Abrir menu principal

Desciclopédia β

María Lionza

Night creature.JPG María Lionza surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

Puro osso.gif

María Lionza é uma figura mitológica muito cultuada nos matagais da Venezuela. Essa deusa faz parte de uma religião que mistura espiritismo de índio, macumba da braba, chatolicismo e até mesmo uma pitada de satanismo.

Estátua dela vista por baixo. Os seios continuam redondinhos até hoje.

Índice

A lendaEditar

De acordo com antigos rabiscos da tribo milenar Quidauânus, Maria supostamente nasceu em 1500 e alguma coisa, porque um espanhol havia estuprado sua mãe, e logo foi adotada por algum chefe da fase. Um xamã previu que se alguém da tribo a olhasse nos olhos, o povo inteiro seria dizimado, então jogaram a menina no meio dos matos. Até que um belo dia, Maria viu seu próprio reflexo na água, e por causa disso todo mundo se fudeu. Mas o que tornou Maria conhecida foi o adestramento em massa dos animais da região, fato notável por conta da posterior utilização de cobras como cintos.

 
A mesma estátua e suas bundas de proporções monumentais.

LegadoEditar

Há relatos de que ela ainda vive perto da montanha onde seus otários fiéis vão para a bajularem, o que deve render a Maria mais de 500 aninhos se encontrarem a véia algum dia. Porém, por ser tratada praticamente como uma rainha, é representada como sendo bonita e gostosa (fizeram até uma estátua). Assim como os quadris largos representam a fertilidade para o plantio da mandioca, a anta na qual Maria está montada representa o povo que a venera tanto até hoje. Algumas fontes apontam que ela teria feito o papel de Juma Marruá.

ReligiãoEditar

Em resumo, María Lionza é a deusa do amor e da paz, da harmonia e da natureza, do elemento X e de tudo o que há de bom. Dada sua relevância, não é à toa que ela faz parte de uma trindade que manda num panteão composto por uma grande bagaça onde figuram tantos outros deuses. Em outras palavras, dona Maria faz parte de uma religião própria.

"Cristianização"Editar

Fato é que o nome "María Lionza" é uma abreviação do nome "Santa Maria da Onça", que é outra abreviação para "Santa Maria da Onça de não sei das quantas". Este último nome foi presenteado pela Igreja Católica, em uma desesperada e falha tentativa de "cristianizar" a religião. O motivo pode ser visto a seguir.

QuibayoEditar

O culto de María Lionza não é um mar de rosas, como muitos poderiam pensar. No dia 12 de outubro e nas datas que correspondem à semana santa, o povo simplesmente fica maluco e começa uma série de testes de resistência. Tais testes incluem andar em brasas, enfiar arames na cara ou cortar um pedaço da língua, dependendo do nível de "purificação" que a pessoa jumenta quer atingir.

Se fosse só isso até que tava legal, mas o ritual quibayo é o real motivo pelo qual o culto é tão demonizado. Além de cortar a língua, há quem prefira ser possuído por entidades esquisitas só pra tomar um pouco de cachaça, em meio a uma batucada quase interminável. Enquanto possessa, a pessoa tanto pode ficar com as pernas molengas, quanto pode ficar dançando Single Ladies sem motivo aparente. Há ainda quem goste de pegar num chifre grosso ou num par de facões durante este ritual considerado tão tenebroso por gente com frescura.