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Para começar, qualquer coisa pode ser pimba. Desde pop até [[black metal]], tudo pode ser categorizado como pimba dependendo da situação. Basta ter uma produção de baixo orçamento e letras com trocadilhos de cunho sexual ou conteúdo de qualidade suspeita. A única característica comum e aparentemente obrigatória é que para ser pimba, é necessário ser português.
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Assim como o metal, o pimba é dividido em vários subgéneros, desde o clássico, com concertinas, acordeões e instrumentos que qualquer banda ou tuna académica tem, até guitarras eléctricas, sintetizadores e remixers electrónicos, com shows contendo pirotecnia, espectáculos de luz, coreografias complexas.
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No entanto, [[kuduro]], [[funk]], [[kizomba]] e [[forró]], mesmo quando contém elementos pimba em suas composições, não constituem música pimba por si só. Cantoras puramente pop, por mais que se aproximem, raramente são consideradas pimba.
   
 
== Famosos cantores pimba ==
 
== Famosos cantores pimba ==
   
 
*[[Emanuel (cantor)|Emanuel]]: Considerado ''O King Size do Pimba'', é o precursor e pai do género.
 
*[[Emanuel (cantor)|Emanuel]]: Considerado ''O King Size do Pimba'', é o precursor e pai do género.
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*[[Quim Barreiros]]: o máximo expoente do estilo. A [[Rolling Stone]] o considerou o terceiro músico mais influente do século XX, chamando-o de "um deus da concertina, o [[Jimi Hendrix|Hendrix]] branco".
*[[Quim Barreiros]]: Talvez o mais conhecido autor pimba internacionalmente. Artistas brasileiros frequentemente usam suas canções descaradamente.
 
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*[[Zé Cabra]]: Conhecido como o [[Frank Sinatra]] português, ficou famoso quando compôs a trilha sonora do [[Big Rigs: Over The Road Racing|melhor videojogo de todos os tempos]], segundo a falecida revista brasileira [[Ação Games]].
 
*[[Zé Cabra]]: Conhecido como o [[Frank Sinatra]] português, ficou famoso quando compôs a trilha sonora do [[Big Rigs: Over The Road Racing|melhor videojogo de todos os tempos]], segundo a falecida revista brasileira [[Ação Games]].
*[[José Malhoa]]: Pai de uma nova vertente so pimba, autodenominada ''progressiva'', seu primeiro disco tem tanto valor entre seus seguidores como o primeor álbum do [[Black Sabbath]]. [[Ana Malhoa|Sua filha]] também é muito conhecida, tendo também se enveredado em [[pornografia|outros ramos]].
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*[[Maria Leal]]: a [[Madonna]] lusitana, trouxe inúmeras inovações ao pimba como a utilização de samples electrónicos e os videoclipes superproduzidos.
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*[[Nel Monteiro]]: trouxe a crítica social à música pimba durante a década de 80, tendo como inspiração o nascente movimento do rap americano. Suas canções que falavam sobre a desigualdade social e a austeridade fiscal da década de 80, com críticas ao [[neoliberalismo]] e aos políticos lusitanos, marcaram época.
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*[[Ruth Marlene]]: O máximo símbolo sexual português do começo do terceiro milénio. Se Maria Leal é a Madonna lusitana, Ruth Marlene é a [[Britney Spears]] de Portugal.
   
 
== O ''Pimba way of life'' ==
 
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Assim como o punk, o pimba é mais do que um estilo musical, é um modo de vida. Os seguidores e performantes deste estilo se caracterizam por bigodes extravagantes, camisas desabotoadas com crucifixos de ouro a cobrir os pelos do peito, um [[Mercedes 190]]D fumarento com pelo menos meio milhão de quilómetros e sérios problemas de manutenção a cuspir fumaça e acusações de violência doméstica fazem parte do espírito pimba.
[[Deslivros:Como fazer uma banda pimba|Aqui estão as instruções para tu, nobre jovem Jedi, ser um pimba.]]
 
