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Desentrevistas:Vladimir Putin


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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.

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A Desciclopédia possui um artigo sobre Vladimir Putin


Nosso desentrevistado.

Hoje nós estamos aqui na Rússia para entrevistar o político e ditador presidente russo Влади́мир Влади́мирович Пу́тин, ou Vladimir Vladimirovitch Putin, ou simplesmente Putin, como gosta de ser chamado. Para entrevistá-lo tivemos que viajar para Moscou, onde está fazendo um frio desgraçado, e pedir a permissão do mesmo para isso.

Bom dia, senhor Putin. Podemos entrevistá-lo?Editar

Claro que sim, desde que vocês não me perguntem sobre assuntos que eu não gosto.

Tudo bem. Como é que foi sua infância?Editar

Eu não tenho boas recordações dela. Meu pai, Принцип наиболее благоприятствуемой нации, sofria de alcoolismo de tanto beber vodka e gastava tudo o que ganhava no boteco. Minha mãe, Михаи́л Бори́сович Ходорко́вский, cuidava da casa, mas nunca tinha tempo para mim. O que marcou minha infância foi meu alistamento na KGB, onde comecei minha carreira.

Como você entrou na KGB?Editar

Tudo começou quando eu dei o rabo na escola. Lá os professores me comeram muito para ver quem seria um bom agente secreto, e eu era muito arrombado lá, porque aquele ambiente cheio de nerds, playboys e outras abominações me deixava puto. Então os professores me chamaram para ser um agente da KGB, e me prometeram uma AK-103 como salário, um dos brinquedos preferidos das crianças russas na época, mas bastante caro(custava um pedaço da rola).

O que você fazia na KGB?Editar

O meu chefe me encarregou de encontrar pessoas subversivas no meu colégio. O trabalho era assim: Eu andava pela escola inteira, e quando achava um pirralho falando de McDonalds, capitalismo e outras coisas relacionadas aos norte-americanos eu o encaminhava para o Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética. No conselho, os carinhas mandavam os pirralhos para colônias de férias na Sibéria. O resto, que era obrigar as crianças a trabalharem em destilarias de vodka até morrerem, quem cuidava era outros carinhas. Minha função era só identificar os caras.

Como era trabalhar na agência?Editar

Era muito divertido. Principalmente porque eu além de mandar os traidores para a Sibéria, também aproveitava para mandar os bullies que me sacaneavam para os gulags. Por isso todo mundo tinha medo de mim e faziam o que eu mandava, até mesmo os professores. Era bem legal.

Por que você saiu da KGB?Editar

E quem disse que eu saí de lá? Num dia, meu chefe me chamou e falou que eu tinha potencial para ser político. Talvez ele disse isso porque eu era muito mentiroso, e inventava desculpas para faltar ao trabalho. Então entrei na carreira política e conheci o Yeltsin, que me ajudou bastante na política.

Aproveitando, qual era sua relação com o Boris Yeltsin? Vocês eram bons amigos?Editar

Com certeza. Quando eu conheci o cara, nós nos tornamos bons amigos. Eu sempre ia no bar com o Boris para tomar umas, o passatempo preferido dele. Por causa dele, passei a gostar bastante de vodka. Quando ele não agüentava mais ficar no poder e ser culpado pelas merdas que aconteciam na Rússia, ele me deixou no cargo para tirar umas férias e tomar umas várias.

O que você acha da Chechênia? Por que não gosta deles?Editar

Os chechenos são um bando de chatos. Enquanto eu quero aproveitar a presidência para fazer nada e receber benefícios como todo político, eles me dão dor de cabeça. Mas até que no fundo eles são bem legais, porque me dão um motivo para usar meu exército para acabar com alguém. É que eu adoro invadir lugares e destruir tudo, isso e um bom remédio para descontar o estresse do dia-a-dia, principalmente por causa da dor de cabeça que é minha esposa e meus filhos.

Dizem que você manda seus opositores para o inferno. Isso é verdade?Editar

Eu disse para não perguntar sobre assuntos que eu não gosto!!! Mas como estou de bom humor vou lhe responder. É tudo mentira. Por exemplo, sobre o Alexander Litvinenko, a culpa não é minha se ele foi intoxicado com lixo nuclear lá na Inglaterra, que é bem longe da Rússia. E sobre aquela jornalista, a Anna Politikovskaya ou algo assim, eu não sei de nada!

Qual a sua relação com o seu sucessor, Dmitri Medvedev?Editar

Ele é um dos meus discípulos favoritos. Eu precisava me aposentar da presidência para relaxar, gozar e tomar umas, que nem o Boris. Então mandei o garoto ficar no meu lugar. Como ele me obedece, qualquer coisa que eu queira fazer no governo ele faz para mim. E também é macho, como mostrou quando invadiu a Ossétia do Sul.

Quais são seus planos para o futuro?Editar

A KGB me chamou, oferecendo um emprego como agente secreto. Mas recusei porque o que eu quero agora é relaxar e aproveitar a aposentadoria. Pretendo fazer uma viagem para as praias de Francisco José, ou o Caribe, tanto faz.

Obrigado pela entrevistaEditar

De nada, senhor descíclope.