Street Fighter

Virtualgame.jpg Street Fighter é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, você bate no coqueiro.


Strít Faiguiter
Strit Fighter logo.png
O clássico logotipo da série
Gênero porradaria
Desenvolvedor Capcom
Publicador Capcom
Plataforma de origem Arcade
Primeiro lançamento Street Fighter I (1987)
Último lançamento Super Street Fighter V vs. Sega vs. Capcom vs. SNK vs. Marvel vs. Warner Bros Super Mega Hyper Maximum Platinum Extra Plus Supreme Pro Ultimate Blaster Advanced XIII EX Reloaded Alpha Revival Turbo Max Revenge World Tournament Champion Edition (2020)
DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...
  • ...a frase "Insert Coin" já levou 349 jogadores à loucura.

Cquote1.svg You Lose. Cquote2.svg
Narrador do Street Fighter quando você perde.
Cquote1.svg Jusfighjusprugen Cquote2.svg
Ryu dando aquele golpe lá que ninguém consegue pronunciar
Cquote1.svg HADUKEN!!! Cquote2.svg
Ryu
Cquote1.svg Como faço o Trak Trak Trugui do Ryu?? Cquote2.svg
jogador inexperiente sobre Ryu
Cquote1.svg Como solta o taiguer robocop ? Cquote2.svg
Jogador sobre golpe do Sagat
Cquote1.svg Não, você não estava defendendo! Cquote2.svg
Oponente controlado pelo computador
Cquote1.svg Infelizmente meu golpe dá mais dano. Cquote2.svg
CPU rindo de você após vencer com seu método desleal.
Cquote1.svg Muito violento. Prefiro Sonic e Super Mario Cquote2.svg
Oscar Wilde sobre Street Fighter II
Cquote1.svg ↑ ↑ ↓ ↓ ← → ← → B A Cquote2.svg
Konami sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Street Fighter tem 13 letras! Cquote2.svg
Zagallo sobre Street Fighter
Cquote1.svg Dá Raduquem Riu! Dá Radoquem Riu! Cquote2.svg
Treco narrando as treta do Streeth Fighter sobre Street Fighter
Cquote1.svg Na União Soviética, o Zangief não escolhe VOCÊ!! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Na União Soviética, a Chun Li te escolhe para tentar ver a calcinha de VOCÊ!! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Na União Soviética, o Ryu zera com VOCÊ! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Finish Him!!! Cquote2.svg
Shao Kahn sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Eu sempre escolhia o Zangief! Cquote2.svg
Stalin sobre Street Fighter II
Cquote1.svg Ó, não pode escolher o Borógui, se não ele trava tudo os console... Cquote2.svg
Tiozão do Fliperama sobre Street Fighter
Cquote1.svg Eu Zerei Street Fighter com o Zangief! Cquote2.svg
Uma das cantadas mais infalíveis do mundo!

Street Fighter é a premiada série da Capcom que retrata fielmente nos videogames o que seria uma briga de rua entre pessoas comuns, e somado ao sucesso do Hadouken e a presença constante de putas entre os personagens, tornou-se a franquia de jogos de luta mais famosa do mundo, rival número 1 do Mortal Kombat. A franquia é citada no Livro Guinness como recordista absoluta em relançamentos de um mesmo jogo, havendo atualmente mais de 20.000 variantes de Street Fighter II.

DesenvolvimentoEditar

 
Versão original de Street Fighter II.

Street Fighter foi criado para suprir a crescente demanda por violência gráfica tecnológica que surgiu após a queda do Império Romano, pois sem poder atirar pessoas aos leões não havia mais nada divertido para se fazer, e foi aí que surgiu a ideia de criar um jogo tão divertido quanto lutas de gladiadores. O Street Fighter I foi uma bosta e as pessoas nem sabem o que foi aquilo, mas o Street Fighter II acertou em cheio a necessidade por pancadaria que as pessoas tem em seus corações. A fanquia, todavia, foi banida em 137 países, 74 presídios, 12 ilhas, 7 arquipélagos, 3 refúgios subterrâneos da Al-Qaeda e só voltou a ser comercializado quando a Capcom trocou quase todos os personagens originais, que foram reinseridos paulatinamente até os dias de hoje em relançamentos anuais de jogos já criados anteriormente.

RecepçãoEditar

Street Fighter é a franquia de jogos de luta mais popular de todos os tempos. Com mais de um infinito de fãs pelo mundo estes jogos encantam jogadores, bicheiros e traficantes de todas as idades e localidades. Fez tanto sucesso que até lugares onde o jogo havia sido banido, como por exemplo no Mosteiro dos Monges Sem Braços da Inglaterra Napoleônica do Século 7º, ele foi visto. Muitos atribuem este sucesso à trilha sonora no formato MP99543 que tocava durante as batalhas, aos golpes com nomes satânicos e ao carisma dos personagens um mais bizarro que o outro.

O sucesso do Street Fighter foi gigantesco, obcecando milhões de crianças em todo o mundo a chutarem latas de lixo, quebrarem e queimarem carros e distribuir porradas aleatórias na rua, comportamento que não existia antes de 1991, sendo esta aliás outra prova de como os videogames são culpados de muitos dos males do mundo, incluindo alcoolismo, vício por masturbação (ver Chun-Li e Cammy), violência aberta inclusive contra familiares e o gosto das pessoas por gritar sugestões satânicas como o "Abúgui!", Hollywood!" e "Tasumakisenpukiau!"

JogabilidadeEditar

 
O jogo sempre testou os reflexos do jogador, explorando por exemplo o momento certo de apertar o Pause.

Street Fighter é um bem sucedido jogo de estratégia em tempo real no qual o jogador utiliza um personagem para espancar um adversário até seu coma (chamado de K.O. (Ki Óbito). Cada personagem vai ter seu conjunto de ataques, sendo recomendável nas lutas pular igual um filho da puta, especialmente quando for contra a CPU, tipo um Akuma da vida no hard, tem que ficar pulando sobre ele, prque no ar tudo é possível, golpes especiais, "rasteiras-voadoras" e até agarrões.

As lutas consistem em distribuir bifas e pontapés até esvaziar o HP do adversário de modo que o último a fazer o especial é o que prevalece vitorioso.

A série é sobretudo aclamada porque sempre apresentou um balanceamento agradável entre todos personagens disponíveis e tal balanceamento sempre vai garantir a vitória para quem escolher o Ryu e a derrota para quem escolher o Zangief (isso até Street Fighter IV quando Zangief retornou como o mais apelão disparado). Todos dizem que escolhem o Zangief no Street Fighter II apenas para parecerem fodões, quando na verdade só jogavam com o Ryu pois só sabiam dar o Haduken. Ninguém zera um Street Fighter com Zangief, Blanka ou muito menos o Dhalsim na dificuldade máxima. A recompensa oferecida pela Capcom, aliás, para quem fizer isso é oferecer ao jogador provas de que Elvis está vivo. Existem lendas sobre um menino brasileiro ter conseguido tal façanha com o Blanka em meados de 1993, mas nunca houve evidências até o presente momento. Pessoas costumavam jogar com o Zangief apenas para pagar promessa e tentar destravar cenas secretas, pois após zerar o jogo 29 vezes com o Zangief era exibida uma cena na qual a Chun Li toma banho usando a banheira do Honda, cena que foi cortada para evitar constrangimentos e hoje é só lenda.

