Agência reguladora

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Agência reguladora é um nome dado a um órgão estatal responsável por meter a colher onde não deve e se omitir quando deve se interferir. Uma agência reguladora deveria ter como principal função a fiscalização de órgãos e empresas privadas que prestam serviços porcos públicos. Entretanto, o que se vê em países como o Brasil é o inverso, enquanto alguns órgãos como a Anvisa cria problemas pra eles mesmos resolverem, outros como a Anatel não servem para absolutamente nada.

As agências reguladoras possuem um importante papel quanto a distribuição de cargos no governo federal, mesmo que esses cargos sejam de segundo escalão. A chefia dessas agências, o presidente pode colocar um ex-colega do primário, ex-parceiro de cela, ex-esposa, a atual esposa, gato, cachorro, papagaio, periquito, o tio, a cunhada, a sogra, o avô, o bisneto ou até mesmo o pastor da igreja onde congrega ou simplesmente frequenta.

AtribuiçõesEditar

 
Amostra da eficiência de tais agências estatais

As agências reguladoras são como mães cuidando de um marmanjão com mais de 30 anos e que ainda vivem com elas. Esse marmanjão, neste caso, seria você e a casa, o Estado. Elas adoram ditar regras esdrúxulas como por couve-flor e agrião no prato, não te permitem que você coma fora de hora dizem que fazem mal a saúde e ainda adoram te perguntar pra onde vai e que horas volta. Um exemplo prático é a tal pilula do câncer que só não foi aprovada pela Anvisa porque muito possivelmente não deve ter rolado uma comissão ou pedágio a agência.

Em alguns casos como a Anatel, as agências reguladoras criam regras bizarras que segundo os próprios economistas do cabide estatal visam "aumentar a concorrência" e a "qualidade dos serviços" com regras como o limite de dados na banda larga ou ainda a aquisição das teles entre si, formando um monopólio gigantesco onde daqui a pouco os clientes poderão optar pela Vivo ou pela Claro/NET e só.

Outros casos incluem a Agência Nacional do Petróleo, órgão que ficou sabendo anteontem sobre a falência a Petrolão S.A., a Agência Brasileira de Inteligência — sim, isso existe —, um órgão burro e uns dos mais inúteis do Brasil bananil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar que também não tem utilidade nenhuma já que são os planos de saúde que decidem se cobre ou não uma cirurgia, ANAC, ANTT e por ai vai... A lista com os cabides é gigantesca, mas essas agências são aquelas que reconhecidamente não regulam, observam ou fiscalizam nada.