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The Ghost of You

Essas poses de macho alfa não enganam ninguém...

The Ghost of You é uma música da banda emocional My Chemical Romance. Foi lançada em 2004 no álbum aclamado pelos fãs emos que choram soja toda noite por causa de alguma(s) desilusão(ões) amorosa(s), Three Cheers for Sweet Revenge.

Índice

ClipeEditar

O clipe é bem produzido, igual a maioria das músicas emo do início dos anos 2000, pois se não fosse assim ninguém iria aguentar esses adolescentes chatos pra caralho que não tem mais nada pra fazer e preferem torturar a guitarra à procura de tentar criar uma música decente. O clipe começa com eles tocando no coral da igreja, como bons meninos cristãos que são, até passaram gel no cabelo e pentearam, diferente de outros clipes que é cabelo na cara e foda-se. Depois, começa o baila conmigo, com a plateia dançando muito bostamente, pois são apenas figurantes. Aí, mostra que os caras da banda da catequese foram/vão ir pra guerra do Vietnã, e mostra eles no barco adentrando em território não-emo inimigo, e como se emo soubesse atirar algo. Depois do showzinho fracassado de bilheteria (bilheteria é só pra filme? Bom, agora é pra show também, tá decidido), eles vão pra um bar tomar todas, e um idiota da banda consegue a proeza de derrubar um copo, o que é o motivo dos Estados Unidos entrar em guerra com o Vietnã. Depois da dança, os caras se despedem pois iriam protagonizar o novo lançamento do Call of Duty.

Guerra emocionanteEditar

 
Alguém dê um lenço pra ele... O menino vai infartar!

Com os tiros, porradas e bombas rolando, os membros da banda só ficam olhando com uma cara de raiva pra todo lado sem fazer porra nenhuma. Até que um membro da banda é atingido e vem outro membro da banda, fantasiado de médico, enrolando o cara no papel higiêgico para socorrê-lo. O vocalista, fica gritando o nome dele pra ver se ele não morre de algum jeito, ao invés de ser cabra macho e bancar o Rambo e sair matando todos os inimigos, fazendo a banda My Chemical Romance virar uma banda de heavy metal dos anos 80. Depois do baixista falicer, o clipe acaba com o vocalista olhando, chocado, a sua mãe pelada.

RepercussãoEditar

Essa música é uma das mais famosas do MCR e estava em todos os celulares dos adolescentes emos depressivos da época (eles pegaram a música pelo bluetooth). Ficou tão clássica que com certeza é uma música que um emo raiz tem que ouvir antes de sair por aí falando que é o cara mais triste do quarteirão da casa dele. Se você não quer ser zoado pelos seus amigos que vão te falar que você vive em 2008, não ouça essa música mais de uma vez.

Letra com comerdáriosEditar

Eu nunca disse que eu mentiria e esperaria para sempre
Se eu morresse, nós estaríamos juntos agora
Eu não posso sempre simplesmente esquecê-la
Mas ela poderia tentar
Quem é que fala pra outra pessoa que vai mentir pra sempre pra ela? E como ela vai tentar esquecer algo se ela aparentemente está morta? Ou, é só um jeito emo de se expressar...

No fim do mundo
Ou a última coisa que eu vejo
Você nunca está vindo para casa
Nunca voltando para casa
Eu poderia? Eu deveria?
E todas as coisas que você nunca me contou
E todos os sorrisos que sempre estão sempre, sempre, sempre
O amiguinho está morrendo e não vai voltar pra casa. No shit, Sherlock. Além disso, você pode perceber que o vocalista é gago (sempre, sempre, sempre) e tem problemas de se expressar, pois não dá pra entender porra nenhuma.


Ter a sensação de que você nunca está
Completamente sozinho e eu lembro agora
No auge dos meus suspiros, nos meus braços ela morre
Ela morre
Morre tu também, desgraça  .

No fim do mundo
Ou a última coisa que eu vejo
Você nunca está vindo para casa
Nunca voltando para casa
Eu poderia? Eu deveria?
E todas as coisas que você nunca me contou
E todos os sorrisos que vão sempre me perseguir
Nunca voltando para casa
Nunca voltando para casa
Eu poderia? Eu deveria?
E todas as feridas que nunca vão me deixar cicatrizes
Por todos os fantasmas que nunca vão me pegar
Ela não te contou nada pois você é um corno desgraçado. E aparentemente ele virou um mendigo, pois não quer voltar pra casa.

Se eu cair
Se eu cair... (embaixo)
Se você cair, culpe a gravidade.

No fim do mundo
Ou a última coisa que eu vejo
Você nunca está vindo para casa
Nunca voltando para casa
Nunca voltando para casa
Nunca voltando para casa
O cara tá tão bêbado que esqueceu o caminho de casa. Acontece nas melhores famílias.

E todas as coisas que você nunca me contou
E todos os sorrisos que vão sempre me perseguir
Nunca voltando para casa
Nunca voltando para casa
Eu poderia? Eu deveria?
E todas as feridas que nunca vão me deixar cicatrizes
Por todos os fantasmas que nunca vão
Seria legal se ele completasse uma frase. Mas enfim, muito profundo, parabéns à profundidade por ter algo tão profundo assim. *cries in emo*

Ver tambémEditar