Seguindo esta mesma lógica, personagens como Chun Li e Cammy nunca são escolhida por sua agilidade e rapidez, mas sim porque todos querem ficar tentando ver a sua calcinha da Chun-Li ou o ânus da Cammy.

Famosos golpesEditar

 
Pelé treinando um Róriúgen com a ajuda de Jairzinho. Vários golpes foram inspirados em técnicas existentes no mundo real.
  • Hadouken - Também chamado de Ráduguem, Radulken, Aluguetz, Haiúget, Adugui, Hamburguer, Aluguem, Abiuki, Ráduki, A nuvem, Baduquem - Marca registrada de todo Noob que quer passar por fodão... é a força de um peido canalizada nas mãos e transformada numa bola de energia. Este golpe separa os noobs das pessoas normais, as pessoas normais sabem soltar Hadouken, os noobs com sua total ausência de controle motor nem sabem o que é meia-lua.
  • Shoryuken - Também chamado de Shariuquem, Xóriuguem, Roriugui, Shoriuket, Holywood, Oriugen, Roliúke, Xô Liu Kang, Xóriukem - Plágio descarado de um movimento inventado por Pelé nas comemorações de seus gols, trata-se de um gancho pro alto, algumas vezes podendo vir acompanhando de fogo.
  • Tatsumaki Senpuu Kyaku - Também chamado de Os três hamburger, Zu-ga-zi-quê-zuguê, Sô-pai-do-freddy-krueger, Tostex de Tartaruga, Téc-Téc-Túguem, Flaf-flaf-fuukem, Ascais-fais-fruuuuguen, Asset-Cet Tiruga, Tatsuma, Tréc-Tréc-Trúgue, Taksu, Tatatarugue, A tak tak fugen, Batatafruguem, Batatatchuguen, Rodectecfuugen, Tsa Tsa Tsuge, Trac Trac Trugues, Tchep Tchep Tuguen, Papai quer Hambúrger, Zaczaczugui, Ataque Tartaruga, Ataque das Corujas, Tic-Tac das Corujas, Papai quer Fruta, Abortaptuguên, Abroptaptuguên, Catracas Estudam, Papai tem Três Pulgas, Retetuguen, totaitugetatuken, atuketetuken, smashreistuken, O pai tá comendo Hamburguer, Ataque da suruba, Tsê Tsê Tsurugen, Rataquitequitudurê!, Trep Trep Trep Turuguein, To Ték Ték Tuuguem, Frék Frék Fruuguem, Topete Tartarugen, vaidaocuken, Tche Tche Tcheduguets, Abectatauguet, Prospectectuguen, Chep-Chep-Thurúgém, Ratatatatarugui, Tô-birétis-tetis-Purugueeeein, Asfaz se-fugen, Tazma-se-Puken, Pé-Pé-Duuuken, apoquisispugue..., ou teleco-teco-tatu-bom - Golpe inspirado na danças dos cabarés de Paris, consiste em sair girando igual um pião com uma das pernas esticadas distribuindo bicudas.
  • Tiger Uppercut - Também chamado de Tiger Robocop (o mais famoso), Saiber Robocop, Tiger Rouba Copo, Kaiser no Meu Copo, Tiger Tô-apertado, Aiguêr Ümercort, Faifer Albatroz, Tiger Vou Pegar, Tiger do Fracote, Tiger Alpha Counter, Tiger Vai Pra Casa, Tiger Supermercado, Senha... Abacate - Golpe do Sagat que originou-se com a fusão dos movimentos do Robocop e de um tigre Orkut. Nele o guerreiro dispara um croissant com as duas mãos, uma variante do Hadouken.
  • Yoga Flame - Também conhecido como Iuga Fei, Rodar Play, Buga Vem, Sai do mei, Yoba Mei, Macumba Vem, Ioga Flei - Golpe do Dhalsim, originou-se após um bêbado ter cuspido cachaça numa tocha.
  • Yoga Fire - Também chamado de Guga Fai, Tchuga Faier, Uba Faier, Guda Faier, Buga Vai, Macumba Vai, Guba Faier, Macumba Fire, Ioga Faio - Outro golpe do Dhalsim, homenagem ao Gustavo Kuerten.
  • Sonic Boom - Também chamado de Alex Full, Aléquifu, Halek Full, Manék Fú, Alex Boom, Ralequifú, Ralé-que-sou-full, Ranek-fuummm, EU SOLTO PUM - Magia do Guile, significa "Cheio de Alex", o que é muito boiolístico - boiola + místico.
  • Dosukoi - Também chamado de Cuscuz, HÚP HÚI!, O Boi, U-ui, Pu-Pui!, Um Boi!, Re-poi!, Bom Fight - Golpe do E. Honda que se originou no alimento "Cuscuz" devido ao fato de E. Honda comer demais.
  • Spinning Bird Kick - Também chamado de Tin-don-tin, Mini Taxi, Crazy Taxi, Mim-Dá-Sim, Splint Splaint Splin, Sim Dhalsin, Mini-taiken (Táxi em chinês), sinim taxim, Pinico Jaison Finho, Pinin Darkin, startiiiii, mini star king, it-ni-san-shi (um-dois-três-quatro em japonês) - Golpe de Chun-Li no qual a garota fica de ponta-cabeça e acerta o oponente com chutes giratórios, seria uma alusão a um "pequeno táxi" que deixa os nerds-mão-de-Lego/Playmobil "na intenção". Alguns mais carentes pausam o jogo para ver alguma coisa lá. E depois vai saber o que fazem. Também é chamado de "Espinho grudado aqui", pois ao se deparar com um espinho no pé ela dá inúmeras piruetas para se livrar do infame espinho.

