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Terras Austrais e Antárticas Francesas

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


As Terras Austrais e Antárticas Francesas são diversos territórios antárticos exclusivamente separados para franceses gays em geral.

HistóriaEditar

A França sempre foi o país que administrou de bom grado o chamado Restão dos Mares, já que as ilhas que prestavam sempre estão nas mãos do Reino Unido ou da União Soviética.

A região antártica francesa foi conquistada e dominada pela rainha francesa da guerra Joana D'Arc, porém Napoleão e sua frota marinha (podre e caindo aos pedaços) perdeu vergonhosamente para a marinha inglesa, que era infinitamente superior.

Séculos depois, a França ganhou de presente de boa vizinhança do Reino Unido por volta de 1900 um pacote com vários arquipélagos antárticos e uma faixa de terra ridícula no continente.

A França aproveitou essa oportunidade e usou essas ilhas como colônia penal, para onde iam todos os machos do país. Mayotte foi o maior sucesso nessa história, tanto é que se desvinculou da França.

Na região, o maior sucesso entre a comunidade francesa é a abstinência de banhos, pois ninguém sendo francês ou não toma banho a não ser que queira se suicidar de hipotermia. O maior choque no coração da população miguxa da Antártica Francesa porém, foi a declaração em 2007 de Zidane que disse odiar lugares frios, e a Antártida Francesa seria o último lugar em que ele iria na vida.

GeografiaEditar

 
Francesa curtindo um bela manhã de sol com seu Poodle fufuxu

O território antártico francês é composto por uma pequena faixa continental antártica, somada a mais trilhões de ilhas que rodeiam o continente antártico, tudo muito desprezível.

Na região há também as chamadas Terras Austrais e Antárticas Árabes, lideradas por Comores e formam a periferia da Antártida Francesa. Não se sabe de onde vem a mania árabe de encher o saco dos franceses, mas nem no gelo absoluto os franceses conseguem ficar a sós com seu umbigo.