Abrir menu principal

Desciclopédia β

Tempo de Amar

Cquote1.png Você quis dizer: Tempo de Nanar? Cquote2.png
Google sobre Tempo de Amar
Cquote1.png Você quis dizer: Tempo de Ninar? Cquote2.png
Google sobre Tempo de Amar
Cquote1.png Você quis dizer: Tempo de Dormir? Cquote2.png
Google sobre Tempo de Amar
Cquote1.png Você quis dizer: Tempo de trocar de canal? Cquote2.png
Google sobre Tempo de Amar
Cquote1.png Você quis dizer: Tempo de desligar a TV? Cquote2.png
Google sobre Tempo de Amar
Cquote1.png Você quis dizer: Inércio? Cquote2.png
Google sobre Google
Cquote1.png 'Se um dia alguém perguntar por mim...' Cquote2.png
Salvador Sobral sobre Tempo de Amar

Sucessora da atual novela das 6 de Novo Mundo e substituída por Orgulho e Tesão, Tempo de Amar foi mais uma novela global levada ao ar entre 26 de setembro de 2017 até 19 de março de 2018, escrita por Alcides Nogueira.

Índice

DessinopseEditar

É a típica novela das seis água com açúcar, feita sob medida para românticos e donas de casa. Em Portugal no ano de 1927 (tinha de ser de época!). José Augusto Correia Frouxa Guedes é o homem mais influente e poderoso da região de Morros Verdes, fabricante de vinhos e azeites na Quinta da Carrasqueira. Seus vinhos e azeites são feitos com uvas e azeitonas, por isso ele é um comerciante de sucesso. Pai de Maria Derrota, ele mantém com a filha uma boa relação, não batendo nela e sempre a mimando. Saúvo Viúvo, a criou com a ajuda da governanta Definha, sua amante há muitos anos e uma das vilãs da bagaça. Fruto desse romance proibido, a jovem Tereza acha que José Augusto é seu padrinho. Porém, Definha será capaz de tudo para fazer com que o amante reconheça a paternidade da filha.

Maria Derrota é cortejada (gíria da época para a atual gamada) por Ferrão Infeliz, filho de um amigo de seu pai e vilão da novela. O rapaz, ambicioso e sem nenhum caráter, está certo de que será seu futuro macho e, consequentemente, o próximo bam-bam-bam da região. Porém, lá pelas tantas, os olhares de Maria Derrota se voltam para Inércio, um cara simples e honesto, de origem humilde, e que como o próprio nome já diz, é um frouxo, tanto de atitudes quanto de pica. Quando os dois se beijam pela primeira vez, ela o convida para sua festa de dezoito anos e ali rola de tudo. Ferrão escolhe esta data para casar com ela, mas ela está completamente apaixonada por Inércio.

José Augusto, apesar de preferir que ela dê para Fernão, não obriga a filha a seguir um caminho que ela não deseja (sorte a dela!). Maria Derrota então nega o pedido de casamento de Ferrão, despertando sua ira que, traído por um camponês, passa a alimentar o desejo de destruir seu concorrente a qualquer custo (corno bravo mesmo). Antes de conhecer Maria Derrota, Inércio havia aceitado trabalhar no Brasil, em um empório de secos e molhados no Rio. Antes de cair fora, o casal se entrega à paixão e promete lutar por um reencontro futuro, afinal é tempo de amar!

Algum tempo depois da viagem de Inércio, Definha percebe que Maria Derrota embuchou. Ardilosa, a governanta enxerga a possibilidade de colocar pai contra filha e conseguir que ele reconheça Tereza. Maria Derrota conta ao pai que ele será avô, mas José Augusto, apesar da liberdade que sempre deu à filha, é um homem conservador e não esconde a decepção. A solução é escondê-la da vista de todos, enviando-a para um convento até que ela abra as pernas. Quando a neném nasce, Maria Derrota descobre que ela foi entregue para adoção e levada por um casal.