PersonagensEditar

  • Ryu - Dizem que não é irmão de Ken mas sim o seu clone. Ryu e Ken são conhecidos desde criança, época em que eles brincavam muito de pique-esconde, pega-pega e meinha, e desde então, eles não se desgrudaram um minuto, indo inclusive para o mesmo centro de treinamento onde eles foram treinados pelo próprio Mestre Kame - o que gerou inclusive muito ciúme por parte do Goku. Durante esse treinamento, eles aprenderam muitas técnicas de luta como os golpes ADUGUEM e ATAQUETAQUETRUGUE... Ryu é basicamente um mendigo andarilho que viaja ao redor do mundo desafiando todo tipo de pessoa esquisita para cair na porrada.
  • Ken - A história dele não é muito diferente da história do Ryu... Porém, dizem as más línguas que, em certo momento do treinamento deles, Ken teve um caso com Naruto. Podre de rico-multi-quadrilhonário, é o único personagem do game que não tem motivo NENHUM pra entrar no game! Sendo apenas um sadomasoquista por natureza, pois é um dos que mais levam porrada dos jogadores. Até hoje não se sabe se ele é filho do He-Man, por causa da sua semelhança com o herói. O seu golpe mais famoso é o Roriúdi, um gancho pegando fogo.
  • Guile - Um mauricinho que gosta de usar topete e é metido a valentão, foi convocado pelo exército americano para integrar as tropas que invadiram o Iraque. Chegando lá, ele mesmo foi quem capturou Saddam Hussein. Retornando a sua terra como um herói anônimo, foi chamado para fazer filmes no cinema (sendo a sua última aparição no filme do Quarteto Fantástico, fazendo o papel do Tocha Humana). Após isso, dizem que ele estava indo procurar um dono de circo para viajar com eles pois ele sabia fazer mágica com fogo, mas foi visto vendendo joguinhos na TV sob o pseudônimo de Ciro Bottini. A sua magia mais famosa é o Alex Full, onde ele taca um Hadouken giratório no adversário, sendo também o pior adversário para ficar pulando, pois usa o ataque da gilete pra cortar o oponente no ar.
  • Chun-Li - Musa de muitos nerds, primeira personagem feminina jogável de Street Fighter e símbolo máximo de toda uma geração de punheteiros, a cada novo jogo aparece com as coxas ainda mais bombadas, dando a entender que é uma viciada em bomba pra cavalo. A julgar pela quantidade massiva de hentais existentes dessa moça, o seu único treino é ser fodida de todas formas agressivas possíveis. Esta chinesa é famosa por vestir uma calcinha azul por cima de sua meia-calça e seu golpe especial Splint Splaint Splin exibir como a calcinha se encontra atochada no meio de sua bunda.
  • Vodka Gobalski Zangief - Ex-marinheiro, ex-lutador e atual ator de filmes adultos hétero-eróticos, criando uma rivalidade com o Kid Bengala. Zangief é o estereótipo de cachaceiro peludo e moicano. Seus pais bebiam muito para se aquecer na gélida tundra Skavurzka soviética e, em homenagem à salvadora bebida, deram ao seu filho o nome de Vodka Gobalski. Seu famoso golpe é o Pilão Giratório, uma apelação que normalmente ocupada a tela inteira, sendo virtualmente impossível de esquivar.
  • Dhalsim - Um macumbeiro pai-de-santo que saiu da Bahia para montar seu terreiro próprio em outra cidade. Através da sua magia negra conseguiu desenvolver técnicas de rasteira e chutes usando mãos e pernas de borracha que fazem com que seus socos e chutes atinjam o adversário longe. Quando incorporado pelo seu caboclo bebedor, é capaz de soltar fogo pela boca, acendendo um fósforo e soltando o bafo da pinga que consumiu, originando dali seus famosos dois golpes, o Buga Vai e o Buga Blem. Porém, sempre que terminam as lutas ele diz não se lembrar de nada e, tendo ataques de convulsão constantes, fica louco, balançando-se freneticamente.
  • Blanka - Com nome de batismo de Lobei, é um habitante ribeirinho do Rio Amazonas, local onde estava ele tranquilamente pescando quando recebeu uma proposta de ficar muito forte apenas comendo carne de poraquê. Sua mãe foi contra, é claro. Na verdade, os carinhas que ofereceram o remédio milagroso eram de um circo e estavam querendo criar mais uma criatura para colocar em seu negócio. Quando viu que a coisa estava ficando preta - digo, verde - Blanka pulou no rio para tentar escapar, mas antes caiu em um tanque de enguias elétricas, tomando um baita choque e ficando energizado (o famoso TÁ LIGADO?). Após isso, ele vagou pela selva, sempre fugindo dos humanos que o viam como uma aberração e tentando encontrar o dono do circo que fez aquilo com ele. Até finalmente descobrir que o dono daquele circo itinerante era o M.Bison, por isso decidiu entrar no concurso de bingo e luta que M. Bison estava lançando. O mais estranho (além dele ser verde, ter o cabelo laranja, dar choque e só por isso ser o brasileiro) é que ele esqueceu de deixar criar pelo no resto do corpo, deixando crescer apenas em sua cabeça (ficou que nem o sayajin), nos antebraços e nas panturrilhas. Ficou particularmente famoso quando venceu um concurso popular criado pelo Silvio Santos que o elegeu o Maior Brasileiro de Todos os Tempos.
  • E. Honda - Epaminondas Honda é um morador do bairro da Liberdade, em São Paulo, e consumidor assíduo de todos os tipos de restaurante rodízio da cidade, se mudou para Brasília para arrumar uma boca por lá, pois diziam que lá tinha muita pizza. Chegando lá, ele se desiludiu, pois a pizza vinha com os pedaços contados, voltando assim para São Paulo. Registros mostram que ele decidiu entrar no campeonato proposto por um tal de M. Bison apenas porque no anúncio dizia que a hospedagem e alimentação seriam cedidos pelos organizadores do evento. Para manter sua obesidade explica-se porque seu ataque especial se chama Cuscuz, uma cabeçada na boca do estômago do inimigo.
  • Sagat - Um grandalhão de 2,5 metros de altura que usa um shortinho samba-canção do "Tchan" para escandalizar os oponentes que enfrenta, além de sempre estar com um tapa-olho porque as minas dizem que acham charmoso, sexy e, ao mesmo tempo sedutor (WTF?). Tornou-se lutador de Muay Thai nas horas vagas entre os intervalos de seu emprego como fisiculturista tailandês.
  • Balrog - A vida de Balrog não é muito conhecida, sabe-se apenas que foi inspirado por Maguila. Em sua casa são encontradas muitos potes de suplementos alimentares e muito DECA. Ficou evidente que ele era fã do George Foreman, do "Grill", pois ele tinha em seu apartamento pôsteres e fitas com vídeos de lutas de Foreman. Sabe-se também que ele teve aulas de boxe com Rocky Balboa.
  • Vega - Camarada esquisito, que vive correndo atrás de vacas chifrudas com um pano vermelho na mão. Já tentou namorar Chun-li e Ken Masters, mas nenhum dos dois quis nada com ele. Acabou ficando tão triste que cobriu o rosto com uma máscara. Biba enrustida, hermafrodita que camufla a carinha com frescurinha de se machucar com as próprias unhas que usa como arma. Seu último namorado também o largou para fugir com uma salsicha e dois ovos. Começou a ver X-Men, gostou muito do Wolverine, mas não tinha os certos poderes, então deixou as unhas crescerem, e foi para a vida de lutador de MMA.. Por isso, pula feito uma gazela e dá gritos de desespero para tentar aterrorizar seus adversários que estão nem aí pra ele. É o sujeito mais burro do jogo, pois apesar de ser o mais bonito, usa uma máscara ridícula e de um tremendo mau-gosto... Apesar de seu nome, Vega curiosamente não é vegano.
 
