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Acrelândia

Acrelândia é uma cidade fictícia, mencionada vagamente em diversos livros sobre ufologia. No imaginário popular, Acrelândia é a maior pista de pouso de discos voadores e de bicicletas voadoras pilotadas por alienígenas cabeçudos que usam um pano vermelho na cabeça.

A primeira menção a Acrelândia foi feita no famoso best-seller "Inexistência Acreana", cuja autora foi a prestigiada Marina Silva.

Índice

História

Por estar localizado no limite do Acre, esta suposta cidade foi criada no limite da fenda espaço-temporal que isola o suposto estado do Acre, é ali que aliens criaram um portal que leva seres para as outras 11 dimensões do universo, precisando criar a aldeia de Acrelândia para tal.

Geografia

Apesar de não existir na vida real, Acrelândia possui traços bem característicos, graças a imaginação fértil de Antônio Villas Boas. Se os moradores fictícios de Acrelândia forem para o norte, chegam no meio de um matagal, onde estupradores que estão na seca há mais de 10 anos lhes esperam ansiosamente.

Se forem para o oeste, chegam na Ponte da Amizade, onde podem comprar peças contrabandeadas para "tunar" os seus discos voadores. Por ser um comércio ilegal, ocasionalmente, os compradores podem ser presos, e levados para um julgamento em Marte.

Se forem para o leste, caem no meio de um rio contaminado com o T-Vírus, e se tornam zumbis famintos e sem noção.

Se forem para o sul, chegam no deserto do Maranhão, onde ficarão vagando perdidos para todo o sempre.

Basicamente, podemos definir Acrelândia como uma "Cidade de Todos". Como é um ponto de encontro entre extraterrestres, todos os tipos de raças e criaturas se reúnem nessa cidade, para debater assuntos de alta importância e cunho científico, como por exemplo, quantos peidos são necessários para se causar uma combustão.

População

Não existem dados muito precisos, pois Antônio Villas Boas e Marina Silva descreveram a cidade de maneira completamente diferente. A única certeza é que o número de habitantes de Acrelândia é algo entre 0 e 92837498237498723.

Cultura

 
Suposta imagem de um mítico acrelandense sendo estudado por cientistas da NASA na Área 51.

Fruto do imaginário de Antônio Villas Boas, Acrelândia deveria ser um dos cenários presentes naquele filme que todo mundo já assitiu "E.T.- O Extraterrestre". Porém, por conta de nacionalistas idiotas, que queriam usar apenas cidade fictícias estadunidenses no filme, Acrelândia acabou sendo excluída da produção hollywoodiana. Mesmo assim, Antônio decidiu registrar essa ideia em um papel higiênico usado, que estava jogado num canto escuro de seu banheiro.

Feitos os registros, Antônio guardou esse papel higiênico em sua escrivaninha, e deixou lá, pois achava que algum dia essa ideia doida poderia servir para alguma coisa. Porém, quando completou 56 anos, ele morreu de maneira inexplicável, provavelmente após uma queima de arquivo feita pelos alienígenas, e a ideia de Acrelândia acabou ficando engavetada...

Mais tarde, esse papel foi encontrado pela mais famosa (e única) acriana existente no mundo, Marina Silva, que estava rondando por Minas Gerais, procurando por rastros de seus supostos ancestrais acrianos. Quando encontrou os registros de Acrelândia, Marina resolveu que iria usar essa ideia para escrever o seu já mencionado best-seller "Inexistência Acreana".