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Idiota sobre Moda


Moda é uma invenção social do tempo da tua avó e é uma coisa tão horrível que tem de ser mudada a cada 6 meses.

História arqueológica contemporânea da modaEditar

Década de 1990Editar

 
Um look muito popular na década de 1990 que seu pai provavelmente ainda usa.

Nos anos 90, a moda tornou-se mais simples depois da loucura da década anterior, mas continuava cafona e o mau gosto imperava. Nessa década, era comum as mulheres usarem roupa masculina e os homens, roupa feminina. Coisas como piercings e tatuagems tornam-se comuns, mas a modinha mesmo era usar autocolante strauss e outras bizarrias que faziam o delírio das guria retardadas, inspiradas pelos astros musicais da altura, como Britney Spears, Gwen Stefani e Christina Aguilera. O ruído do Grunge ajudou a popularizar o look sujo, bagunçado e largo, a partir de 1992. Ninguém usava seu tamanho de roupa nessa década, sendo a roupa toda ou excessivamente larga ou estupidamente justa.

1990 - 1994Editar

 
A anorética e drogada Kate Moss era considerada um dos ícones de beleza da década de 90.

No mundo dos ricos, as supermodelos dominavam com nomes como Linda Evangelista, Cindy Crawford, Naomi Campbell, Kate Moss, Carla Bruni, Helena Christensen, Claudia Schiffer, Milla Jovovich e Tyra Banks. Era modinha o "heroin chic", porque tomar drogas era coisa da zelite, assim como a Anorexia, pois o corpo de sonho dessa década era o desnutrido, sem bunda e sem seios, tipo palito mesmo, sem carne onde pegar. Claro que só os gays da indústria da moda e todos os outros achavam isso atraente ou bonito (para esconder o fato de estarem dentro do armário), pois Cocaína Moss era frequentemente criticada por gente normal como promotora de distúrbios alimentares.

  Sempre que vejo televisão vejo crianças com fome pelo mundo fora. Eu não posso ajudar mas eu choro... Quer dizer, eu até gostava de ser magra como eles mas não com aqueles mosquitos e assim.  
Mariah Carey sobre padrões de beleza da década de 90

 
Todo o mundo usou uma coisa dessas nos anos 90.

No início da década, popularizou-se o vestuário esportivo, aquele bem brega mesmo com cores e padrões geométricos (triângulos, zigzags, trovão, diamantes, losangos, retângulos e formas sem sentido) neón e fluorescentes (amarelo, azul, etc.): num clássico conjunto que todo o mundo de então tinha em casa e usava na rua com a maior descontração. Os tecidos spandex, lycra, poliéster e outros de qualidade duvidosa viram moda. A roupa ligada ao mundo do fitness tornou-se modinha, tais como leggings, shorts de bike, caneleiras de tecido, soutien esportivo, etc.

As jeans de cintura subida popularizaram-se (um estilo que não ficava bem a ninguém e fazia toda a mulher parecer grávida), assim como as calças coloridas (verde, vermelho, roxo) e bordadas com brilhante strauss. A breguice de ganga com ganga era tendência masculina, assim como exibir a meia branca. Mostrar o pelo do peito deixa de ser fashion, e as golas altas entram na moda. Pólos, sweatshirts da Champion, camisetas com logótipos e camisas cafonas de várias cores (especialmente da Ralph Lauren e Gucci) são considerados "bonitos". Inspirados pelo Freddie Mercury era aceitável os homens usarem shortinhos, mas a partir de 1993, quando os brancos começam a escutar música dos mano, mudam para cortes mais largos. Estampas de oncinha viram moda entre as guria retardadas, assim como vestidos baby-doll. São modinha as botas de cowboy, os mocassins, sneakers volumosos e sapatilhas.

 
A partir de 1992, a juventude começa a usar os looks emo descolados de bandas como os Nirvana.

