Mudanças entre as edições de "Dúvida metódica"

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== ''Cogito ergo sum?'' ==
[[imagem:ConfusedNickYoungDescartes.png|right|230px|thumb|Peraí, o quê?]]
A essa altura, você deve se estar perguntando o porquê de um [[lunático]] como esse querer criar um método tão absurdo e idiota. Como já explicado, Descartes queria resolver de uma vez por todas os problemas de interpretação de árbitros da [[UEFA]], que quase sempre roubavam a favor do [[Flamengo]]. Somado a isso, o contexto histórico em que Descartes nasceu era propício a isto, já que estavam em plena {{strike|[[Segunda Guerra Mundial]]}} ascençãoascensão do [[Renascimento]] e a [[Inglaterra]] começava sua heroica [[Revolução Industrial]], onde o [[Realismo]] já engatinhava. Frente a isto, novas ideias começaram a se espalhar, como o bundismo, a maçonaria, as invenções, a [[viadagem]] etc. No livro ''[[Meditações sobre Filosofia Primeira|Metidas e Ações na Prima Filomena]]'', René expõe ao mundo o seu lado um tanto peculiar, onde depois de ter lido o [[Artigo Lisérgico]] e ter tomado dois litros de chá de flor-de-lis, começa a escrever freneticamente suas viagens pelo inconsciente depois de ter passado pelo [[Mundo da Lua]] e ter viajado na Maionese.
 
== Como eu posso mergulhar na dúvida hiperbólica? ==
 
[[imagem:GenioWillSmith.jpg|right|300px|thumb|Hááá!! Pegadinha do Mallandro!]]
Assim, ele eleva a exigência da dúvida e fica mais radical. Se existe mesmo o [[eletricista|cara lá de cima]] que pode fazer geral, pode ser que esse mesmo cara engane os seres humanos quando os mesmos somam dois e dois. Porém, aí entra um detalhe: pode ser que os [[Bolsonaro|fanáticos]] [[Cristianismo|religiosos]] ultra-conservadoresultraconservadores do [[PSOL]] afirmem que Yahweh ou qualquer outra divindade de merda seja uma [[pessoa]] [[Papai Noel|boazinha]] e não seja capaz de passar a perna em ninguém; além disso, essa ideia de Deus mentiroso não serve para os ateus, verdadeiros [[São Tomé|Tomés]] da vida. Descartes se toca e cheira mais alguns gatinhos, e viaja mais a fundo. De repente, ele chega à conclusão que não existe [[Deus]], o que existe é um certo '''gênio maligno''' enganador, ardiloso, poderoso e foderoso, que é um mestre da enganação e vive iludindo a [[humanidade]] feito o [[Vasco]] no [[Campeonato Brasileiro|Brasileirão]]. Desse modo, essa realidade como a conhecemos é apenas uma representação, tipo uma alucinação pesada ou um sonho doidão. Assim, Descartes chega no fundo do poço: não existe qualquer coisa que possa provar que tudo que nós vemos exista realmente. Agora o negócio ficou sério.
 
Agora, vamos fazer uma pausa para refletir sobre a seguinte questão: ''ele realmente acreditava que esse gênio existia?'' Sim, parece uma ideota de um cientista louco de pedra, mas estudiosos da [[Superinteressante]] afirmam que esse gênio de Descartes era apenas um instrumento de auto-tortura útil para não aceitar qualquer opinião vira-lata que os outros emitem. De qualquer forma, chegamos ao [[fim da picada]]: deve existir algo que engane todo mundo toda hora em todo lugar, algo como esse gênio, [[cientista]]s, sociedades secretas, filósofos, deuses, descíclopes etc. E agora?
{{c|What do you mean, Descartes? Bom, eu acho que... Não sei, nos dê tempo para decidirmos.|Robert Ceferin}}
 
<b>'''''Passa-se algum tempo''</b>'''
 
{{c|E então?|Descartes}}
*[[Solipsismo]]
 
[[categoriaCategoria:Lavagem cerebral]]
[[categoriaCategoria:Filosofia]]
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