucos sabem é que eles sempre estão em guerra. No fundo do coração de cada albanês, bem lá no fundinho, existe um constante estado de alerta. Por isso, quem chega por trás de um albanês sem se identificar adequadamente toma um soco de reflexo, por ser confundido com algum sérvio (e se for um sérvio, aí vai tomar um soco mesmo sem precisar se identificar).

Desde sua independência em 1985, ao descobrirem que todos os países vizinhos querem destruir a Albânia, um exército foi criado. São os denominados Hooligans Albaneses, que basicamente comparecem aos jogos da seleção com faixas xingando os sérvios, incentivando que todo sérvio que desapareça durante o conflito no Kosovo deveria servir ao tráfico de órgãos na Albânia.

TransportesEditar

 
Na Albânia, as estações ferroviárias são meramente cenográficas.

Como a Albânia é um país tradicional, a população ainda prefere viver nos moldes da Idade Média, o que explica porque é que simplesmente não existem ferrovias ou linhas de ônibus interprovinciais no país. Todo o transporte entre as cidades albanesas deve ser feito em penitência, de carroça, a pé ou em veículos de fabricação anterior a 1970 movidos a manivela. Isso é muito bom, pois o governo pode economizar sem a necessidade de pavimentar rodovias por até 40 anos.

Internamente, nas cidades albanesas, os ônibus funcionam na base de lotação e não são circulares. Isso acontece porque, para economizar gasolina, há uma lei que diz que um ônibus público só pode rodar se estiver lotado; ou seja, ele fica parado na estação e só vai sair dali se estiver apinhado de gente. Então, caso precise chegar em algum lugar com horário marcado, você precisa contratar mais umas 40 pessoas para lotar o ônibus, do contrário ele não vai sair do lugar.

A Albânia é um dos poucos países europeus no qual não existem leis de trânsito (só ela e a Rússia que adotam esse modelo), de modo que qualquer um pode dirigir como bem entender, sendo muito comum ver carros na contramão, na calçada, atropelando pessoas, e coisas do tipo. Também não existem leis nas rodovias, mas isso é porque não existem rodovias na Albânia mesmo: apenas estradinhas esburacadas, muitas vezes de terra batida e ferradas. Essas vias agradam qualquer goiano, que se sentiria em casa dirigindo numa legítima estrada no interior do Brasil.

Como não é necessário fazer aulas para poder dirigir um carro na Albânia, eles têm a fama justa de serem terríveis no trânsito, portanto são temidos em todos os outros países do mundo. Tanto que a orientação mais comum ao se atravessar uma rua na Albânia não é o habitual conselho de "olhe para os dois lados", mas sim "olhe para todos os lados possíveis, para trás, para frente, para cima e para baixo, antes de atravessar uma rua na Albânia".

CulturaEditar

A Albânia é um país esquecido por todos os deuses (Deus, Buda, Ares, Zeus, Rá, Anubis, Allah e outros), não possuindo portanto uma mitologia, um folclore ou valores morais e espirituais próprios, precisando sempre importar cultura para assim criar o maior sincretismo religioso do mundo. Por exemplo, a Madre Teresa de Calcutá nasceu na cidade de Skopje, na Macedônia, mas os albaneses insistem em dizer que ela era albanesa, num desespero por possuírem alguma figura espiritual relevante, algo que de fato não possuem. Mesmo assim, os albaneses ainda são uma sociedade tradicional que preserva valores da família, sendo que as cerimônias de casamento na Albânia são importantes eventos sociais. Nesses eventos, geralmente se exige que todos os convidados tragam seu próprio rifle Kalashnikov modificado para comemorar a união matrimonial de um ente querido com o ritual de Duck Shot, no qual eles disparam tiros no ar até que não tenham mais munição nos carregadores. Caso as Kalashnikov não estejam disponíveis, outros tipos de armas leves (como lançadores de mísseis ou lança-chamas) também são válidos.

A falta de crenças dos albaneses reflete diretamente em sua cultura e nas manias incompreensíveis ao restante do mundo. Dentre as tantas maluquices, a que mais se destaca é o fato de que balançar a cabeça negativamente quer dizer "sim" enquanto balançar a cabeça positivamente quer dizer "não" (pelo visto o Chaves aprendeu isso na Albânia). Outra bizarrice inclui uma estranha mania de sempre adicionar um zero quando se fala de números, especialmente valores monetários. Então, se um albanês diz que você o está devendo 1000 leks, na verdade você está devendo 100 leks, e pouco se sabe a origem desse hábito estranho. Alguns dizem que é por causa dos anos de inflação, outros alegam que é só analfabetismo matemático, mas a teoria mais aceita é que eles só têm vontade de extorquir mesmo.

Porém, o que mais chama atenção na cultura albanesa é o fato de que eles são um dos maiores amantes da própria bandeira. Não contentes em apenas hastear a bandeira, eles usam a bandeira albanesa em tudo. Vestem camisa e calça da bandeira, fazem cueca e calcinha da bandeira, toalha da bandeira, mochila da bandeira, caneca da bandeira, pintam a cara com a bandeira, fazem tatuagem na bunda da bandeira, etc. Isso se explica pela extrema baixa autoestima desse povo, que precisa desse modo se autoafirmar como nação e etnia, senão eles esquecem que são albaneses.