A partir de 1992, o Grunge vira modinha entre homens e mulheres, e os adolescentes (sobretudo os skatistas) copiam os looks de Kurt Cobain, Courtney Love, Eddie Vedder e outros drogados do mundo da música. Camisetas de flanela, botas Doc Martens, sandália Birkenstock, cores mortas, jeans rasgados, malhas largas, jeans largas, jeans com lavagem ácida, jaquetas de cabedal e ganga, luvas sem dedos, ténis Converse All-Stars, etc. Nessa década, também se tornou modinha a "roupa amiga do ambiente", feita de tecidos reciclados e algodão do Comércio Justo (ou diziam eles).

1994 - 1996Editar

 
O look "colegial sexy" vira modinha.

A meio da década, os vestidos de cetim tipo lingerie viraram modinha e era aceitável serem usados na rua. Em 1994, a mulherada desiste do Grunge e prefere ternos largos e com enchumaço nos ombros, vestido preto e salto alto. Tecidos estupidamente brilhantes como seda, metalizados, lantejoulas, purpurina, veludo e vinyl tornam-se fashion, mesmo pra usar no trabalho.

Depois da bizarria dos vestidos baby-doll no início da década, as tendências pedófilas continuam com o look "colegial sexy": minissaias de tartan, camisetas pequenas demais, vestidos curtos, meias pelo joelho, mochilas de miniatura e sapatos volumosos tipo tijolão. As mulheres de 30 anos regressam à moda da Década de 1950, com saia-lápis, cardigans, luvas brancas e casacos com cinto. Os piercings no umbido viram modinha. Boinas e chapeús de palha e de aba larga são fashion. O "calçado fashion" incluía mocassins, sapato Mary Jane, tênis de camurça, tamancos e Melissas.

 
O hip hop vira modinha, especialmente entre os brancos.

No Reino Unido, a partir de 1995, é modinha os homens vestirem-se como os integrantes dos Oasis e Blur, com camiseta padrão praia, jaqueta de cabedal, blazer de veludo, camiseta de PCV, joalharia dourada, relógios digital da Casio e outras bizarrias duvidosas. Os betos ricos começam a usar o "estilo náutico", com marcas como Gap Old Navy e Abercrombie & Fitch.

A partir de 1994, a música dos mano virou modinha entre os brancos e os estilistas começam a incluir isso na indústria da moda e a trabalhar com rappers famosos, produzindo com coisas como t-shirts gigantescas, jeans estupidamente largos, bonés de baseball, bling bling, sweaters com logótipos e capuz, vestuário esportivo, etc.

1997 - 1999Editar

 
O grande look dos finais dos anos 90.
 
O biju de plástico foi uma grande tendência no fim dos anos 90.

Em 1997, viraram moda as estampas africanas e roupa de inspiração asiática, especialmente indiana por inspiração de Bollywood (a parvoíce da Apropriação cultural ainda não existia) e o interesse renovado na moda da Década de 1970, como calças vermelhas, saias justas, crop tops, calçado de plataforma, saias compridas e botas pelo joelho.

A estampa militar, animal (zebra e oncinha) e inspiradas pelo movimento Cool Britannia também são modinha. O preto e os góticos saem de moda, e cores como castanho, roxo e azul-escuro são mais usadas. O biju de plástico é modinha, com coleiras, pulseiras e outras parvoíces porque pobre também tem direito a se enfeitar. Outras modinhas foram o tanquinho de alça fina, bermudas, jaqueta de ganga e tênis Adidas, Skechers e Nike, cintos com brilhantes strauss e bandanas.

Os homens ricos começam a usar Calvin Klein e a ganga continua fashion, assim como as camisetas coloridas duvidosas, juntamente com blazers, jaquetas de cabedal, t-shirts de bowling e calça capri. As gabardines torna-se modinha por conta de Matrix.

Para a criançada era modinha usar jardineiras, malhas que provocavam uma comichão infernal e t-shirts da Disney (com personagens como Simba, Mickey Mouse, Belle, Aladdin e Ursinho Pooh), jeans coloridos, meias brancas e tênis Converse All-Stars.

Tendências de Beleza dos Anos 90Editar

Na maquiagem, estavam na moda os batons bem escuros e geralmente mate (vermelho, vinho, castanho, etc.) e outras makes que pretendiam tornar as mulheres mais feias (nem gostosas como Angelina Jolie se safaram). Inspirados pela Morticia Addams, coisas como sombra escura e esborratada e pele pálida viraram fashion, também. Outros êxitos incluíram a bizarria de contornar os lápios de castanho e os tons metalizados claros (prateados e azuis). A sombra azul com batom vermelho também teve grande sucesso entre a mulherada nessa década. Já no fim da década, o glitter entra na moda, com lip gloss e outras melacas que continuaram em altas na década seguinte.

