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Rico Salamar

Motel 5 cavalos.jpg Passa a certeira! Perdeu, preibói!

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela dificuldade de atendimento médico.


Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive descendo a lenha e é melhor que o Eto'o!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

Veja outros futebolistas aqui.

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Rico Salamar é um dos maiores jogadores que já pisaram nos gramados mundo afora vestindo a camisa da seleção brasileira de futebol.

Índice

InfânciaEditar

Enrico Ferrera Salamar, nasceu em Acapulco, México, no ano de 1968. Enrico, conhecido depois apenas como Rico Salamar (diz a lenda que na infância, rico conheceu Carmen, uma cartomante paraguaia muito formosa, que lhe disse que seis letras no primeiro nome traria azar no amor, no trabalho e em travessias de jangada. Como na época Rico era uma famosa criança jangadeira da região, onde fazia a travessia de bodes e lhamas importadas do Peru pelos rios vizinhos, atendeu o pedido e passou a ser conhecido apenas como Rico, ou "aquele da jangada que leva bodes e lhamas importadas do Peru".

Aos 4 anos de idade, após ser artilheiro dente de leite no time da sua vila; com notáveis 1.451 gols; Rico teve um grande trauma: seus pais morrem quando atravessam com sua jangada o rio que cortava a vila. Rico, infeliz e sentindo-se culpado pelo acontecimento, decide sair do país e ir em busca de seus sonhos de infância (pensados no mesmo momento, visto que tinha 4 anos). Junto com sua lhama de estimação, Catita, eles partem do seu querido México para o pais que tanto estimava: Brasil.

Depois de 3 anos de travessia pelas Américas, Rico chega ao Brasil pela fronteira com o Paraguai (Catita era um tanto desorientada e acabou fazendo o caminho mais longo). Ali, sem poder passar pela alfandega brasileira; pois sempre pensavam que estava contrabandeando lhamas peruanas, mesmo estando no Paraguai; Rico conhece Makoto Usuriaga Lee; um vendedor coreano de roupas de inverno e treinador de futebol do time local. Lee fica espantado com a habilidade marota e o gingado serelepe de Rico nos gramados. Com oito anos de idade, Rico já é capitão do time comandado por Lee e se torna o jogador mais jovem, o que mais fez gols, o que mais fez passes, o que mais fez jaquetas de inverno e o que mais fez acrobacias em cima de uma lhama; do país.

Carreira FutebolisticaEditar

 
Foi no Fifa International Soccer Tournament de 1993 que Rico Salamar se mostrou como um craque de nível internacional.

Rico Salamar iniciou sua carreira profissional no Athletico Paranaense. Sua carreira futebolistica meteórica já começou na 1ª divisão do futebol brasileiro, e terminou como terceiro maior artilheiro da história das Copas Internacionais de Superestrelas do Futebol, atrás apenas de seu companheiro de seleção Janco Tianno e do grande camisa 7 Allejo, da seleção de 96.

Carreira na ItáliaEditar

Marcou época no clube italiano Veneza, sendo apelidado de "Il Calccio Fodonne!" pela torcida. Fez dupla de ataque com o jovem camisa 20 Shingo Aoi, que viria a integrar a memorável seleção japonesa sub-16 liderada por Oliver Tsubasa. Em apenas 2 temporadas foi tetra campeão italiano, 2 vezes vice-campeão nacional, contabilizou 42 assistências, 14 gols de cabeça parando na frente do goleiro, 2 globos de ouro de melhor mini-série, além de estar presente naquela que foi a 1ª partida a terminar empatada também nos penaltis. Teve ainda uma breve passagem pelo não tão conhecido Breccia, fazendo dupla de ataque com Roberto Favaro, onde foi expulso 2 vezes no mesmo jogo. Como negativo com negativo dá positivo, jogou até o término da partida e ainda marcou 2 gols.

Seleção de 1994Editar

 
Rico Salamar em amistoso contra a seleção do Cazaquistão em 1995. Na foto Rico é o segundo jogador da coluna inferior(da direita pra esquerda) ao lado de Allejo(a direita) e Janco Tianno(a esquerda).

Foi atacante da seleção brasileira de 1994 vestindo a camisa 10 da seleção e formando uma dupla de ataque com o excepcional Janco Tianno. Tal dupla é considerada como a melhor dupla de ataque da história, superando Pelé e Garrincha, segundo a FIFA. Allejo e Gomez não conta, pois o terror da grande área A7 acabava com os jogos sozinho.

Em 1995 foi eleito como o melhor jogador da FIFA daquele ano, após bater os recordes de todo o oriênte médio, jogando pelo Al-Faiate, dos Emirados Árabes.

O fimEditar

Se aposentou após ser coadjuvante de Allejo em 1996, embora essa participação não tenha ficado tão famosa quanto a de 1994.

Seu último grande título foi o Mundial De Clubes de 95, pelo Al-Faiate, da Arábia Saudita, jogando na mesma equipe que o atacante Gomez, que seria mais tarde, considerado o seu sucessor na seleção, e Ricardo Santana, companheiro de seleção em 1994

Mesmo com as chuteiras aposentadas, a torcida ainda delira quando Rico entra em campo pra jogos de exibição, sendo que o mesmo é recebido quase sempre por uma torcida eufórica cantando em coro: "Rico é o nosso rei!".

De volta aos GramadosEditar

Em 1997, aos 39 anos, recebe o convite milionário para atuar com a camisa 10 dos Los Angeles Galaxies, ao lado de Paulo Bellaro. Em 1998, através de uma manobra jurídica espetacular, consegue a oportunidade de jogar pela seleção dos EUA, junto com centroavante Tele Esvaldo, do goleiro Da Silva (todos com 40 anos ou mais) e do técnico Carlos Jr. levando a mesma as semifinais da Copa de 98, perdendo para o Japão do técnico e ex-companheiro de campo Tito Mancuso.

Seus principais jogos de exibição desde sua aposentadoria foram:

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