Romain Dumas

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Piloto do Porsche da LMGTE sobre as intenções dele e dos outros 2 de serem bicampeões
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Dado Dolabella sobre Romain Dumas

Romain Dumas
Romain Dumas.jpg
Fazendo jabá pra uma companhia de óculos
Nascimento 14 de dezembro de 1977
Alès, Bandeira da França França
Nacionalidade Bandeira da França França
Ocupação Piloto

ALEXANDRE ROMAIN DUMAS é um piloto que corre na Fórmula Audi nas 24 Horas de Le Mans, e que era da Porsche, mas viu que não tinha a menor chance de vencer a corrida lá, então, vai pra Audi pra pilotar no carro bugado e com Gameshark deles. Nascido em Alès, uma das regiões mais fru-fruzadas da França, em 14 de dezembro de 1977, é mais um que deu a sorte de pilotar num carro invencível e vencer em Le Mans assim. E ainda é descendente da família Dumas, descendente de Alexandre Dumas e Alexandre Dumas, o que foi decisivo na sua vida no Endurance, já que ele, Mike Rockenfeller e Timo Bernhard são os 3 Mosqueteiros de Le Mans, mas, aquele acidente envolvendo o Rockenfeller na edição de 2011 fez com que os Dumas do passado revirassem em seus túmulos.

A Infância:Editar

 
Recebendo ligação do Mução

Romain aprendeu a ler aos 2 meses de idade, lendo a obra dos Alexandres Dumas, e mostrando desde cedo não ter alergia a poeira, já que os livros estavam todos empoeirados. Que bom, menos um alérgico no mundo. Ao contrário do que seus pais pensavam, ele não queria ser escritor e levar a frente o sobrenome, mas, ele queria escrever sim: escrever seu nome num carro de corrida e pilotar nele. Então, acha um kart abandonado perto do sebo onde comprava livros. Algumas manutenções e finalmente estava pronto para pilotar. O cara passou tanto tempo lendo que ele resolveu basear suas estratégias lendo sobre seus rivais. Assim, conseguindo aquela vantagem sobre eles, que não tinham paciência pra leitura, preferiam ir só no volante.

Após algumas vitórias lá em Alès, resolve ir pras cidades maiores da Riviera Francesa, até Mônaco também, pra corridas mais difíceis contra aquele bando de burguês safado e ganhar muito mais dinheiro. Com essas vitórias, foi convidado pra pilotar de monoposto. Já era hora de ter um Dumas no mundo que não fosse escritor.

Pré-Endurances:Editar

Começou correndo na Fórmula 3 Francesa, a.ka. Fórmula 3 Daft Punk Series, que muitos estrangeiros procuram visando os Topless nas praias da Riviera. Como Dumas já estava de saco cheio de ver mulher com os seios de fora nas praias, já sabendo o tamanho e o diâmetro de cada um deles, se preocupou apenas em correr e entregar os detalhes das praias da Riviera pros estrangeiros que vinham das geleiras da Europa.

Após essa carreira dupla de piloto e guia turístico, sai da categoria francesa e vai correr na Fórmula 3000, pra conhecer melhor a Europa e ser reconhecido como um parente dos Dumas da literatura francesa, indo a programas e ganhando dinheiro nessas aparições. Após viajar o mundo sendo Crash Tester de carros da Fórmula 1 e da Champ Car, achava que iria finalmente pilotar em uma dessas categorias, mas, nunca foi chamado, então, desiste de correr de monopostos.

Nos Endurances:Editar

 
Vendo stars & stripes forever na ALMS
 
Deu umas voltas nesse carro. Atualmente, graças a Porsche, ele está num ferro velho de Le Mans

Enquanto se matava pra nada na Fórmula 3000, resolveu dar um pulinho de volta na França, pra correr em Le Mans, iniciando a parceria com a Porsche, que lhe forneceu 2 pilotos que nem sabiam de sua existência, e, aquele trio que nunca pilotou junto, consegue arranjar algo na LMGT2, uma categoria que ainda era chamada de 24 Horas de Le Mans (só a LMP1 que tinha sido renomeada: passou a se chamar “Fórmula Audi”). Conseguiu ser o vice-campeão com muita catiguria na categoria. Depois, foi correr na FIA GT, junto com a gangue da Porsche, onde conhece aqueles que seriam seus comparsas no futuro nesse negócio de Endurance, já que é meio complicado correr 12, 24 horas sozinho.

