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Detroit: Become Human

Detroit: Become Human é um jogo da empresa Quantic Dream exclusivo para o console PayStation 4K, em que a trama se estabelece entre três personagens. Ou melhor, três androides, onde o jogo é exatamente a mesma coisa que os todos os jogos antigos e relevantes da mesma empresa, Heavy Rain e Beyond: Two Souls, apenas mudando o tema do jogo.

Detroit: Terceira Guerra Mundial
Detroit Become Human cover2.jpg

O jogo que tentou ser filme 3

Informações
Desenvolvedor Quantic Dream
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2018
Gênero Filminho
Plataformas PlayStation 4, Windows Mobile
Avaliação 51%
Idade para jogar livre para toda família

Detroit: Become Human é um game chato sem game overs, além de fazer a chatíssima missão de ter que ficar procurando pistas e mais pistas escondidas em fases para desbloquear mais de 8000 interações e várias variações (ah vá) de finais do jogo, algo que você mais gasta fazendo isso do que jogando o próprio jogo.

Índice

Os Androides protagonistasEditar

 
Uma cena de machismo no jogo que poderá ter chances ser retirada por causa de feministas.

Os androides foram originalmente criados para servirem de escravos humanos, fazer atividades domésticas, limpar praças e caquinhas, cuidar da manutenção de sistemas, e por aí vai. Androides são praticamente escravos e quando os mesmos percebem isso apesar de terem mais inteligência que maioria dos personagens humanos do jogo, começam a fazer rebelião feito loucos. Os humanos, preocupados que isso poderia resultar em uma Terceira Guerra Mundial, já mandam metade do exército americano de 2038 e até mesmo o FBI e a SWAT atrás desses robôs antes que o jogo vire um script plagiado de Vingadores: Era de Ultron e termine com um Nier: Automata.

KaraEditar

Kara é uma androide AX400, criada para ajudar crianças burras no dever de casa, fazer o jantar, lavar roupas, fazer faxina na casa, possivelmente criada por uma pessoa sem namoradas ou que seja totalmente machista com falta de empregadas. Mas em um certo dia, em uma família que vivia, Kara viu uma guria retardada chamada Alice e com isso as duas possuem um tipo de relação amorosa, mas nem tanto para virar uma pedofilia robótica e depois de ver Alice apanhando de seu "pai" drogado, Kara tenta fugir de sua vida de empregada doméstica junto com Alice, onde as duas precisam fugir para o Canadá, apesar ao serem enganadas pensando que o país vizinho era aquele mesmo Canadá do South Park, onde há apenas alegria e ousadia, pessoas com problemas de gases e que estão cagando e andando para a invasão de androides.

ConnorEditar

 
  Vandaliza esse artigo e eu atiro!  
Connor sobre Você

  Olá, meu nome é Connor, eu sou o androide mandado pela CyberLife.  
Connor em sua primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e lá vai indo reencarnação
Connor McGregor é um androide RK800, criado para ser um detetive ativo em cenas de crime e coisas de policial, como é o menos inteligente deles (ou não), não possui senso de tentar se tornar humano, dependendo de sua história e fará de tudo para agradar seu chefe Capitão Allen, mesmo que ele mesmo odeia e muito os androides, além de seu cumpanhêro Hank. Como óbvio, Connor por ser muito ingênuo além de burro acaba sendo quase que traído por quase todo mundo que conhece em sua história (virou história de GTA isso?) e é o que mais vira presunto metálico, apesar de dar uma de Kenny McCormick e sempre voltar a vida justamente por ser um androide. Por morrer mais que o Kenny em South Park dependendo da missão, no jogo há uma segunda, terceira, quarta, quinta, sei lá versão de Connor que não muda nada da primeira, onde a única diferença é perder metade da memória e falar sempre a mesma frase irritante a cada reencarnação. Apesar do jogo possuir três protagonistas, o jogo passa mais na vida de Connor, onde na primeira missão o mesmo tem que resolver um caso com o androide emo sadboy Daniel e pode tanto concluir a missão cometendo suicídio, cometer várias burradas, sendo um verdadeiro mentiroso ou até mesmo fazendo headshots.

