Luís XVI da França

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Cidadão Luís Capeto, ou Luís XVI de França, foi um cidadão da França que antes de virar cidadão foi rei da França por uns anos, rei de Navarra e co-príncipe de Andorra, aquele que dentre os dezesseis luíses foi sem dúvida o mais famoso de todos, seu único problema era seu temperamento, Luís XVI perdia a cabeça muito fácil. Porque embora tenha sido um excelente governante, esse negócio de perder a cabeça o impediu de concluir seu reinado.

JuventudeEditar

Neto de Luís XV, também descendente de Luís XIV e de muitos mais Luíses, deu sorte que seu avô foi pior que carne de pescoço pra morrer porque o pai e o irmão mais velho de Luís XVI, que também se chamavam Luís (aquela família eram realmente nada originais com nomes) e o precedia na linha de sucessão, os dois morreram e por isso quem virou rei foi Luís XVI, e não o pau Luís XV,V ou o irmão Luís XVI-1.

Luís XVI teria uma educação excepcional, recebendo freiras gordas como professoras, o futuro rei teve a mais adequada educação que aliás foi responsável pelos danos psicológicos irreversíveis que ele sofreria até o final de sua vida, tudo em troca dele conseguir decorar a lista dos reis merovíngios.

"Luisito", como era chamado, acabou se tornando um grande intelectual, sabia tudo da época do Império Romano, resolvia um sistema de três equações com três incógnitas, além do vasto conhecimento em lógica, gramática, retórica, geometria, astronomia, astrologia, quiromancia, necromancia, filosofia e demais ciência. Ele sabia de tudo, exceto política.

CasamentoEditar

Luís XVI foi um raro caso de monarca europeu que se casou com uma prostituta, pois normalmente esses reis se casavam com princesas de outros reinos ou as próprias primas. Luís XVI desposou Maria Antonieta, uma famosa biscate particular do imperador austríaco que, em gesto de amizade, cedeu sua melhor puta para o amigo francês. Maria Antonieta era bastante conhecida nos corredores do palácio pelas alcunhas de "gostosa", "tesuda", "danada", "trem bão" e "suculenta", mas sempre que ia deitar-se com Luisito toda noite ele inventava alguma desculpa nova. Numa noite ele "estava com dor de cabeça", na outra noite dizia que "aquilo é pecaminoso", na outa noite dizia "estar cansado dos afazeres de rei que era frequentar festas"... e assim se passam sete anos, tempo o bastante para circular os rumores que Luís era gay... Maria Antonieta, uma biscate profissional, um dia ousou entrar no banho de Luís para tentar seduzi-lo, quando finalmente descobriu que o problema de seu marido era a sua incapacidade de remover o capuz do bravo guerreirinho.

Para resolver o problema do marido, Maria Antonieta pediu ajuda do médico Joseph-Ignace Guillotin que inventou um aparato chamado guilhotina que consistia numa ferramenta com um buraco para você enfiar o pau (posteriormente tendo sua função desvirtuada por prostitutas da Boêmia para algo chamado glory hole) de onde uma lâmina despencando do alto utilizaria a força da gravidade para cortar a fimose com tanta velocidade que o operado nem sentiria dor. Luís XVI submeteu-se à cirurgia e pode finalmente copular com Maria Antonieta.

ReinadoEditar

Quando Luís XVI assumiu o trono em 1774 a sensação geral na França era de esperança melhorias. Como primeiros atos Luís XVI tentou em mais de mil ocasiões realizar reformas que pudessem eliminar os atrasos do feudalismo e assim modernizar a França, mas todas suas tentativas de reformas nunca deram certo porque exigiam gastos públicos demais e não havia orçamento o bastante, afinal era necessário manter os gastos realizando as custosas Festas de Versalhes com toda a nobreza e sua amada Maria Antonieta enquanto as imundas pessoas de Paris estavam morrendo de fome. Quando Luís XVI gastou todo o dinheiro do reino em Petit gâteau, ele queria aumentar os impostos e, portanto, convocou a Assembleia dos Estados Gerais de 1789 na qual decidiu que a França seria dividida em 3 classes sociais: Nobreza, clero e gente comum e mundana (mundiça como ele chamava). Claro, livrar a França do feudalismo ainda estava nos planos, mas isso podia ficar para um futuro.

Quando assume o trono Luís XVI também descobre que a economia da França está uma bagunça e que as estradas do reino tem mais buracos do que um guardanapo de crochê e há desabastecimento em Paris que só tem vinho barato e pão duro mofado. Então, para tentar aliviar a crise, Luís impôs um imposto igualitário no qual os nobres, proporcionalmente, pagariam mais. Os nobres fizeram reclamações veementes quanto a isso, e Luís que era um covarde recuou nessa ideia. É nessas horas que ter uma prostituta como esposa pode ser bom, porque foi com sua simplicidade que Maria Antonieta teve a brilhante ideia de sugerir que, na falta de abastecimento de pão, que os franceses comessem brioche.

Quanto à política externa de Luís XVI, também não foi bem-sucedida, pois ele praticamente financiou a custosa Guerra da Independência dos Estados Unidos contra o Reino Unido por motivos basicamente de porra nenhuma apesar do fato de que seu próprio país estava imerso em uma profunda crise financeira, política e social. Uma vez conquistada a independência dos Estados Unidos, estes mal agradeceriam o rei francês. Quanto aos vizinhos mais próximos, Maria Antonieta tinha um cunhado na Áustria que fazia o que cunhados mais gostam de fazer: Dar despesa, sempre sabotando a família real francesa para replicar os suntuosos bailes de Versalhes em Viena também.

