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Mulher georgiana

Georgiana numa das suas poucas atividades diárias: rezando na igreja.

Mulher georgiana é aquele exemplar de ser humano do sexo feminino oriundo da Geórgia, país conhecido pelo vinho , por ser um dos países mais homofóbicos do mundo, e por sua única personalidade de renome internacional ser Josef Stalin.

Índice

AparênciaEditar

 
Espécimen típico lá da Geórgia.

Na fronteira das montanhas europeias do Cáucaso, fazendo fronteira com a Rússia, localiza-se um país insignificante chamado Geórgia, que ninguém conhece porque todo o mundo associa o nome com um estado dos Bastardos Unidos. Mas nessa amostra de país existem mulheres, que muitas pessoas consideram gostosas, o que é difícil de apurar já que viveram lá no isolamento durante décadas, quando a Geórgia estava anexada à União Soviética, e o país está mais na merda hoje do que alguma vez esteve, visto que o objetivo desde que o Capitalismo entrou no país foi reverter todas as medidas dos comunas, a começar por colocar a Igreja Ortodoxa como religião oficial. Essa mulherada tem pele anêmica, cabelos escuros e olhos, geralmente, claros (azuis, verdes e cinza).

A nível de vestuário, as georgianas são sem-sal e não abusam da produção porque não podem: esse país é extremamente machista e as mulheres estão proibidas de usar shortinhos, minissaias, decotes e outras roupas de piriguete, que realcem seu corpo, pelo que mais vale usarem um fato de mergulho, já que andam cobertas da cabeça aos pés, e a Geórgia não é um país islâmico. Em compensão, abusam na bijuteria joalharia, parecendo árvores de Natal andantes. Tendem a usar muita roupa preta, mesmo sem serem viúvas, porque os seus maridos podem ir para as montanhas com os amigos, e nunca mais regressar, pelo que essa mulherada já está prevenida, porque o Divórcio é proibido na Geórgia, assim como as mulheres se voltarem a casar (apesar disso ser permitido aos homems).

ComportamentoEditar

 
Georgiana feliz por estar num país onde pode usar shortinho.

As georgianas desde a infância que são educadas a acreditar que seu único propósito de vida é arranjar marido, virar Amélia, ter filhos e morrer, pois o homem é quem deve ganhar dinheiro e andar fora de casa: essa mulherada só sai de casa para ir na Igreja, porque são alienadas religiosas pela Igreja Ortodoxa, mas para elas nada é mais sagrado do que a família, e quando mais para a província, menos direitos as georgianas têm, sendo escravas absolutas dos homems, que não as deixam trabalhar porque têm ciúmes de suas esposas falarem ou sequer olharem para outros homens, não lhe sendo permitido estudar ou sair de casa, enquanto lhes enche a cara de porrada, porque bater na esposa é algo socialmente aceite lá na Geórgia. Mas a maioria dessa mulherada aceita a sua condição silenciosamente. No fundo, a Geórgia é um país europeu com a mentalidade da Arábia Saudita e por isso é excluído da União Europeia. Só em Tbilisi é que as georgianas foram afligidas pelo Feminismo e lutam por poder estudar, trabalhar fora de casa, serem piriguetes e protestos semelhantes. As estrangeiras são vistas como putas por lá, pelo que é um péssimo país para mulheres emigrarem. As mais espertas, fogem da Geórgia e vão fazer sua vida noutro lado da Europa ou América. Usar violência é o modo georgiano de resolver problemas.

 
O ar de felicidade dessas mulheres por viverem lá na Geórgia é notório.

Apesar de não terem lugar nenhum na escala social e até os cães terem mais direitos, as georgianas burras dizem-se muito felizes pelo seu lugar na sociedade, ou seja, de serem maltratadas e afins, e dizem que quando agem ou pensam de determinada maneira é porque são da Geórgia (o que dá para pensar que a evolução teorizada por Darwin não chegou para aqueles lados), para provocar as pessoas de outros países da Europa (ou da América) a criticarem o seu "estilo de vida" que se baseia na quebra dos Direitos Humanos, mas enfim, há pessoal que gosta de Sadomasoquismo, inclusive os próprios georgianos se sentem muito orgulhosos de baterem nas mulheres do país, cuja cultura é machista, conservadora e, para fazer pirraça com os comunas, estratificada em classes sociais. Isso é um país de merda, não apenas para as mulheres, mas para os turistas em geral, porque, para manter suas tradições, a Geórgia tem uma cópia do KKK chamada MMK, que assassina estrangeiros para "manter pura a cultura étnica" georgiana. Além das mulheres, as crianças também não têm direitos por lá, e todas as decisões da sua vida, até atingirem a maioridade, são tomadas pelos pais, pelo que muitas meninas não vão na escola porque sua única ocupação deve ser trabalho doméstico e ser incubadoras de bebés, e os garotos têm de ter a profissão e os amigos que seus pais escolherem. À medida que o Capitalismo e os modos de vida da sociedade ocidental começaram a entrar na Geórgia, os mais jovens começaram a bancar de irreverentes, o que leva a muitos atritos com a família e a fazer com que a Igreja Ortodoxa georgiana comece a performar um equivalente à cura gay dos evangelistas, para exorcizar a adolescência para fora daqueles guris.

Vida SexualEditar

As georgianas são educadas com base na castidade e são ensinadas que olhar para os homems é pecado, assim como o sexo antes do casamento está completamente interdito a elas, enquanto os georgianos são encorajados a ter sexo com frequência e com prostitutas. Essa cultura da abstinência sexual, faz com que muitas gurias se casem na adolescência só para experimentarem sexo, ainda que seus maridos não as vão satisfazer, pois a esposa é para a reprodução enquanto o prazer sexual está reservado para as putas, e, além disso, as georgianas são ensinadas que têm é de preocupar em arranjar marido para quem se tornarem empregadas domésticas, e não com sexo.

Para conquistar uma georgiana, seja georgiano, fuja com a guria da Geórgia para fora e tenha mais amigos do que dinheiro.

Georgianas FamosasEditar

Outra mulherada do CáucasoEditar