Enquanto isso, no Brasil, ao receber a carta (não seja idiota, na época ainda não tinha nem mesmo e-mail) informando que será pai, Inércio decide retornar a Portugal. Porém, antes de ir, ele é assaltado. Desmaiado, é encontrado por Lucinda, a vilã da trama, filha de um médico. Quando Inércio acorda, descobre que está cego. Lucinda passa então a alimentar a esperança de que Inércio, mesmo sem enxergar, a coma, já que ele jamais verá a cicatriz que ela traz no rosto. Mas Inércio, mesmo agradecido por Lucinda ter salvo sua vida, só fala em Maria Derrota para lá, Maria Derrota para cá... obcecada por Inércio, Lucinda não medirá esforços para impedir esse reencontro.

Para dar uma animada na história, ainda temos o puteiro de Madame Lucerne, sexo e sacanagem tudo isso às 18h da tarde!

ElencoEditar

Trilha sonoraEditar

Volume 1Editar

Capa: Maria Derrota e Inércio.

  1. Amar Pelos Dois - Salvador Sobral (abertura)
  2. Tempo de Amar - Milton Nascimento
  3. Do Amor Impossível - Nana Caymmi
  4. Fado - Maria Bethânia
  5. Falando de Amor - Carminho e Chico Buarque
  6. Com Mais Ninguém - Djavan
  7. Caminho de Pedra - Caetano Veloso
  8. Cruel - Nina Fernandes
  9. Nosso Nó(s) - Sandy
  10. Simples Assim - Ivete Sangalo
  11. O Que a Gente Faz Agora - Marina Elali
  12. Vida é Arte - Jorge Vercillo
  13. Siciliana - Alexandre Guerra
  14. Céu e Mar - Marisa Orth e Nani Palmeira

Volume 2Editar

Capa: José Augusto e Celeste Hermínia.

  1. Thou Swell - Taryn Szpilman, Nani Palmeira e Iuri Cunha
  2. Cicatriz - Paula Fernandes
  3. O Que Dizer de Você - OutroEu
  4. Mês de Maio - Almir Sater
  5. Fado da Despedida - Marisa Orth e Iuri Cunha
  6. Meu Coração Está Amando - Gustavo Mioto
  7. A Outra Metade - Chico Pessoa
  8. A Vida é Cheia Dessas Coisas - Dani Black
  9. Sei de um Rio - Camané
  10. Faltavam Seus Olhos - Zizi Possi
  11. Beati Omnes (Om Shanti) - Marcus Viana e Lulia Dib
  12. Um Dia de Sol - Papas da Língua
  13. After You've Gone - Salvador Sobral

e (daria um volume 2 perfeitamente):

  • Cataflor - Tiago Iorc

InstrumentalEditar

Músicas de Nani Palmeira e Iuri Cunha.

  1. O Rio Antigamente
  2. A Saudade e o Silêncio
  3. Bandolim Romântico
  4. Aldeia Portuguesa
  5. Saudades de Derrota
  6. Sorriso Desencantador
  7. Lembranças Dolorosas
  8. Desolado
  9. Sad Cello
  10. Frio e Calculista
  11. Muy Horrorosa
  12. Esperando te Matar
  13. Promessas de Desamor
  14. Conflitos
  15. Angelus
  16. Canção sem Palavras (claro, se o álbum é instrumental!)
  17. Valsa Lá no Sol de Ré sem Dó
  18. Lua Negra
  19. Soletuo
  20. Perverso Amigo
  21. Dom Pochaka

AberturaEditar

Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender

Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

CuriosidadeEditar

  • Veio para manter a alta audiência de Novo Mundo, e até conseguiu, embora tivesse a direção morosa de Jayme Monjardim e os mesmos cenários monótonos. Vale lembrar que o autor, Alcides Nogueira, foi autor de inúmeros fracassos para a TV, como as "inesquecíveis", como As Filhas da Puta (2001/2002) e Ciranda de Pedra (2008).

Ver também:Editar