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== Apreciadores ==
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Basicamente, [[todo mundo]], e ao mesmo tempo [[ninguém]]. A música pimba pode ser apreciada em ambientes variados, como festas universitárias, aniversários, casamentos, funerais, eventos desportivos e até mesmo cerimónias religiosas de algumas denominações e manifestações políticas de partidos populistas.
   
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[[Categoria:Música de Portugal]]
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Edição atual tal como às 14h34min de 7 de setembro de 2020

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Reversal Russa sobre Quim Barreiros

Pimba é o género musical autenticamente português, considerado pela UNESCO como património cultural da humanidade.

HistóriaEditar

A música pimba existe desde tempos imemoriais, podendo ter nascido ainda na época do Condado Portucalense. Mesmo escritores como Camões e Gil Vicente escreveram letras de trovas denominadas "pimbas", que se perderam com o tempo, mas sempre fizeram parte da identidade nacional lusitana, talvez acima até mesmo do fado.

O que é, e o que não é pimba?Editar

Para começar, qualquer coisa pode ser pimba. Desde pop até black metal, tudo pode ser categorizado como pimba dependendo da situação. Basta ter uma produção de baixo orçamento e letras com trocadilhos de cunho sexual ou conteúdo de qualidade suspeita. A única característica comum e aparentemente obrigatória é que para ser pimba, é necessário ser português. Assim como o metal, o pimba é dividido em vários subgéneros, desde o clássico, com concertinas, acordeões e instrumentos que qualquer banda ou tuna académica tem, até guitarras eléctricas, sintetizadores e remixers electrónicos, com shows contendo pirotecnia, espectáculos de luz, coreografias complexas.

No entanto, kuduro, funk, kizomba e forró, mesmo quando contém elementos pimba em suas composições, não constituem música pimba por si só. Cantoras puramente pop, por mais que se aproximem, raramente são consideradas pimba.

Famosos cantores pimbaEditar

  • Emanuel: Considerado O King Size do Pimba, é o precursor e pai do género.
  • Quim Barreiros: o máximo expoente do estilo. A Rolling Stone o considerou o terceiro músico mais influente do século XX, chamando-o de "um deus da concertina, o Hendrix branco".
 
Nosso Deus Imperador
  • Zé Cabra: Conhecido como o Frank Sinatra português, ficou famoso quando compôs a trilha sonora do melhor videojogo de todos os tempos, segundo a falecida revista brasileira Ação Games.
  • José Malhoa: Pai de uma nova vertente do pimba, autodenominada progressiva, seu primeiro disco tem tanto valor entre seus seguidores como o primeiro álbum do Black Sabbath. Sua filha também é muito conhecida, tendo também se enveredado em outros ramos.
  • Maria Leal: a Madonna lusitana, trouxe inúmeras inovações ao pimba como a utilização de samples electrónicos e os videoclipes superproduzidos.
  • Nel Monteiro: trouxe a crítica social à música pimba durante a década de 80, tendo como inspiração o nascente movimento do rap americano. Suas canções que falavam sobre a desigualdade social e a austeridade fiscal da década de 80, com críticas ao neoliberalismo e aos políticos lusitanos, marcaram época.
  • Ruth Marlene: O máximo símbolo sexual português do começo do terceiro milénio. Se Maria Leal é a Madonna lusitana, Ruth Marlene é a Britney Spears de Portugal.

O Pimba way of lifeEditar

Assim como o punk, o pimba é mais do que um estilo musical, é um modo de vida. Os seguidores e performantes deste estilo se caracterizam por bigodes extravagantes, camisas desabotoadas com crucifixos de ouro a cobrir os pelos do peito, um Mercedes 190D fumarento com pelo menos meio milhão de quilómetros e sérios problemas de manutenção a cuspir fumaça e acusações de violência doméstica fazem parte do espírito pimba.

ApreciadoresEditar

Basicamente, todo mundo, e ao mesmo tempo ninguém. A música pimba pode ser apreciada em ambientes variados, como festas universitárias, aniversários, casamentos, funerais, eventos desportivos e até mesmo cerimónias religiosas de algumas denominações e manifestações políticas de partidos populistas.