No cabelo, as grandes tendências foram o look de Rachel do seriado Friends e o cabelo bem curto. Rabos-de-cabelo, tranças, franjinhas e outros looks de criancinha tornaram-se fashion entre as mulheres adultas. Nos homens, era fashion ter cabelo comprido (os mais porcos descolados nem lavavam sequer), espetado e descolorado (quando não havia descolorante, usavam água oxigenada mesmo). Alguns usavam franjinha, também. Entre os guris era fashion o chamado "corte à tijela", tipo monge franciscano.

Década de 2000Editar

 
A bizarria de combinar vestido ou saia com calça jean virou modinha nessa década.

Na viragem do milênio, a moda entrou em consonância com o estado de espírito e virou apocalíptica, com as combinações mais bizarras e cafonas. A meio da década surge a "fast fashion" com lojas como Zara, H&M, Target, Forever 21, etc., e até aquela loja da esquina, que vendiam versões pobres das roupas de alta costura que você nunca vai conseguir comprar como Alexander McQueen, Vera Wang, Christian Louboutin e Karl Lagerfeld. Agora, o pobre já pode ter o closet cheio de roupa de má qualidade, mas que imita a roupa de rico, só que é fabricada em alguma sweatshop ilegal na Ásia. Essas lojas, que se tornaram milionárias, começam a fazer parcerias com os estilistas e a cobrar valores absurdos por jeans. Usar logotipo era um luxo, sendo considerado muito fashion, mesmo entre celebridades: virou modinha você ser uma publicidade ambulante para as marcas.

2000 - 2003Editar

 
A inutilidade social Paris Hilton foi um grandes ícones de moda da Década de 2000.

No início da década, eram modinha os metalizados, brilhos e outras breguices, ainda inspirados na década anterior. É lançado o iPod em 2001 e os auriculares tornam-se um acessório por alguma razão desconhecida: talvez para ostentar que é rico. Coisas como tops de rede, óculos de sol bizarros e grandes, argolas gigantescas, jaqueta de ganga e cabedal, chinelo de salto, jeans à boca de sino, camisetas com strauss, sapatos brilhantes e outras breguices são fashion. O estilo militar e esportivo vira modinha, especialmente entre os homens macho (os gays preferiam o brilho, mesmo).

Alguma roupa de puta começa a virar modinha inspirada pelos astros da pop como Britney Spears e Christina Aguilera, e a inutilidade social socialite Paris Hilton, especialmente a tanga a aparecer no fundo das calças jeans com cintura absurdamente baixa, o que impulsiona a popularização da depilação brasileira, porque a calça era tão baixa que o pelo começava a aparecer nas bordas da ganga. Outras putices incluíam meia de rede, bota de bico, minissaias estupidamente curtas (quase um cinto de ganga, mesmo), crop tops e outras coisas usadas na Casa da Mãe Joana.

 
Essa breguice era modinha.

A ganga vira um tecido de luxo, com jeans a serem vendidas a preços superiores a R$700,00, e tornam-se aceitáveis em todo o lugar, mesmo para o trabalho. Todo o mundo começa a se vestir de igual, com as mesmas jeans e os mesmos logotipos, criando uma espécie de mentalidade de manada. Vira modinha a bizarria de usar saia ou vestido em cima de jeans, por alguma razão desconhecida.

O rosa é a grande cor da moda para as mulheres, popularizado por Paris Hilton. Avril Lavigne populariza o uso de gravata, padrão quadrados e outras bizarrias, numa tentativa de punk brega. O seriado Sex and the City vira modinha entre a mulherada, fazendo publicidade gratuita a vários designers, especialmente Manolo Blahnik, que se tornaram os sapatos feios mais desejados no início da década.

2004 - 2006Editar

 
O vestuário esportivo de veludo vindo do Inferno virou modinha.