Uma típica personagem feminina do jogo.
  • Cammy - Enquanto a Chun-li traz foco para suas coxas, a Cammy foi criada para existir uma personagem feminina com foco em sua bunda. Embora seja creditada como sendo uma agente especial da CIA infiltrada na Interpol trabalhando também para Scotland Yard como agente duplo da Shadaloo, no final das contas e na prática ela é apenas aquela loira com o fio-dental verde enterrado no meio do cu, quase sempre com a bunda branquela a mostra. Todos os seus golpes consistem em, de alguma maneira, forçar Cammy a ficar em alguma posição sugestiva sexualmente. Na prática é só a prosituta do jogo.
  • Mário Bison - M. Bisonho é o suposto dono de um circo que roda o mundo a procura de mais seres para trabalhar para ele, nasceu em uma fazenda no interior de Minas, sendo mandado pela sua tia avó de quinto grau para o Pará. Lá ele se juntou com um "cabra macho", que levou ele num bar para tomar um birita que "o Cão foi quem butô pa nóis bebê". Dizem que ele ficou muito amigo do Cão e, por conta disso, foi treinado na arte do fogo voador. Mario Bison, conhecido pelos íntimos como "Foguinho" seria uma das possibilidades da piada - Você conhece o Mario? - Que Mario? - Aquele que me comeu atrás do Armário (sim você o leitor), diz que sua procura está próxima do fim e que, um dia se Tio Bob não interferir, sonha em voltar a reencontrar seu amigo - o Cão. Bison, é ao mesmo tempo amado e odiado, amado por matar mais de 8000 emos por dia, e odiado por querer dominar o mundo. O seu golpe especial já fez muito marmanjo chorar, quando aquele CHAICO CRUCHER ocupa toda tela e arranca 80% do seu HP de uma vez, forçando um Game Over e a tela de Insert Coin.
  • Akuma - Versão foda do Ryu, por muitos Street Fighter foi um personagem secreto e por isso muitas lendas cercam sua existência, até começar a se tornar um personagem mais recorrente e não secreto. Saber dar o especial Apaga Luz dele é um método eficaz de diferenciar noobs de jogadores qualificados.

Troca de nomesEditar

Alguns gamers fãs do jogo ficam confusos com a troca de nomes envolvendo os personagens Vega, Balrog e M. Bison. Mas na verdade a explicação para essa confusão é muito simples: Quando foi criado no Japão, o Vega não era Vega mas sim Balrog e o Balrog era M. Bison e não Balrog, já que Balrog era o nome do Vega. Já o nome M. Bison não era do M Bison, mas sim Vega. Vega, então, era o M. Bison, e não o Vega, já que o Vega - que não era Bison - era Balrog, que por sua vez virou Bison, já que seu nome foi para o Vega, e o Vega cedeu seu nome para o M Bison, sempre levando-se em conta que o nome M. Bison anteriormente era do Balrog, e não do Vega - que se chamava Balrog antes de dar o nome para M. Bison. Acontece que, quando o jogo chegou nos EUA, seus responsáveis acharam que um boxeador chamado Mike Bison poderia reclamar direitos autorais pela existência no jogo de um boxeador chamado M. Bison, e o próprio ameaçou a Capcom japonesa. Os americanos temendo processos, mudaram o nome do boxeador de M. Bison para Balrog, o anterior Balrog ficou com o nome de Vega e o antigo Vega ficou com o nome de M. Bison, já que o antigo M. Bison mudou o nome para Balrog, pegando o antigo nome do Vega que, por sua vez, ficou com o nome do Bison, que era Balrog mas mudou - em razão da troca envolvendo Balrog e Vega - para M. Bison, bem diferente do nome anterior, Vega, que foi dado ao então Balrog, que cedeu o nome para o M. Bison, mas não para o atual M. Bison - anterior Vega - Mas sim o antigo Bison, que virou Balrog após ter ficado com o nome do atual Vega.

Akuma também passou por processos de mudança de nome, que originalmente no japão se chamava Gouki que significa no japonês original triássico: "O cara mais fodão do mundo" só que Chuck Norris não gostou nem um pouco disso e obrigou a Capcom a mudar o nome do personagem que passou a ser Akuma, por influência de uma frase épica de Didi Mocó (acuma?).

Até mesmo o mestre de Ryu e Ken teve mudanças. No japão ele se chamava "Sheng Long", mas a Capcom americana não queria nem um pouco pagar direitos autorais a Akira Toriyama, ao pessoal que criou Dragon Ball e a Shonen Jump, então mudou o nome de Sheng Long para Gouken.

JogosEditar

 
Tela de Street Fighter I.
  • Street Fighter I (1987) - O jogo mais desconhecido da série, também foi o único jogo de Street Fighter que a Capcom nunca relançou (com exceção do 30th Anniversary Edition, que tinha todos os outros SF em 2D pra compensar), pois entende que este aqui é fracasso garantido. Neste jogo lançado exclusivamente para PC da Xuxa você pode controlar apenas Ryu que na época era ruivo e calçava sandálias vermelhas. O jogador rodava o mundo descendo a porrada em pessoas aleatórias sob nenhum pretexto e os oponentes eram sempre pessoas altamente genéricas, muitos apenas carecas de kimono. É amplamente aceito como sendo o Street Fighter que ninguém jogou, muitas vezes até esquecido pela própria Capcom, que aceita a existência de sua série apenas a partir de Street Figjter II mesmo.
 
Tela de Street Fighter II: The World Warrior.
  • Street Fighter II: The World Warrior (1991) - Ignorando absolutamente Street Fighter 2010: The Final Fight como sendo continuação de Street Fighter I, Street Fighter II foi desenvolvendo a partir da simplicidade que era o enredo do jogo original mas levando a mitologia Street Fighter a um nível totalmente novo. Agora o jogador controlava Ryu, que não era mais ruivo e nem calçava mais sandálias vermelhas, ou um dos sete outros personagens disponíveis, que devem vagar pelo mundo lutando contra pessoas. Eles vão ao redor do mundo para oito países diferentes e lutam contra as pessoas que vivem neles, enfrentando até onze inimigos diferentes para lutar contra eles. Não há nenhuma razão específica para Ryu estar tão obstinado em desejar lutar contra essas pessoas. A qualquer momento, um segundo jogador pode entrar e jogar como Ken, ou como um dos outros sete personagens, e lutar contra o primeiro jogador. Não há motivação conhecida para nenhum desses outros personagens lutar contra Ryu, no entanto, permitir que um desafiante entre no Arcade a qualquer momento cria mais dinheiro, então a Capcom ficou feliz. Como uma adição especial ao jogo há duas fases bônus: Na primeira você desce o cacete em um carro, e na segunda alguém jogou barris em você. Qual é a motivação por trás de espancar um carro e esmurrar barris ainda é algo incerto até hoje. Outra mudança revolucionária em relação ao primeiro jogo da franquia foi a introdução de um personagem com seios, E. Honda.
 