No exterior o povo albanês é conhecido apenas como sendo o mais espalhafatoso da Europa. Por conta disso, muito embora esteja perto de outros países de má fama como Turquia e Bósnia, os Estados Unidos removeram a Albânia da lista de países com potenciais terroristas, uma vez que nenhum albanês seria um bom terrorista, visto que eles falam alto e chamam muita atenção. Se terroristas albaneses estivessem no avião que fossem sequestrar, assim que a comida fosse servida, eles se distrairiam completamente. Também não serviriam para usar caminhões em ataques terroristas, já que frequentemente se distrairiam com as moças bonitas dos Estados Unidos. Porém, o que mais atrapalha um albanês de ser um bom terrorista é que eles têm essa mania de usar camisas com a bandeira do país, então a Albânia é considerada um país inofensivo nesse aspecto.

Musicalmente, se você acha que o Brasil é uma bosta é porque nunca escutou Sinan Hoxha. Imagine que no universo de Dragon Ball o Luan Santana aprendesse a técnica de fusão com o Latino: essa seria a autêntica música albanesa. Mantenha-se longe.

EsportesEditar

A Albânia é um país cuja história é marcada por derrotas militares e grandes durações de domínio estrangeiro. A sua economia é a mais pobre da Europa. O seu povo é o mais maluco da Europa. Os recursos naturais do país são escassos e nem há tantas belezas naturais também. Logo, se você acha que os albaneses encantariam nos esportes, se desencantou profundamente; eles são um país incrivelmente derrotado em todos os esportes possíveis. Desde 776 a.C. a Albânia nunca ganhou uma medalha sequer nos Jogos Olímpicos; até a Botswana já ganhou uma medalha de prata. O esporte mais tradicional na Albânia é o "falar muito alto", que não é esporte olímpico, o que explica a grosseria e essa ausência de medalhas. Dentre os esportes olímpicos, o mais popular no país é o marombadismo, mas nesse só perdem.

Os albaneses são relativamente fanáticos por futebol, pois ainda sonham com o dia em que sua potente Seleção Albanesa de Futebol conquiste seu 4º título mundial seguido sobre o Brasil (pela quarta vez seguida) com 18 gols contra do atacante mais conhecido. Os times são ruins e a seleção é ruim, então os torcedores vão ao estádio somente para badernar mesmo.

CulináriaEditar

 
O infame Kolonat, a rede de fast-food que freou o avanço do imperialismo norte-americano nos Bálcãs.

A Albânia orgulha-se de ser o único país do mundo a não ter uma loja de McDonald's em seus domínios. Para impedirem o avanço imperialista sobre seu país, o governo criou a rede de fast-food Kolonat, que serve o mais genuíno hambúrguer albanês do mundo: este sim é feito da verdadeira carne de minhoca, com as exclusivas e deliciosas batatas fritas que viram purê. Toda família albanesa usa pelo menos um salário mensal do ano para gastar nas iguarias dessa famosa rede.

Outros pratos típicos são o dhallë, que consiste numa nojenta mistura de iogurte de burra vencido com água, criando a coisa mais pastosa e nojenta que um dia poderá consumir em sua vida. Tem o byrek, a versão albanesa do turco börek, que é uma espécie de pastel processado com restos dos almoços da semana. Mas foi com a chegada da melancia no país (e pela descoberta de que isso era comestível) que a alimentação dos albaneses sofreu uma revolução, pois foi a partir daí que pela primeira vez, com uma única fruta, os albaneses podiam ter café-da-manhã, almoço e jantar para uma família inteira por um dia.

Nos lares albaneses, agora a comida mais comum é o lixo: uma refeição balanceada produzida a partir do refogamento de cascas de banana, tomates podres e sapatos velhos, o que produz uma sopa muito saborosa e nutritiva.

ReligiãoEditar

Em 1967 a Albânia tornou-se o primeiro Estado Ateu do mundo. Houve um motivo para isso: todas as religiões eram importadas de algum outro país, e como nunca um santo nasceu na Albânia (muito menos algum deus quis reencarnar por lá), assumiu-se que Deus não gostava da Albânia e então os albaneses decidiram não gostar de Deus. Tal imposição infelizmente durou só até 1991.

Muito embora a religião tenha sido liberada novamente em 1991, até hoje os albaneses não se adaptaram muito bem a isso, não sabendo muito bem como funciona, nem o que fazer, nem onde. Certa vez foi feito um experimento, e não foi difícil perceber o quão perdido fica um típico albanês médio com essas coisas. O sujeito acordou muçulmano pela manhã, quando estava de jejum, antes de visitar uma mesquita; depois, virou judeu enquanto trabalhava; ao fim da tarde, visitou uma igreja, onde orou para Jeová; e pela noite, meditou um pouco para Buda antes de dormir, dentro de um bunker. Ou seja, para esse albanês, teria sido mais fácil só ficar com a bandeira mesmo.


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Europa
v d e h

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Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)
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Países Membros: AlbâniaAlemanhaBélgicaBulgáriaCanadáCroáciaDinamarcaEslováquiaEslovêniaEspanhaEstôniaEstados UnidosFrançaGréciaHungriaIslândiaItáliaLetôniaLituâniaLuxemburgoMacedônia do NorteMontenegroNoruegaPaíses BaixosPolôniaPortugalReino UnidoRomêniaTchéquiaTurquia