O horrível vestuário esportivo de veludo vira febre, popularizado por Paris Hilton, Britney Spears e todas as outras pattys famosas na altura, cujo look era copiado por todas as outras e pelas guria retardadas que queriam ser fashion e ricas. Marcas como Prada, Christian Dior, True Religion, Juicy Couture, Balenciaga, Von Dutch e Louis Vuitton eram modinha. No Verão de 2006, as crocs (aquele calçado mais feio do que o Capeta) viram modinha. Nesse ano, as jeans justinhas viram febre as calças de boca de sino do início da década caem no esquecimento.

 
Essa bosta virou modinha em 2005.

Em 2005, o Indie tornou-se modinha, começando no Reino Unido mas logo se espalhou pelo resto do mundo, criando uma legião de gente abiolada e com problemas psicológicos a abraçar o seu lado sarcástico e idiota. Logo nascem aberrações variantes como Emo, Screamo e From UK. Inspirados por Fall Out Boy, My Chemical Romance e Tokio Hotel, coisas como vestir preto e roxo, usar Converse All Stars, pintar olhos e unhas de preto, ter cabelo à frente dos olhos, tachas, correntes nas calças e cortar os pulsos virou modinha entre os retardados adolescentes. A branca Gwen Stefani populariza os estilos esquesitos do Japão no Ocidente, especialmente as modinhas Harajuku Girls e Lolita. Os travecos japoneses do J-Pop viram modinha, também.

A meio da década coisas como echarpes, cintos finos, vestidos com estampas hippies, leggings, túnicas e vestidos curtos viram modinha, inspirados pelas modelatrizes Mischa Barton, Vanessa Hudgens e Sienna Miller. O estilo Braze nasce e alcança grande popularidade, com cabelos compridos, calças brancas, botas Timberland, bijuteria pseudo-étnica prateada (argolas, pulseiras, colares) de inspiração árabe e africana. Os saltos altos deixam de ser fashion por um tempo, preferindo-se rasteirinhas como sapatilhas e ténis. A biju de plástico regressa, e coisas como Uggs e botas de plataforma começam a ser modinha. Usar crucifixos e rosários ao pescoço torna-se fashion. Parvoíces como anéis de pureza são modinha, para ostentar orgulhasamente que se é azarado virgem.

2007 - 2009Editar

 
Tudo o que era brega era fashion nessa década.

A modinha eram os cortes mais compridos com saias assimétricas, jeans justas, jeans rasgadas, estampas ciganas, hoodies e vestidos hippies eram fashion. Roupas e acessórios do Oriente Médio como calças harem, peças de seda e tops ciganos viram modinha, popularizadas por Shakira. Coisas como sandálias gladiador, camisolas de lã, estampa geométrica e tartan eram fashion. Os crop tops e a barriga exposta saem de moda, e preferem-se túnicas e camisetas mais compridas. Os jeans estupidamente baixos também caem em desuso, sendo substituidos pela cintura média. Os casacos de pelo regressam, sendo agora feitos de pelo falso por conta de Veganismo preocupações com a crueldade animal. As grandes cores da moda a partir de 2007 são o amarelo, verde e cores mais claras, popularizadas por Reese Witherspoon e Ashley Tisdale.

 
As "scene queens" foram modinha no final da década.

Em 2007, o Capitalismo apoderou-se do Comunismo e nasceu o "ativismo chique", em que se vendiam camisetas do Che Guevara e lenços da Palestina como pão quente. Viraram modinha as jaquetas militares, as boinas e camisetas de líderes comunistas.

No final da década, alguns estilos da Década de 1950 e Década de 1960 viraram modinha, como jaquetas de cabedal, camisetas havaianas, jeans de perna reta, t-shirts Ed Hardy com estampas de tatuagens vintage, ténis Vans e Converse All-Stars. Amy Winehouse, Alexa Chung e Zooey Deschanel popularizam o estilo pseudo-vintage, abrindo caminho para os hipsters da década seguinte. Entre os homens, o estilo mitra continua fashion.