Tela de Street Fighter II′: Champion Edition
  • Street Fighter II′: Champion Edition (1992) - Para conter o suspense do aguardado lançamento de Street Fighter III, a Capcom lançou o Street Fighter II′ - Champion Edition, também conhecido como Street Fighter II Apóstrofe. O enredo foi expandido para todo um novo nível de maior complexidade. Aqui, o jogador controlava Ryu, que agora podia ter uma roupa de cor diferente, ou um dos onze outros personagens que circulam pelo mundo lutando contra pessoas e que também podia usar roupas de cores diferentes. Ele percorre o mundo por oito países diferentes e luta contra pessoas lutando até contra onze inimigos diferentes. Não existe uma razão específica para ele estar tão obstinado nessa luta contra as pessoas aleatórias, embora possa ser porque ele não tinha certeza de que cor deveria usar. A qualquer momento, um segundo jogador pode entrar e jogar como Ken, ou como um dos onze outros personagens, e lutar contra o primeiro jogador. Não há motivação conhecida para nenhum desses outros personagens lutar contra Ryu, embora na versão caseira do jogo, a Capcom jamais explicou para os seus jogadores onde deveriam inserir uma moeda para desafiar o amigo. O público, astuto, rapidamente percebeu que esse não era o aguardado Street Fighter III que tanto esperavam, e o aumento da demanda por Street Fighter III cresceu tanto que a Capcom não pôde ignorar seus ávidos fãs.
 
Tela de Street Fighter II′ Turbo: Hyper Fighting
  • Street Fighter II′ Turbo: Hyper Fighting (1992) - Mas a Capcom ignorou seus fãs e lançou outro Street Fighter II ainda em 1992, trazendo a trama mais complicada até então. Agora os jogadores podiam escolher um Ryu com uma roupa mais diferente ainda, ou um dos onze outros personagens também com roupas mais difeentes, que andam pelo mundo lutando contra pessoas. Ele percorre o mundo por oito países diferentes e luta contra pessoas enfrentando onze inimigos diferentes e luta contra eles. Não há nenhuma razão particular para ele estar tão envolvido na luta contra tais pessoas, embora desta vez elas estivessem fazendo isso mais rápido e com técnicas mais especiais. A qualquer momento, um segundo jogador pode entrar e jogar como Ryu, Ken ou como um dos dez outros personagens e lutar contra o primeiro jogador. Se o segundo jogador vencer a batalha, o torneio contra os personagens não jogáveis começaria novamente desde o início. As batalhas empatadas agora eram permitidas apenas por quatro rodadas antes de declarar o jogador como perdedor, em vez das dez rodadas de como era anteriormente. A motivação por trás disso pode ter sido ganhar mais dinheiro para a Capcom, mas isso seria uma crítica injusta a uma empresa que projetou jogos para aumentar a alegria em todo o mundo. Street Fighter II′ Turbo: Hyper Fighting também é conhecido como Street Fighter II Apóstrofe Turbo e foi oficialmente comercializado como Street Fighter II Apóstrofe Turbo - Turbo Hyper Fighting no ocidente. Os jogadores apelaram à Capcom para lançar Street Fighter III, pois eles já não estavam conseguindo saber os nome certos de Street Fighter II.
 
Tela de Super Street Fighter II
  • Super Street Fighter II (1993) - Incapaz de ignorar as demandas dos jogadores, a Capcom lançou Super Street Fighter II com uma reviravolta extraordinariamente imaginativa na trama, os jogadores agora podiam escolher entre um dos dezesseis personagens diferentes e dar a volta ao mundo e lutar contra pessoas. Os jogadores ficaram pasmos ao descobrir qual era a motivação para dar a volta e espancar as pessoas, exceto que eles podiam andar por aí e espancar as pessoas, porque agora havia um filminho explicando porque cada personagem estava dando uma volta ao mundo espancando pessoas. Como essa era uma franquia de jogos extremamente bem-sucedida, garantir a motivação dos personagens parece ter sido o suficiente para a Capcom. Em qualquer estágio do jogo, um segundo jogador pode entrar e lutar contra o player 1. O vencedor desta batalha permaneceria no controle do console e isso criou uma situação em que havia abutres de caça ao redor de todo fliperama do mundo atacando novatos incautos e tirando seu dinheiro suado. Isso também levou ao desenvolvimento de batalhas de lutadores de rua mais realistas em fliperamas em todo o mundo, quando novatos incautos também eram duas vezes maiores na vida real do que os abutres que passaram muitas horas em arcadas e pouco tempo se exercitando, havendo surras homéricas fora dos Arcades também, o auge do Street Fighter de Rodoviária. Este jogo viu a introdução de quatro novos personagens: Tommy Hawk, um índio cujas terras foram tomadas por M. Bison, também conhecido como Vega; Cammy, a vagabunda do maiô fincado na bunda; Fei Long, só mais um personagem de games baseado em Bruce Lee que tinha como objetivo derrotar Balrog, ou M. Bison; E Dee Jay, que era um programador de computador da Jamaica, beat boxing, kickboxing, e que possivelmente já trabalhou para M. Bison, ou Vega, ou Balrog, ou qualquer que seja o nome dele. Os jogadores ficaram satisfeitos por terem ganho mais história canõne do Street Fighter II, mas ainda estavam esperando pelo Street Fighter III, e a Capcom não iria decepcioná-los.
 