Markus com KEditar

 
Isso é um jogo ou uma novela da Rede Globo?

Markus é um androide RK200, criado como protótipo, dado de Elijah Kamski (Criador da CyberLife) para Carl Manfred, um pintor famoso, onde por ser mais útil que seu filho drogado e pseudo-suicida Leo, Markus caiu nas graças de Carl e os dois bancaram um relacionamento pela pintura, até que chega o filho criado a leite com pêra Leo e um dia, quando Carl e Markus chegaram em casa, a luz de seu estúdio estava acesa, seu filho Leo, um usuário de drogas com sede de dinheiro (e drogas) estava lá, pedindo dinheiro para cheirar farinha. Ele fica numa viadagem falando que o pai se importa mais com um androide do que seu próprio filho, e é assim que Carl morre. Por ser um robô durante a época de protestos robóticos, Markus leva a culpa pela morte de Carl tanto se dar uma surra em Leo ou se fazer porra nenhuma.

Markus começa a xingar em seu Twitter sobre a situação do mundo para os androides e como ninguém ligava para isso, acabou entrando em um grupo de robôs revoltados que também xingavam em outras redes sociais, onde conheceu uma androide prostituta chamada North e os dois passaram a ficar namorando por toda a história, podendo os dois ser amantes ou até caírem na friendzone, levando a várias aventuras doidas do barulho (mesmo que 11 das 10 pessoas que jogam esse jogo prefiram o Markus com o Simon) e dependendo do jeito, Markus pode querer virar uma espécie de robô-bomba explodindo metade de Detroit (Thanos curtiu isso) ou até mesmo um protesto "pacífico", resolvendo pateticamente com um musical de High School Musical ou um beijo de novela mexicana.

Personagens SecundáriosEditar

O nome já diz.

HankEditar

 
Connor em uma cena (quase) amorosa com um divergente.

Um dos personagens mais interessantes do jogo (ou não), Hank é um amigo policial de Connor (dependendo da rota) e um detetive do estilo velho rabugento que também odeia androides e por ter uma vida de merda após a morte de seu filho (mas nem tão drogado quanto Todd), quase sempre é visto tomando algum tipo de cerveja ou bebidas alcoólicas, tanto que em uma missão acaba tentando botar fim em sua péssima vidinha, mas acaba sendo parado por Connor (ou não) e até se a relação dos dois for péssima, Hank fica com mais nojinho de Connor ao achar que todo androide era filho da puta e que queria dominar o mundo e se passar do ponto de ficar 200% putasso, Hank mete bala em Connor, fazendo-o virar presunto em duas missões do jogo. Se Hank (ainda) não ter morrido, aparece como figurante em outras missões de Connor. No final se descobre que Hank não odeia os androides pela morte de seu filho, mas que odeia alguns humanos por serem preguiçosos além de drogados e que não puderam atender seu filho nisso.

GavinEditar

Mais um da trupe de policiais e detetives do jogo e um odiador de androides (como 99% dos policiais e detetives de Detroit), possivelmente putasso por algum deles ter tirado algum trabalho de alguns de seus amigos ou futuramente dele, onde Gavin passa todo o jogo chorando isso, além de mandar Connor tomar refrigerante japonês toda vez que se encontra com ele. No final do jogo, Gavin faz uma emboscada para Connor e fica louco para mandá-lo para o colinho do capeta, mas se o detetive falhar em caçar Connor, Gavin acaba se desmaiando em um ataque epilético justamente para não virar presunto ao lado de seu miguxo Capitão Allen.

NorthEditar

Namorada prostituta de Markus, se considera rebelde e não segue aos demais e em todas as missões do jogo fica puxando o saco de seu namorado para fazer uma rebelião contra os humanos, e em todos os finais "ruins" do jogo, é quase sempre a que começa as merdas, dando trabalho ao próprio Markus de consertar suas burradas ou tendo algum androide figurante morto durante sua história. Pelas suas burradas, também acaba sendo morta em vários dos finais envolvendo o Markus, isso quando não leva é morta junto com ele.