Em 2008, o emo deixa de ser modinha e evolui para a "Scene", inspirada pela moda de rua japonesa. O cabelo preto é substituído pelos cabelos coloridos tipo vómito de unicórnio, em cores neón. Os travecos continuam fashion, com criaturas como Jeffree Star. As gurias que lideravam esse estilo eram chamadas de "scene queens" como Audrey Kitching, Dakota Rose, Kat Von D, Kiki Kannibal, entre outras: um título a que todas as retardadas que seguiam esse estilo aspiravam conquistar (e nunca conseguiam). Coisas inspiradas na moda Lolita viram modinha entre os otakus desse mundo fora. Coisas pedófilas infantis são usadas, como Hello Kitty e outros desenhos japoneses, estampas de arco-íris, cerejas e cupcakes, unicórnios, laços, folhos, babados e outras merdinhas inúteis para tentar replicar o "look boneca".

Tendências de Beleza dos Anos 2000Editar

Na maquiagem, era modinha o glitter, metalizados e lip gloss no início da década. Os tons prateados e roxos eram muito populares entre as guria retardadas. Botar glitter na pele (que demorava uma eternidade para sair, por mais que esfregasse) também era considerdo bonito. O eyeliner preto e colorido fez a mulherada gastar muita grana. A partir de 2004, a moda era a maquiagem que não se notava, o que era um desperdício de dinheiro. Vira modinha o "look dorito", alcançado através de bronzeados artificiais, que fazia com as mulheres parecem ter sido cobertas por doritos em pó. Os olhos esborratados de preto, como se a guria tivesse levado um murro nos olhos, também era modinha entre os emos. No final da década, as pestanas falsas viraram loucura por conta de Lady Gaga.

Na Década de 2000 também surgem tendências cancerígenas como o bronzeano extremo, branqueamento dos dentes, botox e cremes anti-idade, liderada por Christina Aguilera, Jennifer Lopez e Paris Hilton. Também era modinha os homens serem viados metrossexuais, e a depilação vira febre. Os piercings (sobrancelha, umbigo e mamilo) e tatuagens também eram modinha, no fundo das costas (o "tramp stamp"), tribais, borboletas, estrelinhas e signos kanji que os retardados queriam tatuar "paz" mas na verdade era "sopa".

No cabelo, as grandes tendências eram coisas cafonas como luzes descoloradas. O cabelo liso era fashion, e os cabelos cacheados eram alisados no ferro até cair. O cabelo bem curto continuava modinha entre as sapatonas feministas. Voltaram as franjas da Década de 1980 por razões desconhecidas. Tingir o cabelo de preto também era modinha, liderado por astros nada a ver como Amy Winehouse e Katy Perry e os emos. Nos homens, virou modinha o cabelo médio, tipo emo e meio viado.

Década de 2010Editar

 
A aberração da ganga com lavagem ácida voltou em força nessa década.

Nessa década, tudo o que é cafona continuava fashion, especialmente o Hipster, moda unissexo e revivalismo das modinhas grunge e skatista. A criatividade esgotou-se toda nas décadas passadas e essa se resumiu a copiar tudo o que vem para trás. A "fast fashion" continuou em altas com marcas como H&M, Topshop, Supreme, Obey, etc., mas agora os promotores já não eram modelos, mas "influencers", gente desocupada que vive para o Instagram, Twitter e outras redes sociais, onde publicitam as marcas e criam estilos horrendos e sem sentido que por alguma razão fazem o delírio de pessoas sem cérebro, especialmente guria retardadas e gays.

A "moda de rua" ganhou muita atenção, com as pattys a copiar os looks de modelos como Gisele Bündchen, Lara Stone, Raquel Zimmermann, Karlie Kloss, Adriana Lima, Natasha Poly, Freja Beha Erichsen, Behati Prinsloo, Lily Aldridge, Irina Shayk, Constance Jablonski, Jessica Hart, Rosie Huntington-Whiteley, Gigi Hadid, Kendall Jenner, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Emily Ratajkowski, entre outras iguais.

2010 - 2013Editar

 
Estampados cafonas como cruzes foram modinha nessa década.

