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Desentrevistas:Miyamoto Musashi


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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.

Hoje entrevistaremos Miyamoto Musashi, o maior Samurai de todos os tempos, que viveu no século XVII, portanto já morreu (óbvio, né??). Para fazer a entrevista, contamos com o auxílio de Pai Severino Raimundo de Oxalá, o melhor pai-de-santo das redondezas. Já pode começar a receber, Pai Severino.

Hajimemashite!! Musashi, você poderia nos contar sobre a sua infância, para começar?Editar

 
Era um pau desse tamanho, ó.

Bem, eu já demonstrava sinais de anormalidade nos tempos de infância. Todos achavam que eu era o filho do dianho, que eu tinha o olhar do demônio e o escambau. Ninguém chegava muito perto de mim lá na minha vila, por isso eu vivia isolado da galera, preferia passar o tempo em cavernas e bosques. Desde pequeno eu treinava a esgrima atirando paus nos gatos que passavam por lá, entre outras coisas. Aos 13 anos, eu já era o terror de todos, mandei um cara sentar no colo do capeta usando apenas um pedaço de pau, hehehe. Depois disso, fui banido da vila, afinal vandalizei geral todos se borravam de medo de mim, BWAHAHAHA!!

E depois de levar esse ban, o que você passou a fazer?Editar

Então passei a vagabundear vagar pelo Japão em busca de oponentes à minha altura, para aprimorar minhas técnicas, mas tava meio difícil, porque era tudo um bando de perna-de-pau que não sabia empunhar nem cola de bastão. Lógico que encontrei gente boa, com quem travei duelos memoráveis, como Sasaki Kojirou, por exemplo.

Fale um pouco mais sobre esse duelo contra Sasaki KojirouEditar

Cara muito gente boa. Marcamos o encontro duelo na ilha Funajima, não lembro a data, só sei que era de manhã. Cheguei num barquinho caindo aos pedaços, não tinha nem espada comigo, tive que fazer uma com o remo do barco. Eram tempos de inflação, guerra civil, sabe como é. Mas não deu nada, porque mesmo assim eu cheguei lá e meti um headshot nele com a minha espadinha de pau. Lenha na caveira!!

Mas também é verdade que você chegou mais de dez horas atrasado, quase no pôr-do-sol, certo?Editar

Realmente eu costumava me atrasar um pouco para as lutas, porque é muito ruim acordar cedo nos Domingos, mas os atrasos nunca passavam de umas horas. Acontece que, na época do duelo em Funajima, o país estava passando por uma crise no setor de transporte naval, os barcos estavam atrasando mais de dez horas. Era uma barra ficar naquele porto lotado, cheio de criança berrando no ouvido da gente.

Mas você passou a vida toda usando espada de pau?Editar

Não. Depois de vencer Kojirou, fiquei famoso no país todo. Consegui dinheiro para comprar melhores equipamentos, incluindo duas espadas de verdade. Então, pude trabalhar melhor o meu estilo de combate com duas armas. Espada de bambu, nunca mais.

E o que você fez com a espada de bambu??Editar

Ehh, melhor pular essa pergunta...

O que mais você fez além de duelar contra outros samurais?Editar

Como já não havia nenhum samurai à minha altura, decidi enfrentar sozinho alguns monstros que viviam por ali. Volta e meia eles resolviam destruir as vilas das redondezas e não existia Jaspion nem Ultraman para enfrentá-los. Era bem divertido lutar com eles. Até hoje os filhos deles estão por aí, como os habitantes de Edo Tóquio podem perceber.

Certo, e o que você passou a fazer depois da aposentadoria?Editar

Aproveitando a minha fama, fundei a Religião das Cinco Esferas, inspirado em ensinamentos capitalistas budistas. O sucesso foi tão grande que até escrevi um livro sobre meus ensinamentos: O Livro dos Cinco Anais Anéis. Nele eu ensinei tudo o que sei sobre combates, artes, pinturas, arranjos de flores e outras viadagens etc. Mas a principal lição era nunca dar seu anel a ninguém, entende?

Você quer deixar alguma mensagem?Editar

Bem... Quero dizer que admiro muito o Brasil, terra de inúmeros otakus que pretendem reproduzir meu país no país de vocês. Se quiserem saber mais sobre mim, leiam Vagabond (não, NÃO sou vagabundo, porra, não tenho culpa se o autor deu esse nome pro mangá!!). E lembrem-se: Rurouni Kenshin é só uma cópia barata minha. Até mais, pessoal.