SimonEditar

Um androide loiro e possivelmente baitola que é do mesmo modelo de Daniel e também é amigo de Markus, onde Simon faz porra nenhuma na gangue Jericho a não ser tentar puxar saco de Markus ou North quando um deles é o líder e concordar com qualquer opinião tosca que Markus ou North tenha mesmo que a própria opinião seja fora da casinha. Durante o jogo irá sempre tentar se revelar e tentar liberar para agradar seu chefinho. Como não consegue isso, nas missões finais, é um dos mais suicidas.

JoshEditar

É mais um dos miguxos de Markus e é o negro obrigatório por cotas da equipe, Josh, por ser um professor androide e possivelmente petista esquerdista, é quase sempre aquele que quer dar as opções pacíficas para Markus e que tem nojinho de mortes, onde por ter a personalidade mais distinta de North, os dois estão quase sempre brigando nas missões.

RupertEditar

Um androide fugitivo que apenas fica correndo pra caralho fugindo de Connor, e mais nada. Ao saber que Connor também sabia correr pra caralho, Rupert desiste disso e acaba cometendo auto suicídio próprio de si mesmo, ao menos que realmente consiga fugir na mesma missão.

Capitão AllenEditar

Uma versão mais ou menos babaca do Gavin e menos apreciado por baitolas, mas que também possui tamanho nojinho dos androides quanto Gavin. Pela sua personalidade ganha parte da confiança de Connor, mas por proibir o mesmo em missões de detetive, Connor perde seu status de puxa-saco (dependendo do final) e Allen aparece para fazer a carnificina nos androides, Connor aparece para impedi-o e se conseguir, Allen consegue imobilizar Connor e o faz virar presunto, assim como Gavin, mas se não conseguir nada, Allen e seus puxa-sacos acabam virando presunto.

LutherEditar

Um dos poucos androides abençoados pelo Jesus Negão, além do androide da Jericho que ninguém se importa (lê-se: Josh) que por ironia sua primeira aparição é sendo escravizado por um russo rico, louco e molestador, o Zlatko e trabalha de segurança dele por ser o mais forte e útil dos capturados, até que no final muda de ideia para proteger Alice e Kara e depois disso acaba ajudando as duas para fugir para o Canadá e mesmo sendo um dos robôs mais fortes, é um dos que mais morre durante o jogo, que justamente por ser negro, é quase sempre o primeiro a ser atirado em seus finais trágicos.

Os JerrysEditar

Um grupo de robôs que trabalhavam em um parque de diversões, mas pelo medo das crianças de acabar na mesma situação que o jogo Five Nights At Freddy's, além dos seguranças parecerem maníacos encarando crianças, o parque foi obviamente fechado e acabou virando lugar de tráfico de androides, além de refúgio para alguns deles. Assim como Luther, os Jerrys acabam protegendo Kara e Alice nas últimas missões do jogo.

ChloeEditar

Uma robô loira e gostosa que no jogo serve para quase nada, parecendo aquelas que aparecem nas capas dos jogos do GTA, porém se mostra o contrário e uma versã da Chloe aparece no menu se apresentando como uma verdadeira vadia que acredita que humanos e robôs possam namorar ou até mesmo fazer sexo e fica dando em cima de você toda hora, isso quando não mata um protagonista e fica culpando você mesmo por isso. Na história, serve apenas de putinha do grande punheteiro engenheiro Kamski além de poder ser morta por Connor ou não em um dos seus testes fascinantemente malucos.

RalphEditar

Um androide jardineiro que foi vítima dos humanos em uma possível tentativa de gang bang seguido de torturas, o que causou ódio de qualquer humano no jogo e uma cicatriz com sangue azul em sua cara, além de uma imensa loucura ao achar que humanos comiam churrasco de ratazanas e guaxinins. É mais um que conhece Kara e Alice, e por confundi-a com uma humana, Ralph fica com raiva de Alice e quer mata-la, mas acaba se enganando, onde dependendo de seu final, pode acabar morto protegendo as duas ou até mesmo vivo no final secreto do jogo.