No início da década, viraram modinha os looks inspirados na Década de 1950, como vestidos de renda, cintados e compridos, popularizados por Lana Del Rey. Os casacos de beisebol da Década de 1980 viraram modinha, assim como "vestir por camadas", com roupa por cima de roupa, no "estilo cebola". As tachas dos emos continuam na moda (especialmente em soutiens), com estampas florais, glitter e outros brilhos. As cores neón eram modinha, como rosa, verde, turquesa, preto, roxo, rosa-choque e amarelo. As saias e vestidos tendência são os "maxis", e a mulherada já não usava roupa tão comprida desde a Grande Depressão, talvez para combater a vagabundice da década passada.

 
A parvoíce do "Boho chic" virou modinha no início da década.

Em 2012, começaram a ser tendência aberrações como ganga de lavagem ácida e estampas galáxia e geometricas, de cruzes, astecas, nativo-americanos e outras breguices. As leggings começam a ser usadas como calças, com muita mulher a exibir a cueca. Camisetas de flanela, camisolas com estampas horrendas, jeans rasgadas, camisetas com blazers. Começam a usar-se as calças jeans de cintura subida, que se manterá até ao final da década. Saltos altos pra caralho viraram modinha por conta de Lady Gaga. Uma grande tendência foram as botas da Jeffrey Campbell e todas as pattys tinham um ou mais pares que usavam até à exaustão. Os ponchos viram modinha por causa dos hipsters, assim como roupa de inspiração tribal, mocassins, alpercatas e outras bostas vendidas na Urban Outfitters e Ralph Lauren.

O "Estilo Boho" vira modinha no início da década, com celebridades como Vanessa Hudgens, Zoë Kravitz, Kesha e todas as modelatrizes que vão a Coachella, o festival patty por excelência da década. Coisas como jeans justas, túnicas, estampados florais e étnicos (ciganos, nativo-americanos, indianos, etc.), saias compridas, calças largas de tecido, bijuteria bizarra como correntes de perna e de cabeça, coroas de flores, jardineiras e bostas semelhantes eram usadas pelas pattys adeptas dessa modinha.

2014 - 2016Editar

 
Todas as bizarrias usadas por Kim Kardashian viravam modinha.

No meio da década, as cores neon foram substituídas por preto, branco e cinzento e pela modinha do "monocromático". Tênis Adidas, camisetas da Supreme e Obey, vestidos nude, vestidos-camiseta e a idiotice dos vestidos colados ao corpo e popularizados pela inutilidade social Kim Kardashian, um dos grandes ícones de moda a partir da segunda metade da década, que fez o maior sucesso especialmente entre as vadias que gostavam de se exibir nas redes sociais. A partir de 2014, também muda o ideal de beleza feminina: com os gays fora do armário, agora as mulheres já se querem popozudas e mamalhudas, com as curvas de Beyoncé a serem cobiçadas, apesar de muitas terem de recorrer a artificialidades, como as falsa gostosas Anitta ou Nicki Minaj.

 
Combinação crop top e jeans cinta subida estavam em todo o lado e não morria por nada.

Por influência de Ariana Grande e as Kardashians, vira tendência a combinação de crop top com roupa de cintura subida, especialmente jeans, numa combinação infernal que teimou em morrer, sendo usada até à exaustão por guria retardadas. Entra na moda calças estupidamente largas, como as calças palazzo. Outras bizarrias usadas incluíam casacos estupidamente largos, saia pelo joelho, macacões e mochilas mini que não permitem transportar nada e por isso são inúteis. Na onda das leggings, vira modinha usar yoga pants e outro vestuário esportivo de quem vai na academia mas sem ir na academia. Na moda masculina, era modinha, sobretudo, roupa inspirada pelo hip hop e os rappers norte-americanos.

Viram modinha a bijutaria personalizada e as braceletes de plástico entrelaçado porque pobre sempre tem de se enfeitar com plástico. Os colares choker da Década de 1990, tipo coleira de cão, regressam em veludo e com pendentes de strauss e são usados pelas guria retardadas que se acham descoladas. As camisetas sem ombros também viram modinha e outras bizarrias. De todos os estilos decentes do rock, decidem trazer de volta o grunge, com jeans rasgados, estampas animais, botas de combate e jaquetas de cabedal. No Verão de 2016, viraram moda o calçado feio como as crocs com meia (que agora têm acessórios cafonas), Birkenstock, beach slide e outras breguices.