Tela de Super Street Fighter II Turbo
  • Super Street Fighter II Turbo (1994) - Também conhecido como Super Street Fighter II X - Grand Master Challenge, levou o Street Fighter II a vertiginosas alturas no desenvolvimento da sua trama. Os jogadores agora podiam escolher entre um dos dezesseis personagens que passariam a viajar pelo mundo lutando contra pessoas. Eles iriam ao redor do mundo para onze países diferentes e combateriam pessoas. Eles enfrentariam onze inimigos diferentes e lutariam contra eles. Não existe uma motivação particular por trás da luta contra as pessoas, no entanto, pode estar relacionado a uma tentativa equivocada de trazer a paz ao mundo, trazendo pessoas com tendências a violência a passarem um tempo em máquinas de fliperama, dando a elas o nível de aptidão de uma preguiça obesa. A qualquer momento, um segundo jogador pode inserir moedas e lutar contra o primeiro jogador. Não há motivação para nenhum dos outros personagens lutar contra Ryu. Esta versão do Street Fighter II introduziu um novo personagem, conhecido como Akuma, mas também conhecido como Gouki, que tinha um estilo de luta semelhante a Ken e Ryu, mas melhor. Ele era um personagem secreto que só era desbloqueado como um personagem controlado por computador, que tomava o lugar de M. Bison como chefe final se todas as condições corretas fossem cumpridas (e assim cinco vezes o custo normal do jogo era colocado na máquina) ou como um personagem jogável se o código correto fosse inserido no início do jogo (↓ ↔ ↗ ↘ + chute a frente do console). O jogo recebeu a adição de um ajuste de velocidade de quatro estágios, do clássico Street Fighter II, ao Street Fighter II′ - Champion Edition, ao Street Fighter II′ - Hyper Fighting e, finalmente, ao Street Fighter II' - Ludicrous Speed. Apesar disso, os jogadores ainda estavam exigindo que a Capcom lançasse Street Fighter III, e a Capcom não iria decepcioná-los novamente.
 
Tela de Street Fighter Alpha: Warriors' Dreams.
  • Street Fighter Alpha: Warriors' Dreams (1995) - Percebendo que havia uma lacuna no enredo entre Street Fighter I e Street Fighter II - The World Worrier, a Capcom decidiu que, em vez de lançar uma sequência numerada, eles o nomeariam com uma letra do alfabeto grego e criaram um jogo prequel de Street Fighter II. Portanto, o arco da história é o seguinte: No Street Fighter I, o jogador interpreta Ryu que percorre o mundo e luta contra pessoas em diversos países. Ele então continua, no Street Fighter Alpha a percorrer o mundo todo e lutar contra pessoas em diferentes países, em preparação para o Street Fighter II onde o jogador percorre o mundo todo e luta contra pessoas. E assim foi a história de Street Fighter Alpha: Warriors' Dreams (também conhecido como Street Fighter Zero). O jogo não foi tão bem sucedido porque tal trama com tanta profundidade e complexidade nunca havia sido vista antes em jogos de videogame e o jogo foi mal compreendido em sua época. A nomeação do jogo foi questionada por alguns fãs, sendo que se o jogo situa-se cronologicamente entre Street Fighter I e Street Fighter II, nomeando-o como "Zero" ou "Alpha" sugeria que ele deveria estar anterior ao Street Fighter I. A Capcom respondeu com tato a essa sugestão ignorando os fãs todos. Por isso muitos fãs da série sustentam que o Alpha é um sub-jogo do jogo Street Fighter I de 1987 e, portanto, deve ser realisticamente conhecido como Street Fighter Ia. O elenco de personagens jogáveis ​​também foi expandido, mantendo Ken, Ryu, Sagat e Chun-Li, trazendo de volta os personagens perdidos Birdie e Adon e adicionando Guy e Sodom de Final Fight (que definitivamente não era a "verdadeira" " Sequência de Street Fighter I). Também introduziram como personagens jogáveis um clone do Guile e uma cartomante chamada Rose. Os jogadores ainda estavam clamando pelo Street Fighter III e a Capcom prometeu, finalmente, que eles teriam uma "verdadeira" sequência do Street Fighter II em breve. (Claro, depois de Street Fighter: The Movie: The Game e Street Fighter: The Movie: The Home Console Game, lançados quase ao mesmo tempo).
 
Tela de Street Fighter Alpha 2.
  • Street Fighter Alpha 2 (1996) - Também chamado de Street Fighter Zero 2, e por alguns fãs mais pedantes como Street Fighter 1a v2, ainda não era o aguardado Street Fighter III, mas foi a primeira sequência "verdadeira" da primeira "verdadeira" prequel para a primeira sequência "verdadeira" de Street Fighter II que não se passa após Street Fighter I. A Capcom, afirmando que o Street Fighter Alpha havia sido criado às pressas para o mercado, divulgou que tinha em mãos uma versão ainda mais melhorada. O enredo foi substancialmente expandido para que os personagens agora viajassem pelo mundo e lutassem com outros personagens. Todos os personagens do Street Fighter Alpha retornam e são desbloqueáveis. Também foram reintroduzidos no jogo Zangief e Dhalsim de Street Fighter II; Gen do Street Fighter original; Rolento do Final Fight (jogo que, como todos sabemos até agora, nunca foi uma sequência "verdadeira"); e Sakura como uma personagem totalmente nova, uma colegial apaixonada por Ryu introduzida para atrair o crescente mercado de pedófilos. Também foi introduzido como um personagem desbloqueável o Evil Ryu (também conhecido como Satsui no Hadō ni Mezameta Ryū) e existem várias teorias sobre como surgiu a forma escura do Ryu (que usa um cinza e tem olhos vermelhos brilhantes) sendo que a primeira teoria diz que após derrotar Sagat em Street Fighter I, a raiva dentro dele cresceu e ele ficou puto da vida, enquanto uma teoria alternativa diz que, após os eventos em Street Fighter I ele ficou puto porque deixou de ser ruivo e perdeu suas sandálias vermelhas. A Capcom, percebendo que seus fãs estavam ficando inquietos com a falta de um Street Fighter III, prometeu que lançaria o terceiro jogo de Street Fighter em. (claro, depois que lançasse Street Fighter Alpha 2 Gold, Super Puzzle Fighter II Turbo, Street Fighter EX, Street Fighter EX Plus, X-Men vs. Street Fighter, Street Fighter EX Plus α, Street Fighter EX2, Marvel Super Heroes vs. Street Fighter, Street Fighter EX2 Plus, Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes e Super Gem Fighter Mini Mix).
 
Tela de Street Fighter Alpha 3.
  • Street Fighter Alpha 3 (1997) - Também conhecido como Street Fighter Zero 3 ou Street Fighter 1a v3.2, ainda não era o Street Fighter III mas foi o terceiro da série Street Fighter Alpha, um jogo que teceu um desenvolvimento e compreensão ainda mais significativa de novos personagens. Ao contrário dos jogos anteriores os personagens agora estavam em suas próprias missões pessoais para percorrer o mundo e lutar entre si. E por isso personagens como Cammy agora explica-se que não está por aí batendo nas pessoas sem motivo específico, mas sim porque ela por anos foi uma boneca sexual de M. Bison (ou Vega) e que agora se revoltou e está descontando seu estresse espancando outras pessoas enquanto dá uma volta no mundo. Também voltando de Street Fighter II foram introduzidos E. Honda, Blanka, Vega (ou Balrog) e Balrog (ou M. Bison) e trazido para o jogo de Final Fight (que não é uma sequência "verdadeira" de Street Fighter) o Cody, um criminoso condenado completo com algemas e uniforme do prisioneiro. Também são apresentados como novos personagens Karin, personagem que vem do mangá baseado na série de animação baseada no filme de animação baseado no jogo, que é uma colegial rival de Sakura e também Juli e Juni, duas "assistentes pessoais de M. Bison (ou Balrog), e Rainbow Mika, uma lutadora japonesa com uma queda por Zangief. A Capcom prometeu aos fãs que o Street Fighter III viria e que os fãs teriam sua sequência verdadeira e definitiva de Street Fighter II (mas antes a Capcom só precisava lançar Marvel vs. Capcom 2, Street Fighter Alpha 3: Home Edition, Street Fighter Alpha 3 MAX e Super Street Fighter II Turbo Revival, que não são consideradas sequências "verdadeiras" da série Street Fighter).
 