Em 2002, se alia a Jörg Bergmeister, um comedor de salsichão que é mais conhecido como o filho do cara que deu a 1ª chance ao Maior de Todos mexer com carros, e que jurou fidelidade a Porsche, achando que um dia eles derrotariam a Audi em Le Mans, e Saschaa Maassen, um cara que, após nascimentos aqui no Brasil, sentiu vergonha de se chamar Sascha, onde de novo, foram vice-campeões. No ano seguinte, após tomar um banho de sal grosso pra ver se não conseguia mais ser vice (pois é, começou a tomar banho ali), sobe e vai correr na LMP1, longe da Porsche, pois falaram que era maldição da marca. Quando encaminhava pro Tri-vice, pensou que não dava mais, que todos achavam que ele era Vascaíno. O que ele faz? Tira a mão do volante na Mulsanne e sobrevive a batida. Não foi vice naquela Le Mans bizarra, já que Kristensen foi forçado a ir pra pior equipe pra não vencer, vence e manda um imenso   CHUPA ACO!  . Se esqueceu que é até digno ser vice do cara, já que ele é praticamente invencível.

No ano seguinte, já correndo em todas as categorias que tenham Porsche até como Safety Car, já que resolveu voltar pra montadora francesa, vendo que o problema dos vices não era ela. Assim, voltou pra LMGT2, onde não conseguiu mais ser vice: a sequência de não-vices começou com um 3º lugar. A sala de troféus dele estava cheia de troféus de não-vencedores, ou seja, chaveirinhos de consolação. Em 2005, conhece Timo Bernhard, um alemão que só estava ali porque Jörg o convenceu a levar essa vida, e que a Porsche estava querendo infiltrar na Audi pra obter informações pra cirar o protótipo supremo, já que a engenharia do 917 não poderia ser usada porque aí já seria muita covardia. Após entornarem juntos, fizeram um juramento: vencer uma Le Mans juntos pela Porsche.

Depois de alguns anos ou fechando o pódio da LMGT2 e não terminando a corrida, toda a corja da Porsche se junta pra vencer as 24 Horas de Nürbürgring, já que, pelo menos, essa corrida de 24 horas dá pra ganhar. No ano seguinte, com Bernhard, que já estava infiltrado na Porsche, enchendo o saco dele de novo, vencem Sebring, junto com Emmanuel Collard, outro piloto fiel a Porsche. Entendendo todo errado, Dumas assina com a Audi, achando que ele queria ir pra lá pra vencer as corridas, e foi declarado traidor pela Porsche. Agora, nem podendo mais voltar pra lá, ele se torna um legítimo piloto da Audi, uma pessoa muito ruim segundo seus antigos patrões. Na 1ª edição na equipe nova, e com Alexandre Premat sendo a 3ª argola dessas 4, conseguiram a proeza de terminarem até atrás de LMP2, e se sentiu envergonhado por, com o melhor carro, fazer um resultado pior do que ele fazia com os “fracos” LMGT2, apesar de ser um ano atípico: um Peugeot venceu, tantoque todos na Audi achavam que 2012 já tinha chegado.

No ano seguinte, fazem uma substituição: entre Mike Rockenfeller, pedido de Dumas, já que não haveria divergência quanto a estilos musicais: “The Rockafeller Skank” era sua música favorita do alemão e ele curtia muito o som. Ao embalo dessa música, o trio vence Le Mans pela 1ª vez cada um e juntos, e, planejavam o bi (Ui!) e a trajetória rumo ao ênea, só pra derrubar o velho quase aposentado Kristensen, mas, em 2011, só deu umas voltinhas, já que a Porsche resolveu se juntar a Ferrari pra melar a corrida da montadora, cada um tirando um carro, e a Porsche escolheu esse, por se tratar de 2 pilotos que traíram a equipe e um agente duplo pilotando lá. Só que, se esqueceram que a Audi tinha inscrito 3 carros pra essa edição...