2017 - 2019Editar

 
Outras marcas suecas apanharam boleia na fama do IKEA e viraram modinha.

A partir de 2017, as cores neon regressam porque os estilistas já não sabem o que fazer mais. Também alguma roupa da Década de 1970 vira modinha, com jaquetas forradas a pelo de ovelha, vestidos compridos, estampa tie dye, ténis branco e jeans à boca de sino (que desta vez não pegaram como na década passada). Para se mostrar revelante, Kate Moss populariza a idiotice de usar brincos diferentes. Os coletes de pelo e a estampa cobra viraram modinha por um tempo, surgindo em toda a roupa e mais alguma. Candice Swanepoel e Emily Ratajkowski continuaram a popularizar o vestuário esportivo de quem vai na academia, mas usado na rua. A mochila Kånken da marca sueca Fjällräven vira tendência por razões desconhecidas.

 
O estilo bizarro de Billie Eilish virou modinha no final da década.

O estilo "Americana" virou modinha, inspirado em cowboys e cowgirls, produzido pelas marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger. Coisas como flanela, jeans de ganga clara, tênis brancos, botins de cowboy, minissaias e jaquetas de ganga. Viram tendència os looks inspirados na Riveira francesa, por causa da "influencer" Jeanne Damas, com coisas como vestidos tipo Brigitte Bardot, roupa de linho, túnicas, babados, alpercata, crop top flutuantes, estampas florais, vestidos-camiseiros, roupa bordada, calçado brega e antigo, etc. As roupas da Década de 1990 regressam, com os vestidos de veludo, elásticos para cabelo, camisetas com estampos vintage, pochetes e todas as outras breguices que deviam ter ficado no baú mas os estilistas esgotaram a imaginação nos anos 2010.

Em resposta à roupa de vadia e esportiva dos inícios da década, vira modinha o visual mais conservador, popularizado por Kate Middleton e Meghan Markle, com saias plissadas, blusas brancas, lenços de seda, casacões azuis, golas de bebe, gabardines cintadas, camisas de seda, calçado com laços, calças pretas, vestidos retos ou cintados. As calças justas começam a ser substituídas por jeans de perna reta, e acessórios associados a vagabundice e infantis (chockers, jeans rasgados, etc.) começam a sair de moda.

No final da década, surgem várias modinhas adolescentes na Internet como e-Girls, VSCO girls e Soft girls. Era fashion usar tecidos bizarros como PVC, roupa e calçado transparente, olhos de consumidor de drogas, mini mochilas em vinyl preto, cores neon, colar merdinhas no rosto e outras idiotices popularizadas por Billie Eilish, considerada a nova deusa da pequenada dos adolescentes. A roupa estupidamente grande, tipo três tamanhos acima, também virou modinha, assim como o "look unissexo", que consiste, basicamente, em vestuário esportivo sem forma e sem cor, com grandes logotipos e estampas geométricas.

Tendências de Beleza dos Anos 2010Editar

Na maquiagem, era modinha o "olho esfumado", uma adaptação do olho que parece que levou um murro da década anterior, popularizada por Kim Kardashian, Cara Delevigne e outras pattys. Todos os looks de Kate Middleton eram imitados pela mulherada. O "contorno" e "iluminador" foi a grande modinha da década, que modificava completamente a cara das gurias (e viados), enganando os homens a pensar que estavam com uma baita de uma gostosa, mas afinal era uma baranga mais feia do que o Monstro do lago ness. O batom vermelho virou modinha por causa de Taylor Swift e Rihanna. Em 2015, os batons mate em tons neutros foram tendência, popularizados por Kylie Jenner. As pestanas falsas continuaram na moda. No final da década, surgiu a modinha das "E-girls" da Internet, com uma maquiagem sem sentido de inspiração emo gótica.