Tela de Street Fighter III: New Generation.
  • Street Fighter III: New Generation (1997) - Os fãs estavam em êxtase. Finalmente, a Capcom os ouviu e lançou Street Fighter III como uma sequência de Street Fighter II, dez anos depois. Ao ouvir a notícia, os fãs estavam esperando que o elenco de personagens que eles tanto amavam de Street Fighter II - The World Worrier estariam todos ali. No entanto, em um movimento chocante, a Capcom decidiu não trazer os seus carismáticos personagens antigos e introduziu uma nova linha de personagens ao lado apenas de Ryu e Ken. Além disso, adicionou complicações significativas ao sistema de combate com a implantação de um sistema que significava que os jogadores que estavam acostumados com o método mais fácil e simples de espancar as pessoas tinham agora que aprender um sistema completamente novo e praticamente fazer cursos para compreender a execução de certos combos. O enredo desse jogo segue imediatamente após o enredo de Street Fighter II onde lutadores foram dar uma volta ao mundo para lutar e espancar pessoas, agora no terceiro jogo lutadores saíram ao redor do mundo para espancar pessoas, embora esta terceira parte esteja cronologicamente adiantada a todos os outros jogos onde o enredo era sobre personagens percorrerem o mundo e espancando as pessoas. Apresentados para este jogo estava um clone da cópia do Guile, o Alex, um americano que sente um desejo desconhecido de espancar as pessoas; Dudley, um boxeador britânico de classe alta que tem vontade de bater nas pessoas; Elena, uma princesa africana capoeirista que busca fazer amigos espancando as pessoas; Ibuki, uma ninja que busca obter o "arquivo G" espancando as pessoas; Necro, um russo que sofreu um experimento horrível e agora viaja pelo mundo espancando as pessoas por vingança; Oro, um eremita com habilidades especiais em espancar as pessoas com uma só mão; Sean, alguém que segue Ken para aprender a espancar as pessoas; Yang e Yun, irmãos gêmeos de Hong Kong que gostam de bater nas pessoas; e, finalmente, o novo vilão Gill, que quer transformar o mundo em uma utopia, mas continua sendo interrompido por pessoas que querem espancá-lo. Os fãs reclamaram com a Capcom sobre a falta de qualidade e finalização no jogo. A Capcom ouviu apenas o som das caixas registradoras acumulando dinheiro e rapidamente lançou uma sequência.
 
Tela de Street Fighter III: 2nd Impact.
  • Street Fighter III: 2nd Impact (1998) - Desapontada com a recepção do Street Fighter III após os dez anos de antecipação, a Capcom lançou o Street Fighter III 2nd Impact declarando que aquele era "...o capítulo final e definitivo da série Street Fighter." trazendo mudanças significativas na trama que significou que agora os jogadores podiam levar seu personagem escolhido para uma jornada tanto no sentido geográfico, mas também no sentido espiritual e emocional, onde os personagens conheceriam e interagiriam com todos os outros personagens, um de cada vez, e espancariam eles. Akuma (também conhecido como Gouki) foi reintroduzido na série junto com Shin Akuma (também conhecido como Shin Gouki). A Capcom também trouxe Hugo para o jogo, que veio de Final Fight (que, como todos sabem, não era uma sequência "verdadeira" de Street Fighter II), onde ele era conhecido como "Andore". Outro novo personagem também introduzido no jogo foi Urien, que era o irmão mais novo de Gill, levando a rivalidade entre irmãos a alturas nunca vistas desde Caim e Abel. Apesar do nome do jogo, não havia nada realmente impactante. E a única coisa que os fãs queriam desesperadamente era ter seus amados personagens de Street Fighter II de volta.
 
Tela de Street Fighter III: 3rd Strike.
  • Street Fighter III: 3rd Strike (1998) - Como a empresa rival SNK começou a demonstrar problemas financeiros, a Capcom subitamente percebeu que se fosse seguir o exemlplo deles de ficar lançando um jogo novo por ano estaria se dando mal, então ao invés de desenvolver novos sistema de combate ou criar muitos novos personagens, tudo o que a Capcom fez foi reformular o Street Fighter III mais uma vez e assim lançar o levemente modificado Street Fighter III 3rd Strike. O enredo do jogo era único, neste jogo você acompanha a trajetória de um personagem que peregrina ao redor do mundo e luta contra pessoas. Mantendo os personagens nada carismáticos, a Capcom fez pelo menos o favor de reintroduzir a Chun-Li cujas artes hentais começavam a ficar escassas. Introduzidos no cânone pela primeira vez foram: Makoto, uma jovem japonesa treinada em karatê que está ali para manter o sempre indescritível público de pedófilos; Q, um robô metade inspetor Bugiganga metade robô; Remy, um francês com um problema de atitude; e Doze, um testemunho da falta de imaginação dos desenvolvedores ao criarem um lutador que não tinha forma fixa nem nome verdadeiro. O jogo sofreu uma dramática falta de apoio dos fãs e foi o prego final no caixão desta série, com a Capcom declarando que não faria mais tentativas sem sentido de um novo título de Street Fighter III sem mudanças significativas na jogabilidade, sistema de combate e formação de personagens. (É claro que enquanto aguardava lançar algum jogo realmente novo a Capcom lançou alguns títulos como Street Fighter Vs Séries, Capcom vs. SNK: Millennium Fight 2000, Capcom vs. SNK: Millennium Fight 2000 Pro, Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001 (também conhecido como Capcom vs. SNK 2: Millionaire Fighting 2001), SNK vs. Capcom: Millenium, SNK vs. Capcom: Card Fighters Clash, SNK vs. Capcom: Card Fighters 2 Expand Edition, SNK vs. Capcom: SVC Chaos e SNK vs. Capcom: Card Fighters DS, bem como Street Fighter III: Double Impact e Street Fighter III Dreamcast, mas nenhum deles são consideradas sequências "verdadeiras"). Finalmente, Street Fighter não existia mais. Por um tempo.
 