Revolução FrancesaEditar

Durante seu governo, Luís XVI fez o que a constituição mandava que um monarca francês deveria fazer: Gastar o ouro dos cofres públicos com festas, bailes, vestidos, brioches, prostitutas, batons e toda uma variedade quase que inconcebível de frivolidade e itens supérfluos. Até seu último segundo de vida Luís XVI juraria que nunca fez aquilo por gosto pessoal, mas apenas porque era sua obrigação como rei gastar feito um porco para que os cidadãos franceses se orgulhassem de ter um rei gordo e bem nutrido. Paris, aliás, estava parecendo uma favela por causa disso, então o rei sabiamente mudou-se para longe, um lugar chamado Versalhes, onde poderia desfrutar do luxo de uma França próspera sem precisar ter que todo dia olhar da janela do palácio mendigos bebendo água da sarjeta e padeiros defecando no pão como tentativa de aumentar sua massa.

Liderados por um advogado esquizofrênico com claros traços de psicopatia chamado Maximilien Robespierre, o povo francês cometeu a maior injustiça da história que foi abolir a monarquia unilateralmente e autoproclamar uma republiqueta anarquista no lugar. Luís XVI, em sua sabedoria, foi veementemente contra essa loucura, "como podem essas pessoas incultas que nunca estudaram e que mal tem o mínimo sustento ter o discernimento para governar uma nação?" dizia Luís XVI nas infrutíferas tentativas de convencer o povo, as vezes optando por prendê-los na Batilha quando o diálogo via-se inútil.

Dialogar era inútil e Luís XVI era a última pessoa sã em toda França. Uma multidão de múltiplos Jacques invadiram a Bastilha, roubaram Paris e instauraram novas leis. A lei que dizia que o rei podia gastar o dinheiro da França em jantares chiques foi abolida e substituída por uma nova lei que dizia que ser rei ou nobre era um crime condenável à pena de morte.

O rei Luís XVI assinou uma Constituição com essas leis absurdas contra sua vontade, mas depois fugiu de Paris com Maria Antonieta tramando mais tarde se juntar a um exército de puxa-sacos no Reino da Áustria e da Prússia, para então retornar à França e assassinar toda aquela "mundice" (como chamava) de uma vez por todas. O episódio se chama "Fuga de Varennes" porque o rei estava há dois metros para cruzar a fronteira, quando desperdiçou a chance de se exiliar na Prússia ao preferir descer de sua carruagem dourada vestindo seu fraque cheio de medalhas com aquela capa de lã de alpacas, pensando Luís que poderia aquela aglomeração na fronteira era uma rebelião a seu favor, mas o idiota estava errado e ele foi capturado pelos revolucionários e transferido de volta para Paris em uma gaiola de ferro.

O Povo das Planícies gritou horríveis blasfêmias contra ele e jogou Lixo em seu rosto no meio de uma sangrenta guerra civil entre girondinose jacobinos .

GuilhotinaEditar

 
Alguém dando um cafuné no rei Luís XVI, as regalias eram muitas mesmo.

Luís XVI foi preso sob a acusação de ser rei (lembrando que a revolução havia criado essa nova lei que dizia que ser rei era crime) e por 4 meses o novo supremo tribunal da França composto apenas por psicopatas debateu se Luís XVI era mesmo rei e se portanto deveria ser executado por tal. Girondinos e jacobinos debatiam fervorosamente quem odiava mais o rei e os mais moderados alegavam que Luís XVI nunca foi realmente um rei, mas apenas um fanfarrão.

No final das contas tudo aquilo era só um teatro e Luís XVI era apenas um refém, ninguém iria realmente matar um rei por ser um rei, mas isso muda quando o ministro João Maria Rolandinho dos Pratos alega ter encontrado um Armário de Ferro secreto no quarto de Luís XVI no Palácio das Tulherias. Quando revelado ao público, o conteúdo do armário secreto foi chocante até para o carrasco da revolução: Luís XVI guardava ali conspirações para a extinção do batom, do perfume e do baguete em toda França, além de críticas e deboches sobre aquele gorro vermelho dos revolucionários e como eles pareciam smurfs reumáticos, sem contar que haviam dezenas de cartas pessoais para o rei da Prússia comentando como ele achava Bocage melhor escritor que o Marquês de Sade, em suma, uma coleção quase que infindável de insultos ao patriotismo francês, o que tornou a situação insustentável e o tribunal apressou a pena capital.

Luís XVI de França foi condenado a perder seu nome e se tornar "Cidadão Luís Capeto" como forma de humilhação, e junto com a perda do nome também condenado a perder a cabeça na guilhotina. No dia de sua execução Luís tentou dar um discurso, mas como aquilo não era comício político ele foi rapidamente interrompido e pode apenas dizer "Sou inocente. Eu não sabia que falar para vocês comerem brioche seria tão ofensivo assim". E quando sua cabeça foi cortada a multidão afirma que o ex-rei se cagou todo.

Precedido por
Luís XV
 
Reis da França

1774 - 1792
Sucedido por
Maximilien de Robespierre