Na Década de 2010, o "look dorito" sai de moda por suas implicações cancerígenas. As tatuagens continuaram a crescer de popularidade e quase todo o mundo tem uma, nem que seja minúscula. Mini-tatuagens e excesso de tatuagens eram ambas populares. Harry Styles e Justin Bieber popularizaram as tatuagens old school entre os retardados. As tatuagens tradicionais japonesas tornar-se modinha entre brancos que não percebem nada da cultura japonesa. Piercings, especialmente os extremos (como os alargadores) popularizam-se. As grandes tendências de piercings são nas orelhas e no nariz, sobretudo no septum, tipo boi. Entre os homens, a barba virou modinha, para combater as tendências viadas metrossexuais da década anterior.

No cabelo, a grande tendência foi o cabelo comprido pra caralho e liso, com muita mulherada a gastar muita grana em perucas e extensões e outras inutilidades para aumentar o tamanho do seu cabelo (as fórmulas milagrosas da banha da cobra já não enganavam ninguém). Em 2012, o cabelo cacheado foi modinha, especialmente nos Estados Fudidos. A meio da década, os cabelos compridos, ondulados e louros eram a modinha, assim como tranças francesas, alemãs, do Acre... Em 2013, o cabelo curto ou raspado vira modinha, inclusive entre sapatonas a mulherada. Luzes "ombré" foi modinha. Nos finais da década, os "messy buns", tipo acabado de acordar, eram fashion. Tingir o cabelo de cores neón continuou a ser tendência. Os penteados "afro" popularizam-se entre os brancos e nasce o mimimi da Apropriação cultural. Entre os homens, foi grande tendência no início da década o "cabelo capacete" usado pelo Justin Bieber. Viadices como o "manbun" e bostas semelhantes popularizadas por Orlando Bloom, Jared Leto e futebolistas. Cabelo raspado na nuca foi modinha no final da década.

Modinhas da ModaEditar

  Você quis dizer: Tribos urbanas  
Google sobre Moda

Ao longo dos anos, se vêm desenvolvendo várias "modinhas", também conhecida como "moda/estilo alternativo" (ao que é fashion no momento), que se compõe como o visual preferido de posers, adolescentes revoltados, vadias, cafajestes, entre outros seres vindos do Inferno.

Dos fundamentos psico-fisio-sócio-bio-filosóficos da modaEditar

 
Padrão atual de moda, em corpo e vestuário.

A moda vem a ser a confluência de várias correntes do pensamento moderno ocidental bem como daquele mais arcaico e oriental. Uma primeira necessidade social para o surgimento da moda veio a ser aquela de dar emprego para moças gostosas e rapazes boa-pinta, mas sem talento algum. Posteriormente, o mundo da moda passou a ser um eficiente vestibular para atores da Rede Globo. Após aceitarem se tornar prostitutos de produtores da corporação midiático-fascista, os modelos realizam um curso de interpretação básica, também denominado Malhação.

Após o sucesso, os candidatos passam a um segundo período, também denominado novela das seis. O ápice da carreira é a novela das oito, onde os ex-modelos, após não terem aprendido nada mas tendo algum reconhecimento, passam a conviver com fósseis e mortos-vivos como Regina Duarte, Tarcísio Meira, entre outros grandes mestres do que se denomina tele-dramaturgia.

 
Artigo de moda muito usado durante a Década de 2010.

Assim como a publicidade, o design, a decoração, a arte conceitual, o JotaQuest e o Mangá, a moda é uma das maravilhas artístitico-comerciais do 5o milênio!

A moda da modaEditar

A grande moda que moda moldou é a moda de fazer roupas que não podem ser usadas. Influenciada pela arte conceitual, pelas técnicas milico-brasilianistas de tortura, pela verborragia francesa, pelo alto preço de materiais têxteis (vendidos pelo vice-presidente da República Corporativista do Brasil), pela ganância dos donos de loja de roupa e pelos ideais revolucionários dos jornalistas de moda, os estilistas começaram a produzir roupas que não podem ser vestidas.

Isso criou uma demanda cada vez maior de roupas não vestíveis, de modelos sem tecido adiposo, de formação de jornalistas de moda de produtos de emagrecimento milagroso (ver Herbalife). Por essa razão, acredita-se que a moda é um esquema em Pirâmide, um círculo vicioso elaborado para fomentar a ganância, a miséria e a concentração de renda e de estilo na sociedade. Enfim, a moda é tuuuudo.

Ver tambémEditar