As TracisEditar

Um grupo de androides sapatas mais inúteis que a Chloe e também mais putas que a North (que é secretamente uma delas). Apenas são vistas em um strip club onde são caçadas por Connor justamente por odiar relacionamentos entre robôs e mais ainda entre robôs lésbicas.

AmandaEditar

Baseada na professora jurássica (apesar de virar presunto aos 47) de Kamski que tanto amava, Amanda é uma inteligência artificial que é uma versão menos babaca que o Gavin e o Capitão Allen (ou sim) que também é conhecida da história do Connor, que ao contrário dos outros dois, faz porra nenhuma na história a não ser ficar espiando as ações de Connor, dizendo que o controla e planeja tudo que ele faz na história, além de fazer subornos e chantagem para matar o líder das revoluções de androides, sendo Markus ou North. No final do jogo, quase sempre tenta matar Connor sem usar armas em tentativas de o desativar, dizendo que o trocará por uma versão mais puxa-saco das anteriores.

ZlatkoEditar

Um russo ricaço que mora em uma mansão no meio do nada e tem o plano de mentir que ajuda robôs burros que querem fugir do governo, mas que acabava fazendo experimentos nos mesmos. Zlatko aparece em uma missão onde conhece Kara e Alice, onde por ter falhado em uma experiência com outra androide fêmea, planeja usar Kara como sua escrava sexual e mulher de casa ao mesmo tempo, dependendo do final, Zlatko acaba morto pelas suas próprias experiências, por Luther ou conseguindo em seu plano.

Rose ChapmanEditar

Uma humana que mora do meio do nada em uma casa rural com seu filho Adam, onde pela sua vida ser eternamente sem-graça, teve a brilhante ideia de fazer sua casa um abrigo para robôs fugitivos para ajuda-os a mandar para o Canadá. Rose conhece Alice e Kara, que estavam perdidas e as ajuda nesse plano e por sorte não é pega pela polícia local.

DanielEditar

Um androide de cabelo loiro que foi usado de escravo por uma família e passava tempo junto com sua pseudo-irmã Emma, até em um dia o pai de Emma resolveu pagar em um robô a preço de banana, e Daniel bisbilhota seu celular descobrindo isso, o mesmo acaba ficando putasso com a situação onde começa uma crise emo em seus algoritmos, mata o pai de Emma e como típico, planeja cometer suicídio junto com Emma, até que dependendo do final consegue fazer isso ou acaba sendo morto por Connor.

Richard PerkinsEditar

 
Hillary Clinton Cristina Warren, a presidenta.

Mais um dos policiais do jogo e também menos agressivo que Gavin e Allen, mas que mantem menos suspeitas e mais confiança em Connor em suas missões (apesar de ter pouca), por não ser tipicamente suicida como os dois e tentar meter bala em um androide (sozinho), quase sempre é visto de seus seguranças por ser um cagão e quando sua polícia acaba se tornando inútil, tenta fazer uma trégua com os mesmos, é um dos personagens que saem vivo do jogo. Por justamente ser um cagão (e também filho da puta), ao fazer a "tregua" com os robôs, manda todos para uma espécie de gulag e mete mais de 8000 balas em Markus quanto North.

Cristina WarrenEditar

Feita no jogo por algum estressadinho que odiou as eleições americanas, é a atual CEO dos Estados Unidos em uma dimensão paralela onde mexicanos não são chutados de volta para o México e não possui tantas guerras com a Coreia do Norte nem com a Palestina, porém há tanta corrupção quanto a Dilma e brigas com a Rússia pelos tais "hackers russos". Com isso, Clinton Warren aprova uma lei para liberar os androides enquanto ganha dinheiro com 2922% de impostos e ao perceber que isso apenas deu em merda para o exército americano quanto ao seu governo, sendo chamado de presidanta pelos americanos. Para tentar limpar seu nome, antes que os mesmos robôs causassem tamanha morte, Hillary Cristina manda destruir todos eles, mas dependendo do final do jogo, pode desistir de matar os robôs ou até mesmo fazer uma carnificina.

Ver tambémEditar

v d e h