Ghost Reveries

Lego-beatles-abbey-road.jpg Este artigo trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Night creature.JPG Ghost Reveries surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

Puro osso.gif


Reverências aos Fantasmas
Opeth-ghost-reveries.jpg
Pela arte da capa, dá para perceber que é mais uma daquelas obras de adoração ao demônio.
Lançado em 2005
Gênero Death metal progressivo
Gravadora Roadrunner


Cquote1.svg Isto non ecziste! Cquote2.svg
Padre Quevedo sobre as letras desse álbum
Cquote1.svg zZzzZzzzZZzz... eita porra! Cquote2.svg
Você ouvindo as músicas
Cquote1.svg Pop e comercial. Cquote2.svg
Slayer sobre Ghost Reveries


Ghost Reveries é o oitavo álbum de estúdio da banda sueca de death metal progressivo Opeth, lançado em 2005. É o último álbum em que Martin Lopez participa nas baterias, e a inclusão de Per Wiberg como membro permanente da banda, assumindo os teclados, já que ele sempre ajudou a banda ao vivo, como uma forma de recompensar o bom trabalho. As músicas são de longa duração, como é previsível no metal progressivo, e isso rendeu a cura da insônia de todos que ouviam, sendo recomendado por médicos de toda a Europa, mas visto pelos mais conservadores como obras do Satanás, já que suas letras falam sobre louvar demônios e causavam pesadelos. Os que se curaram da insônia agora tinham que tratar a narcolepsia.

Assim como seu último trabalho, Still Life, Mikael Aquifede quis que esse álbum se tornasse algo conceitual, onde as músicas contariam uma linda história sobre um homem que matou sua própria mãe por estar louco de pedra, mas ele arregou mudou de ideia. Suas próprias palavras:


Cquote1.svg Então, cara... eu queria compor as músicas como se fossem parte de uma história dum cara que matou a própria mãe. Sabe como é, a minha não me deixava jogar videogame, pois falava que fazia mal para a vista, e isso me irritou pra caralho, sacou, então eu transportei esses sentimentos de ódio para as minhas músicas, como todo bom satanista com dor no cu que possui uma banda faz. Eu estava dopado, cara, viradão nos livros de satanismo e bruxaria, ouvindo Burzum e lendo creepypastas na internet. Só que, um dia, a erva da boa tinha acabado, e eu fiquei maluco. Cara, completamente maluco, sacou? Eu não conseguia fazer nada. Resolvi escrever alguma música para ver se me tirava do tédio, e acabou que saiu Ânus Isolado, uma música nada a ver com o resto do álbum, mas, maluco, eu curti tanto essa música que resolvi deixar. Abandonei a ideia de álbum conceitual, taquei o foda-se e é isso aí. O álbum é muito do mal, cara... Cquote2.svg


A arte da capa é algo que chama muita atenção nos discos do Opeth. Mikael disse que queria uma imagem parecida com uma floresta ao anoitecer, pois isso era muito tr00, e então ele e o guitarrista, Peter Lindgren, foram à biblioteca e foram em busca de tal imagem. Claro que não antes de fazer algumas coisas antes. Não acharam nenhuma imagem de floresta tenebrosa (talvez por não estarem na sessão de Biologia da biblioteca), e voltaram entristecidos para casa. Enquanto Mikael recebia nudes de Travis Smith, um ilustrador "famoso e gostoso" (sic) (que trabalhou em outras capas do Opeth e de bandas como Katatonia, Overkill e Iced Earth), ele viu que uma das fotos não era um nude seu, mas uma imagem mandada sem querer de um candelabro. Perfeito!, ele pensou, e essa foi a capa escolhida para o álbum.

O álbum recebeu boas críticas por parte da mídia especializada (e da nem tão especializada, leia-se "metaleiros frescurentos"), mas também recebeu avaliações negativas, principalmente por parte de pastores que diziam que as músicas faziam o jovem incorporar Satanás no corpo, fazendo-o preparar rituais com velas pretas no recreio, esfaquear os amigos e escondê-los no meio da floresta. Como uma forma milagrosa de fazer o jovem voltar ao normal, os pastores começaram a vender o fone de ouvido abençoado, que Jesus colocou nas orelhas. Por apenas R$200, a mãe desesperada pagava a parcela do carro do pastor podia tirar o capiroto do corpo do moleque, mas não adiantou muito, embora os ditos pastores já estejam com o segundo carro na garagem.

O fato das músicas terem uma longa duração (mais de 7 minutos) fez as pessoas usarem as músicas do disco como uma referência para as horas. Situações como essas são frequentes:

Cquote1.svg Quanto tempo você leva para ir da sua casa até a faculdade? Cquote2.svg
Você
Cquote1.svg Todo o Ghost Reveries... Cquote2.svg
Eu
Cquote1.svg Caralho! Cquote2.svg
Você

MúsicasEditar

Todas foram escritas por Mikael Aquifede, pois ele é um babaca egoísta.

1. Ghost of Perdigão - 10:29

2. Solta os cachorro! - 10:41

3. Banir o Maiô - 7:57

4. Tonto - 5:23

5. Reverência/Floresta da Arlequina - 11:39

6. Hora do Wesley - 5:20

7. A Grande Conjuração - 10:21

8. Ânus Isolado - 3:51

Duração Total: Tenho cara de calculadora, porra?