Tela de Hyper Street Fighter II.
  • Hyper Street Fighter II (2003) - Depois que a Marvel faliu e precisou ser vendida para a Disney, a Capcom não podia mais estar lucrando com os infindáveis Mavel vs. Capcom que andava lançando, mas também não queriam criar um jogo totalmente novo e causar outra decepção, então eles despertaram novamente o gigante adormecido que era Street Fighter II, trazendo uma versão nova para comemorar o 15º aniversário do inovador jogo que foi lançado 15 anos antes. Desenvolvendo e concebido na mesma simplicidade do enredo dos jogos clássicos, apostando na nostalgia, pois agora o jogador controla Ryu, ou um dos quinze outros personagens com mais carisma que os personagens de Street Fighter III, que circulam pelo mundo lutando contra pessoas visitando diversos países diferentes para lutar contra pessoas. Não é demonstrado nenhuma razão específica para ele ter tanta intenção de lutar contra as pessoas, embora ninguém se importe mais com isso. A qualquer momento, um segundo jogador pode entrar e jogar como Ken, ou como um dos quinze outros personagens, e lutar contra o player 1. Não há motivação conhecida para nenhum desses outros personagens lutar contra o Player 1, mas ninguém se importa mais. A lista de personagens selecionáveis inclui todo mundo das cinco versões anteriores de Street Fighter II, todos com velocidades e dificuldades variadas, porque lutar contra um personagem que bate duas vezes mais forte e dez vezes mais rápido pode ser considerado um desafio. O lançamento deste relançamento agradou os fãs da série, causando neles um apelo por uma nova sequência e dessa vez que prestasse. A Capcom prometeu a sequência, mas antes teria que lançar Capcom Fighting Evolution, Namco × Capcom e Tatsunoko vs. Capcom: Ultimate All-Stars, que não foram consideradas sequências "verdadeiras" nas séries Street Fighter apesar de terem personagens dos jogos de Street Fighter envolvidos.
  • Street Fighter IV (2008) - Finalmente jogando fora os grilhões de Street Fighter II que os mantinham ligados ao passado, a Capcom lançou uma sequência completamente nova para a sua tão amada franquia. Agora em novos lindos gráficos, o jogador controlava um dos personagens  , que anda pelo mundo lutando contra pessoas. Eles viajaram para   diferentes países e lutaram contra pessoas. Eles enfrentaram   inimigos diferentes e lutam com eles também. Não há nenhuma razão específica para os personagens estarem tão envolvidos na luta contra essas pessoas, embora se acredite que seja por causa de  . A qualquer momento durante o jogo, um segundo jogador pode participar e jogar como um dos personagens  . Não há motivação conhecida para esses personagens lutarem, exceto que  . Depois de lutar   vezes diferentes rodadas o jogador finalmente enfrenta os   chefe(s),  , derrotando-os em combate. A motivação para esta batalha também é desconhecida, mas parece ter sido  . O jogador pode executar   diferentes tipos de socos e   diferentes tipos de chutes, cada um com seu próprio nível de poder, velocidade e apelo sexual. Os lutadores agora possuem também   movimentos especiais. Além dos personagens jogáveis ​​  e dos chefes  , o elenco também incluiu os seguintes personagens não jogáveis ​​ :  . Sendo que os valores de  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,  ,   e   dependem da data e da versão comprada do jogo. A Capcom estava orgulhosa de trazer vários personagens de Street Fighter II, evitando fãs reclamões, introduzindo alguns personagens novos também, como: Abel (sem relação com Caim), um homem sem memória mas com um desejo de lutar contra as pessoas; Crimson Viper, uma espiã americano que gosta de brigar com pessoas; Rufus, um americano acima do peso que gosta de lutar contra as pessoas; e El Fuerte, um chef mexicano que gosta de lutar. Também retornando como personagem não jogável o Akuma (conhecido como Gouki) e Gouken é apresentado como irmão mais velho de Akuma, cuja missão é descobrir qual é o nome de seu irmão. Além de haver ali o Seth cujos movimentos especiais são apenas pedaços de todos os outros personagens. Em 2008, a Capcom anunciou que não mais faria pseudo-sequências da série Street Fighter após o lançamento de Street Fighter IV, afirmando em nota oficial o comunicado "estamos cientes de que o público não quer mais ver a Capcom produzindo outro relançamento de um jogo já existente. Por isso a cadeira executiva da Capcom anuncia que não haverá mais Super isso e ou Hyper aquilo. A série Street Fighter II terminou e não haverá mais essa cultura de relançamento de jogo que já existe, e se a gente relançar vai ser apenas para adicionar pequenas diferenças, como adicionar personagens novos ou trazer novas roupas. A próxima coisa que será produzida na série será o Street Fighter V" Em 2009 a Capcom lançou patches para Street Fighter IV para adicionar personagens extras e novas roupas com os nomes de Super Street Fighter IV, Super Street Fighter IV: Arcade Edition, Super Street Fighter IV: 3D Edition e Ultra Street Fighter IV.
  • Street Fighter V (2016) - A Capcom foi muito esperta quando recebeu em mãos o então concluído Hyper Street Fighter IV: PS4 Edition, porque ao invés de fazer como sempre fez e simplesmente lançar o jogo sob esse título, foi mais esperta e o relançou meramente com o nome "Street Fighter V", alegando que era um jogo completamente diferente embora visivelmente não passa de um port de Street Fighter IV para o PS4. Foi também o primeiro Street Fighter com enredo da história da franquia, e nesse enredo você escolhe um personagem que vai viajar pelo mundo para dar porrada em outras pessoas. O realismo gráfico, todavia, não passou despercebido pelo grupo SJW que embora jamais toque num videogame reclamou da bunda da Rainbow Mika e da virilha da Cammy, alegando ultra sexualização e objetificação da mulher. A comunidade punhetística ficou em polvorosa porque a Capcom ao invés de ouvir seu público, os punheteiros, ouviu pessoas que estão cagando para videogame e censurou as duas personagens. E sim, obviamente houve relançamentos, com Street Fighter V: Arcade Edition e Street Fighter V: Champions Edition só que dessa vez com a desculpa que era apenas DLCs. Acredita-se que há e-sport disso, mas por enquanto sós e conhece League of Legends de e-sport até hoje.

Versões piratasEditar

 
Combates sempre duros.

O Street Fighter é famoso por suas várias versões não oficiais, entre elas existe:

  • Street Fighter de Rodoviária: Um game inacreditavelmente bizarro, feito no Paraguai. O game é encontrado em fliperamas de rodoviárias, e botecos de esquina em subúrbios.
  • Street Fighter: Rainbow Edition: Um jogo onde as garotas são as protagonistas e todos os personagens masculinos estão todos vestido que nem travestis em versões femininas. O chefão final é Demitri Maximoff, que transformou todos os lutadores de rua em mulheres com seu Demitri's Midnight Bliss.