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Órfãos da Terra

Donramontaliban.jpg

"Vai tomar no cu", em árabe
Brimo, este artigo é árabe!
Se você entrar no harém dos outros, correrá sério risco de ficar sem petróleo

Matisyahu20.jpg Cadê o moedinha?

Este artigo é judeu! Ele odeia romanos, foi escolhido por Javé e não come lagosta porque é caro e anti-kosher. O autor deste artigo provavelmente é contador e deve estar cuidando da lujinha.

Ezde ardigo é Durco!
Bandeira
Bandeira do Império Otomano (1299–1923).png

Ele come kebab, louva Atatürk e jura que é europeu.
Não confunda com um árabe e muito menos com um grego
.

Lembre-se, os Kurdos não existem!

Cquote1.png 'Atravessamos o Mar Egeu...' Cquote2.png
Tribalistas sobre Órfãos da Terra
Cquote1.png Se trata de uma novela sobre os refugiados do Oriente Médio Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Órfãos da Terra
Cquote1.png Mocinha chata e enjoada, mocinho ainda mais chato e uma vilã maluca que só sabe armar sequestros sem motivo Cquote2.png
Críticos sobre Órfãos da Terra

Escrita pelas especialistas em novelas das 6 Thelma Guedes e sua esposa Duca Rachid, Órfãos da Terra foi ao ar em 2019, susbtituindo Espelho da Vida e sendo substituída pela quinta adaptação do livro Éramos Seis pela Glóbulo (puxa, já estava na hora!). Mostrou os conflitos no Oriente Médio e a imigração de árabes, judeus, palestinos e outros povos dessa parte do mundo para o nosso país.

Índice

EnredoEditar

Fugindo da Guerra Civil na Síria, a família de Elias Faiek – a mulher Mifode Missade e os filhos Laila – a mocinha enjoada dessa história – e o pequeno Khaled, que morre logo no início – atravessam a fronteira caminhando a pé em direção ao Líbano, onde buscam abrigo em um campo de refugiados em Biruta. Sem perspectiva de futuro e lamentando o que deixaram para trás, como todo bom refugiado que se preze, os Faiek tem planos de comprar passagens para São Paulo, no Brasil, onde mora Ranya Nasser, prima de Missade.

Em Biruta, mora Aziz Abdallah, o vilãozão da novela (que também morre logo no início), sheik árabe radicado no Líbano. Milionário, ele vive com mais de 8 mil mulheres: Soraya Montenegro, a primeira, mãe de Dalila, a vilãzona doida e psicopata dessa porra, Fairouz e Ainda, que têm menos importância no harém por terem vindo depois e porque o sheik tem outras 7997 mulheres para traçar à vontade e, assim como Soraya, por nenhuma ter dado a xota a ele um filho homem do sexo masculino. Na falta de um herdeiro varão (procure no Google), Aziz elege Dalila como a filha preferida, só porque ela é a vilã da novela. Ele a vê como sucessora de seus negócios, e também sua substituta, assim que Aziz bate as botas.

Na mansão Abdallah também vivem empregados e homens de confiança do sheik, como o afilhado Jamil Zariff, cara feio e narigudo que comerá Laila durante o resto da novela, resgatado em um orfanato ainda criança com seu primo Houssein, para ter abrigo e estudos em troca de lealdade e dedicação. Por ser leal (ou não), Houssein esconde a paixão que sente por Soraya. Jamil é escolhido para traçar se casar com Dalila, que sempre o desejou em segredo (humm, safadinho...). O rapaz, no entanto, sonha se casar por amor, rechaçando Dalila, cujo rosto jamais viu (também, como que ele vai ver se ela estava de burka?).

No campo de refugiados, Aziz se encanta por Laila e resolve tomá-la como sua vadia quarta esposa. Ele propõe um acordo financeiro ao pai da moça em troca de sua mão. Mesmo estando na merda, Elias recusa a proposta. Jamil também se encanta por Laila, em outro momento, e é correspondido. Apesar do interesse por Jamil e da negativa do pai à proposta de Aziz, Laila é forçada a casar-se com o sheik contra a sua vontade, para salvar seu irmão Khaled, mortalmente ferido, e parte para a sua mansão.

Soraya fica com peninha de Laila, já no passado também penou num campo de refugiados. Ela anuncia a morte de Khaled, ocorrida logo depois de uma cirurgia de emergência (nasceu de 6 meses). Sem motivos para seguir adiante no sacrifício de se casar com Aziz, afinal ela não tinha obrigação nenhuma, ele foi quem forçou a barra, Laila foge da mansão do sheik com a ajuda de Soraya. Inicia-se então a jornada da moça para escapar da perseguição de Aziz, que quer saborear sua esfiha custe o que custar. De volta ao campo de refugiados, ela se junta à sua família, que segue para a Grécia para embarcar em um navio rumo ao Brasil.

Ciente da fuga, Aziz encarrega Jamil de trazer Laila de volta. Ao descobrir que a esposa do patrão é a mesma por quem se apaixonou, Jamil aceita a missão a fim de protegê-la e parte para o Brasil para ficar com a amada. Quando descobre que foi traído, Aziz vem pessoalmente a São Paulo resgatar Laila. O sheik, que na Síria havia matado a mulher Soraya ao descobrir que ela o traía com Houssein (coisa que todo mundo quer fazer quando leva chifre), acaba morto no Brasil, levando Dalila a jurar vingança contra os Faiek, por julgá-los responsáveis pela morte do pai. Até aqui, daria um ótimo novelão das 21h, não fossem algumas mudanças de texto que desfiguraram completamente a trama, a tornando uma O Tempo Não Para das 18h.

