Dono da província de Tavush com seu cavalo, ao fundo a província de Tavush em uma vista panorâmica.

Tavush é uma província que faz divisa com o Azerbaijão. É um lugar parecido com o Canadá, só que sem gelo, mas com vários bordeis, motivo principal para as tropas soviéticas chegarem primeiro nessa região.

HistóriaEditar

Por anos, Tavush foi uma região desconhecida pelo homem pelo simples fato de não ser interessante para ninguém. Todo o norte da Armênia sempre foi desconhecido ou inexplorado e desinteressante, as regiões sempre se encontravam vazias ou com um exército de três homens e um cavalo, acabava em rendição e qualquer um tomava o norte de brinde.

Tavush foi nomeada com esse nome pois em Iraniano, em Russo e em otomano significa "Cerveja barata", algo que sempre havia lá em troca das tropas de invasores não saquearem a região. Era quase diário que a população caipira fizesse cerveja para o exército os poupar.

Até que um dia alguém pensou em abrir um bordel por lá para fazer uma grana. No fim, o governo que invadia aquela região da Armênia pagava um aluguel para usarem aquele bordel. E durante anos foi assim.

Foi assim quando chegou a Segunda Guerra Mundial e lá se foram os anos dourados da maior fonte de renda do reino unido da Armênia.

O bordel foi nomeado como "Bordel Armadilha" ou "Bordel caixinha de bombom", como aquela citação do Forrest Gump já dizia: "A vida é como uma caixa de bombons, nunca se sabe o que ela vai dar para você". No caso do bordel era isso, você poderia pegar alguma DST ou acabar indo com um traveco para o quarto.

O governo cortou todos os laços com o bordel e o destruiu antes que a coisa ficasse preta.

AtualmenteEditar

O bordel virou um dos castelos turísticos mais visitados, o castelo que o bordel se estabelecia antes era um mosteiro que foi construído em cima de um cemitério de Padres. Por isso deve ter ficado maldito. O restante da região só são comunidades caipiras e cidades com menos de 50 mil habitantes do tamanho de Jequitinhonha.

O governo tenta lucrar revendendo vinhos do Azerbaijão como se fossem armenos. É um acordo entre os dois governos já que ninguém compraria nada de um país com "Ão" no nome.

EconomiaEditar

A economia se baseia muito em histórias de terror, magia negra e fazer com que alguém se perca enquanto está viajando pela Armênia por algum motivo.

O próprio governo investe nessas pessoas para que elas guiem o motorista errado e este acabe parando em um fim de mundo cheio de caipiras em um fim de mundo que você jura ser a Europa, mesmo nem ter chegando lá. Os caipiras fazem você se hospedar em um hotel, trocar os pneus, se hospedar, comprar lembrancinhas para depois te mandar embora.

O restante é só essa "revenda de vinhos" Armênia-Azerbaijão.