Carro pessoal.jpg Esty artygo é dy pobry!
Esty artygo é sobry koyzas dy póbry, peçowas póbrys
y o dono taméyn dévy dy sê un pobretãwn do karáy!
Essa é a parte do corpo que os Manos do Cuzão duro mais usa.

Cquote1.svg Você quis dizer: Funk Angolano Cquote1.svg
Google sobre Kuduro
Cquote1.svg Você quis dizer: Cu Duro Cquote1.svg
Google sobre Kuduro
Cquote1.svg GgOxXxIiItTu MmMuiItTu dD KkKÚú DdUlLo Cquote2.svg
Emo em geral sobre Kuduro
Cquote1.svg É aquela dança do crew? Cquote2.svg
Carla Perez sobre Kuduro
Cquote1.svg Na rússia o kuduro ouve você!! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Kuduro
Cquote1.svg Não se diz kuduro, se diz Glúteos Eretos! Cquote2.svg
Um Wikipedista sobre Kuduro

Kuduro é um gênero musical e sobretudo um gênero de dança surgida em Angola e piorado pelos Manos, onde consiste em quebrar sua bunda no chão várias vezes. Hoje em dia, está também largamente disseminado pelas áreas pobres da cidade do Rio de Janeiro e São Paulo. Também tem se popularizado muito no Brasil, o que criou um problema de calamidade pública, já existindo até alguns grupos e bandas de kuduro próprios do Brasil, em especial nos subúrbios das cidades da favela e de Salvador.

É influenciado por outros gêneros como Funk, Emocore e Xuxahit.

Hoje em dia, está também largamente disseminado pelas áreas suburbanas da cidade de Puta que Pariu e da Casa do Caralho

Estilo Musical:Editar

O ritmo consiste de uma batida eletrônica repetitiva seguida de instrumentos de percussão africanos aleatírios.

As letras caracterizam-se pela sua simplicidade e humor. São geralmente escritas em português, e muitas vezes com algum vocabulário de línguas Afro-Asiáticas.

As músicas sempre são "rimadas" e sempre terminando em "ê".

Exemplo:
Vai se fudê
Vou te comê
Cheira cecê
e etcê.

tópico sem graça

Origem:Editar

 
Queimar rosca é prática comum dos Manos do Cu duro.
 
Diego Hypólito mostrando que cair de bunda também é uma arte.
 
Miúdo contente por ver o primeiro branco a ver esta página

Surgiu primeiro como uma dança e com o passar do tempo evoluiu para um gênero musical. Muito provavelmente, o nome pinto duro provem também do Morimbundo (língua nacional de Angola), ou ainda pela expressão que o nome mesmo já supõe, até mesmo pelo próprio estilo da dança em que se tem a bunda dura.

Muito provavelmente o nome Ku-Duro vem do cu-duro, bunda-dura, Bunda Rachada ou Cu-ralado, até mesmo pelo próprio estilo da dança em que se tem que queimar a bunda no asfalto quente (problema muito piorado no verão angolano).

Atualmente não se sabe o número de vítimas que tiveram fratura exposta da pelve, pois mesmo os hospitais de Angola não perdem o tempo aglomerando seres alienados ou Manos Angolanos, que acham a prática do quebra cu uma dança ou um gênero musical novíssimo.

As composições musicais são simplesmente pobres e não precisas perceber nem um pouco de música, de língua portuguesa ou da vida no seu geral para cantar e tocar kuduro, já que tudo é feito por DJs analfabetos e bateria socada nas músicas de vitrola arranhada.

O que reina no kuduro são as chamadas batidas, curtas e insuportavelmente repetitivas, não tendo no seu geral nenhuma melodia ou algum tipo de harmonia na música, fazendo muitas vezes reprodução de sons como balas, armas de fogo etc.

Os que inventam estas batidas são os chamados DJs, e depois aparecem grupos de bandidinhos adolescentes, pobres, sujos, analfabetos, a cheirar muita catinga, sem nenhum dote vocal a gritar com uma voz super desafinada devido à falta de talento vocal, beber muita cerveja e fumar muita maconha, asneiras do tipo: "eu sou o puro papoite (pai)" ou "manipulo e faço dois tangos (dois tiros)", sem respeitar as regras da língua portuguesa, pois grande parte deles quase não tem escolaridade nenhuma, portanto não conseguem expressar-se verbalmente sem utilizar do nível de língua do mais baixo calão.

Ultimamente, no estilo tem aparecido algumas vadias rafeiras, matumbas, sanzaleiras e faveladas que por dormirem com bandidos das gangues, pensam que também são gente e podem dizer coisas do tipo: "eu sou rainha nessa selva", "não admito abusos", "se metem comigo e vão pro caixão" e outras tolices parecidas.

Nos últimos tempos, graças à atenção que despertou em você, graças aos taxistas angolanos que preferem gastar o dinheiro que conseguem com muito esforço, ou por roubo ao patrão, em bebidas e mulheres e nem sequer sabem o que é música, e preferem comprar discos piratas de 200 kwanzas vendidos por vendedores ambulantes, que são uma praga em Angola, tem sido um estilo muito divulgado em Angola. É impossível entrar num táxi sem escapar aos empurrões dos outros, catinga e mal cheiro dos outros, e ao famoso kuduro num nível bem alto, capaz de te dar dor de cabeça dois minutos depois de entrar no táxi.

Na Europa, em países como Portugal, Holanda, França, Inglaterra, e outros países aonde se encontram comunidades de jovens estudantes pedreiros angolanos, que com a boca que têm do seu país "o nosso p’aís tem petróleo e diamante, o nosso país tem uma cultura forte" (então porque não ficam no país deles a estudar e trabalhar, têm que emigrar tipo peixes ou aves, para outros lugares?) estão a espalhar este estilo como uma praga. Pois os brancos destes países divertem-se e acham-se muito exóticos ao tentarem mexer o rabo e dançar como macacos este estilo, os pobres coitados acham todo o lixo que se faz na cultura Angolana como algo bom e exótico, tudo para fugir das suas rotinas entediantes e maçantes das suas vidas devotadas a trabalhar, para pagar impostos exorbitantes. Quanto à dança, bem, o kuduro não se dança propriamente, faz-se mais acrobacias como se atirar no chão, andar como um mongolóide, e outras parvoices do gênero.

Vídeoclipe de batidas sonoras descomunal não humanizadoEditar

O melhor bailarino (kudurista) do mundo:

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