Ah, claro! E como toda novela dramática que se preze, esta também tem seu núcleo come-cu, com o trio Ali Atrás, sua ahava Sara e o ricardão Abner; sim, dois árabes que tentam traçar uma judia a todo custo, seus pais que também não vão muito com a cara um do outro e outros núcleos e personagens que não servem para porra nenhuma.

ElencoEditar

  • Laila - Julia Dalavia
  • Jamil - Renato Góes
  • Aziz - Herson Capri
  • Dalila - Alice Wegmann
  • Soraya - Itatí Cantoral Letícia Sabatella
  • Elias - Marco Ricca
  • Missade - Ana Cecília Encosta
  • Paul - Carmo Dalla Vecchia, o capacho oficial de Dalila
  • Zuleika - Emanuelle Araújo
  • Comê-la - Ana Júlia Dorigon, outra que quer ferrar com Laila
  • Sara - Verônica Deboa, do núcleo come-cu
  • Ali faz Au Au - Mohamed Harfouch, também do núcleo come-cu
  • Abner - Marcelo Médici, outro desse núcleo
  • Fauze - Kaysar Dá Dor, ex-BBBosta 2019 que teve a sorte grande de participar de Órfãos

Trilha sonoraEditar

Capa: Jamil engatando em Laila

  1. Diáspora - Tribalistas (tema de abertura)
  2. La Bel Haki لا بل حقي - Adonis
  3. Algo Parecido - Skank
  4. As Mina de Sampa - Rita Lee
  5. Qué Vendrá - Zaz
  6. Sister - Tracey Thorn feat. Corinne Bailey Rae
  7. Todo Dia - Roberta Campos
  8. Onde Possa me Ouvir - Ana Vilela (bem melhor do que aquela versão mirradinha da Ariane Villa-Lobos que toca na Novabrasil)
  9. Where Light Pours In - Gustavo Bertoni (vocalista do Scalene)
  10. Apenas Mais Uma de Amor - Vanessa da Mata
  11. Depressa a Vida Passa - Renato Braz
  12. Ya Taier Sallamli Ktir يا طير سلملي كتير - Sami Bordokan
  13. Raksit Leila - Mushroom Mashrou' Leila
  14. Longe de Mim (La Bel Haki) - Tiê (bônus enche-linguiça)

e as fantabulosas canções que não entraram no CD por falta de espaço na mídia:

  • Ainda Aqui Sonhando - Léo Cavalcanti
  • - Tom Zé
  • Lifney She'yigamer (Before it Ends) - Idan Raichel
  • São Paulo - Mallu Magalhães
  • Saturday Sun - Vance Joy
  • La Demoiselle - Blaise Musipère
  • May I Have This Dance - Meadowlark
  • Youngr - Bruno Martini e Shaun Jacobs

InstrumentalEditar

Capa: logotipo da novela (que falta de criatividade, hein...)

Músicas de Victor Pozas, Rodrigo Marsilac e Eduardo Queiroz

  1. Hayat Jadida حياة جديدة (Uma Nova Vida)
  2. Amour Hubun
  3. Aziz
  4. Valsinha Árabe
  5. Um ao Outro
  6. Luz do Mundo
  7. Jame Shami
  8. Balkanico
  9. Yalla Habibi يلا حبيبي (Oh Meu Amor)
  10. Gens Cool
  11. Glissant
  12. Dabq Corneta
  13. A Brisa
  14. Chá e Fofoca
  15. Qawiun
  16. Travessia
  17. Maghraq مغرق (Despejado)
  18. O Bombardeio
  19. Apreensão
  20. Êxodo
  21. Nada Sobrou
  22. Hnak هناك (Ali)
  23. Walou ولو (Mesmo)
  24. Layla (OP1)
  25. Farih
  26. Village Marie
  27. Les Immigres (fast)
  28. Kind of Dabq
  29. Jamil e Laila
  30. Laila
  31. Memórias Delicadas
  32. Love at Sea
  33. Zubaida
  34. Vinho e Araq
  35. Salim e Rania
  36. Tawazum
  37. Alnashua
  38. O Sheik
  39. Madina
  40. Tristesse
  41. Echapper
  42. Sharun
  43. Resignation
  44. Candeia
  45. Fardeaux
  46. Em Fuga
  47. Maa Salama
  48. Mushkila مشكلة (Pobrema)
  49. Tendu
  50. Thueban
  51. Dabq Cinq
  52. Layla (OP2)

CuriosidadesEditar

  • Seria uma superprodução das 23 horas, mas acharam melhor apresentar o dramalhão mexicano dos refugiados às 18h mesmo;
  • Seria uma superprodução das 23 horas, mas quiseram matar o sheik antes do tempo por idiotice, fazendo a audiência decair;
  • Título provisório: Sequestros de Dalila, pois era o que mais tinha nessa joça;
  • Um dia será reprisada no Será Que Vale Mesmo a Pena Ver de Novo? (ou não), entrando para a lista dos hinos injustiçados, como a nutellada retardada e imbecil de hoje adora dizer... ¬_¬'

Ver também:Editar